Fronteiras


Vivemos tempos fascinantes, aliás como sempre, interpretados como deprimentes.
Planeta longínquo, Terra, já vai muito para além da quarta dimensão.
E a subir! 4 ponto e qualquer coisa.
São processos iniciados de retorno impossível, sabendo de antemão que o impossível é possível.
O que é que é a antemão? O Pai Natal e o coelhinho da Páscoa... Não?! Será?
Afinal, viemos sem livro de instruções. Apesar de haver por aí algumas tentativas.
Entre várias vidas e vários conhecimentos... Sei lá...! Sei lá...!
Anseia-se por hoje, quando poderá ser um dia destes, um qualquer.
Da história do Homem, parasita fecundo ao criador de telemóveis com fotografia.
Eu sei lá!
Oxalá, que não se esqueça da essência. A essência de Ser e do Ser. Oxalá...

Somos fisicamente, água, em grande parte, inexoravelmente.
Especialmente composta por cristais líquidos sob a forma de clatratos, que permitem que a luz, daí energia, viaje a surpreendentes velocidades pelo nosso corpo transmitindo informação (tese defendida por António F. Muro).
Essa energia electrificada que foi identificada ancestralmente por outros vários pensares: Chi (na cultura chinesa), Ki (na cultura japonesa), Kundalini e Prana (na cultura hindu). Apenas os termos mudam, sendo a base a mesma.

Abrir portas é fácil! A questão é entrar... e...
Sabe o caminho de volta?
Não é assim tão simples. Essencialmente, somos uma espécie que não é simples.
Quem disse que viver era fácil?

Hoje em Viseu



O tempo escasseia


Que grande mentira!
Talvez o ritmo do tempo não seja compatível com o que queremos.
Talvez para o tempo, o nosso querer, não seja para aqui chamado.
Se calhar, ainda não o consiga-mos entender, interpretar.
Dele reclamam 25 horas por dia. Não é negociável! São 24 e fim da história, ponto.
Tal como faz chuva e sol, frio ou calor. Inundações devastadoras, secas mortíferas. O tempo lá sabe!
Ainda bem que não está na mão do Homem, fechados nas suas razões. Como todos, nas conversas de elevador. Amanhã dá chuva, para a semana vai estar bonzinho, ontem esteve farrusco. O que será, será.

O gelo queima, no extremo, amputa, membros, por vezes segura manchas de sangue. O sol pode inspirar visões frias da vida, do tudo.
O mar, a água, bem precioso da vida, noutras horas, afoga e mata, engole barcaças.
No cemitério, ele não escasseia, abunda. Uma vez entrei num cemitério pequenito, as campas muito bem arranjadinhas, o tempo estava cinzento, mas de repente fez um solzinho que aqueceu, naquele momento, aquele calorzinho que faz sentir bem, no cemitério.
Há muitos moinhos que parecem monstros, com olhos de ver, é do que se vê mais.
Ele não escasseia, engana... Logo somos patinhos que não sabemos nadar.
If... Then... GoTo... e há a hipótese de não ser assim!

Extrafísico faz 2 anos...


O Blog Extrafísico faz, precisamente hoje, 2 anos de existência virtual.
Nestes dois anos, a blogosfera permitiu ao autor conhecer outros bloggers, alguns já fisicamente, outros por enquanto na esfera virtual. Tudo pessoas fantásticas.

O Blog em si, continuará o seu caminho, não está preso a nenhum contexto, nem a nenhum assunto em concreto. É um espaço livre e aberto a todos, sejam quais forem as opiniões dos intervenientes.
Pois, e esquece-mo-nos disso amiúde, que afinal todos estamos ligados, nesta vida e noutras. Para já e para quem viva uma existência física, a respiração do ar, liga-nos. Somos mais iguais do que a maioria imagina.

Constatando de que existe um conceito de normalidade e de um politicamente correcto que paira e condiciona a forma de expressar dos seres, porque o medo existe, aqui se plasmará sempre assuntos que saiam desse âmbito e assim não nos esquecermos de nossa matriz central - Nascemos livres e livres podemos ser.
Nesse âmbito, novos conceitos aqui são trazidos. São as verdades relativas de ponta.

Como no Extrafísico, não há medo, pode vir e levar daqui aquela força inabalável consigo, seguir mais fortalecido.
Aqui estará sempre protegido, mesmo que se esvaia de argumentos.

Aqui não se seguem religiões, génios iluminados que formam teorias seguidistas ou qualquer grupo de associação de interesses. Apenas se apreende e extrai-se o melhor dos conhecimentos por outros criados e assim evoluirmos, com o contributo de muitos outros que se deram ao trabalho de interpretar o mundo. Esse caminho continua a ser percorrido por nós, e os nossos contributos mais do que necessários, são a alavanca, numa óptica evolucionista.

Aqui é se livre na sua plenitude, valor que meus progenitores me incutiram e que inteligentemente nunca me enfiaram em religiões, escuteiros, associações, partidos políticos, entre muitas outras, com todo o respeito por todas elas.
Respeitaram e deram-me a oportunidade de interpretar e procurar o conhecimento, dos vários lados das questões.
A liberdade cresceu comigo e eu com ela. Por isso estou sempre bem e de consciência tranquila.
Ela está muito solidificada em mim e na minha visão do tudo e do nada.
E assim continuará a ser... Inabalavelmente...

Jet-Lag


Depois de umas curte-lengas férias, o Jet-Lag.
Apesar da banalidade, colegas do melhor que pode haver. Nas empresas vivem-se ditaduras, mas rir, rir só com colegas de qualidade.
O dia foi banalíssimo, com arrancar cabelos, até nem tanto, porque somos bons, correu naturalmente, tudo controlado, não fossemos nós profissionais treinados.
Ao final da tarde, um monumental engarrafamento na A2 sentido Almada-Lisboa. Estava porreiríssimo, pois seguia em sentido contrário, sensação de alívio. Com toda a solidariedade para com os meus colegas auto-imobilizados, também já sofri desses karmas, e não foram poucos.

Outra questão.
Se entre-vidas nós escolhemos o sexo com que nascemos, porquê baralhation? E achar isso inteléctuel?
Alô?
Poderei fazer tudo o que uma Mulher faz a outra e mais, nem que seja, por fisicalidades inatas...

Dos monólogos da vagina... O que eu gosto é de gajas! Pronto, bien tout.

Por que é que as Mulheres não gostam de futebol !

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Corrupção Total


Nesta semana que finda e após o ciclo eleitoral que terminou, frenético diga-se, vem a lume uma monstruosa rede de influências que por cá já pairava, desde à algum tempo. Saltou à vista os intervenientes mais mediáticos, que pelos lugares que ocupavam, deveriam ser os mais responsáveis; Armando Vara e José Penedos & Filho, sem esquecer o "epicentral" típico self made-man, o empresário da sucata, Manuel Godinho.
Correm, já correram e irão correr rios de tinta sobre este caso, bem como a sua contra-informação. Por isso basta consultar a informação já existente.

Como é que isto é possível? Porque se pode.

Logo atrás da Itália, país das associações mafiosas familiares, na europa ocidental, somos o 2º país mais corrupto.
A corrupção, é um crime, difícil de comprovar na barra do tribunal. Não é por acaso, que Armando Vara, pediu € 10.000 em cash e urgente. Não ficam vestígios, nem rasto. Não há prova.

Não importante esquecer, que na 1ª fase, Polícia Judiciária e Ministério Público, melhorarem a sua eficácia na investigação. Tanto em documentação, como material de prova palpável, digno desse nome. Com a experiência se aprende.
Na minha opinião, falível, como qualquer outra, será na 2ª fase, nos tribunais e nos juízes, que toda esta matéria se diluirá. Terão que obedecer a uma legislação coxa e feita propositadamente para salvaguardar, com muitos subterfúgios, este tipo de situações.
Logo, tudo ficará como dantes.

É a velha mentalidade portuguesa, da cunha, da esperteza saloia de enganar o fisco, da vigarice.
Os pequenos, dizem até com alguma razão - Porque é que eu vou ser honesto, se os de lá de cima roubam à grande?

E assim, os que pagam e "não podem fugir", contribuem e pagam dois países ou mais. Apesar dos discursos dos restringimentos e das dificuldades, certo é que há muito dinheiro, mais do que se imagina. A grande questão é que ele circula em circuitos paralelos.
Nos idos anos 80, num país ainda com grande influência militar, dizia-se que o ministério da defesa tinha um saco azul equivalente ao orçamento de estado. Não tenho provas documentais é certo. Mas alguém as terá.
Esses circuitos paralelos mudaram apenas de mãos. Passou-se de umas rubricas contabilísticas para outras.
A somar os muitos profissionais liberais que não pagam impostos, porque, lá está, o sistema o permite.

É um forrobodó total!

Sem poupar na linguagem, por exemplo, o caso dos vários administradores do BPN que, literalmente foi sacar dinheiro às pázadas.

Dos carris dourados à face oculta, o que haverá ainda por descobrir?
Nunca como hoje, em Portugal, as máquinas trituradoras de papel tiveram tanto uso.
Vou apostar em Jorge Coelho - Mota Engil.
Vamos ser racionais e lógicos. Alguém se acredita que por ali se passa tudo numa transparência sacro-santa?
Esperanço e congratularia-me se a figura em questão tivesse já a ser seguida, investigada e escutada.

Falta a este País de gente conformada, o esmiúçamento do tenebroso lóbi de Macau do Partido Socialista com veias maçónicas pelo meio.
Tivemos um vislumbre através do livro de Rui Mateus (um desiludido) - Contos proibidos: Memórias de um PS desconhecido.

Esta vida já não conta, na outra vão arder no Inferno, no sentido metafórico da expressão.
Diz a Bíblia que a vida começa depois da morte.

Marília

(1)

Preparava o jantar com um enorme carinho, mas, porque à hora aleatória não estava pronto, comeu no focinho. Muito bonita e airosa, murraças lhe trespassaram o corpo, frágil e de pescoço fino.
Habituada a uma vida maldita, seguia sempre para a frente, o nó na garganta, um górdio incómodo.
Na mente sempre as duas filhinhas, uma com quatro, outra com nove. A mais velha já começava a perceber algumas coisas.
À noite servia de tapete de serviço para um bruto, sujo e de fedorácia transpirada asfixiá.

Enquanto pequenita, ninguém se questionou, sobre o seu olhar para o vazio, limbo. Pequenita e rechonchuda, cedo despertou a cobiça do tio.
Aprendeu que tem de valer por si e partir para a frente. Pôs o divórcio em cima da mesa, sabendo de antemão, o calvário de valentes tareias que tinha de percorrer.
Uma das vezes, até de cinto apanhou. O Benfica tinha perdido com um penalti no último minuto. Encaixou a fava do árbitro.
Tantas vezes mal fodida, inundada, enojada, encolhida e enconada.

Após o divórcio, o tribunal estabeleceu uma pensão. O animal nunca a pagou.
Nisto, certo dia, a administração da fábrica onde trabalhava, convocou um plenário. Apareceu um corto-maltese, muito bem parecido e equilibradamente loquaz, de gel e câns pintadas, com fato de preçário acima do salário mínimo.
Esta nossa pequenita, calada e quieta, Marília, não está para aí virada. Sabe que tem de ir para a frente. Sabe que o que teve, é fruto do seu trabalho, nunca teve benesses, nem a tal se candidatou.

Mês após mês, as finanças iam definhando. Agora sozinha, com duas filhas e a pagar uma renda de uma casa que nunca seria dela.
Com o cheque do subsídio de desemprego na mão, certa vez no banco, um engano ocorreu.
O funcionário diz-lhe, Houve um engano, você tem de devolver os €400 e eu anular o movimento, foi um erro do sistema.
A nossa pequenita, No fim do mês eu regularizo. Você não está a entender, tem que me devolver o dinheiro e depois fala com o gerente. Então eu falo com ele. Ele não está, só vem à tarde. Então venho à tarde falar com ele, no fim do mês eu pago.
Nisto, a nossa pequenita por dentro vibrava, mais, sangrava. No impasse, pegou na sua sacolinha e andou muito depressa, no sentido da porta de saída.
Para pessoas honestas, estas coisas doem a dobrar. Mas aqueles €400 muito jeito deram, um balão de oxigénio, apenas €400...
Acertou o colega do lado, deixa... Palpite certeiro, pois no fim do mês, ela correspondeu.

Na carreira sub-urbana, na fila de trás sentadinha, por entre os pés molhados, consequência de um capetinha que passou de propósito na poça em frente à paragem, gozando o seu meio-minuto de prazer, segurava uma saca plástica que continha uma toalhinha bordada que tinha visto na promoção. E que bem que ficava na mesa da cozinha!
Recostou-se no casaquinho de malha, já meio húmido, do cacimbo que caía, numa noite que volta sem precisar de despertador. Ela olhava pela janela, tremelique, consoante as travadas de um empregado esquadrilhado para chegar em casa.

Esta nossa, pequenita, calada e quieta Marília!

Nostálgica do trabalho - esta nossa pequenita trabalhava que se fartava! -, da companhia das colegas, não compreendia o fecho, pois tanto trabalho havia.
O que não sabia esta nossa pequenita, calada e quieta, Marília, é que do outro lado do mundo em restaurantes top building, piano-bar 24H em turnos de 8H, com vistas 360º, se discutiam assuntos como down-sizing, lay-offs, custos de exploração, rendibilidade e a puta do caralho que nem um broche em condições era capaz de fazer. Joe, esta philipinnes ainda vêm do mato, as mexicans ao menos, barateiras, não comprometiam. I´m sorry boss, o próximo lote será de melhor qualidade. I´m sorry! Enquanto se passam gráficos Excel de exercícios trimestrais.

Esta nossa pequenita, calada e quieta, Marília, recebe um short message service (SMS) de uma ex-colega, que conseguiu um franchising de serviços rápidos de costura. Não prometeu salário, mas receberia à peça. Em pouco, esta nossa pequenita equilibrou as finanças, pois trabalhava que se desunhava.
Esta nossa pequenita, calada e quieta, Marília.

À noite, deitadinha, ela reza. Rezas improvisadas, reza pelas filhas. O que ela não sabe, é que suas preces são ouvidas.
De manhã, enquanto percorre a pé, o seu caminho, entidades, elementos que através do vento, dos raios solares, sabedores de todas as histórias, ainda se vão se surpreendendo com estas forças estranhas. Percorrem-lhe o corpo, sentido a energia, desta força sobrenatural.
Esta nossa pequenita, calada e quieta, Marília, é tremenda, um colosso, um verdadeiro poço de energia.
Arrebitada, de passo firme, ela avança com toda a confiança.

Esta nossa, pequenita, calada e quieta, Marília.


(2)


Publicado em simultâneo no Cheira-me a Revolução!

(1) Paula Rego, colecção "Mulher-Cão".
(2) Deep Forest - Marta's Song.

Aspectos...


Aspectos auspiciosos...
Como quem sai de uma janela a cambalear, sob um som de fundo, parecido com um riso sarcástico.
É preciso ter vistas do que se almeja compreender e interpretar, mesmo, às vezes o interpretado ser o próprio e por vezes não sei lá do quê.
Em cada alminha, um labirinto.
Dizer-se-ia que é só para dar trabalho, um capricho. Quando só apenas um carinho...
Muitos e muitas não sabem ao que nasceram, vêm à sorte. Percorrem vidas, principalmente a própria, desconhecendo que eram à partida proprietárias de algo, a sua essência.
Vilipendiadas, baralham-se, cruzam-se e morrem de medo de várias coisas, até mesmo do único destino certo que têm. Têm medo da certeza.
A esquiva desenvolveu contornos, mágicos. Tal a transcendência, do ultrapassar fronteiras nunca antes alcançadas. Ponto por ponto, cada vez mais vamos chegando mais longe.
Ao quê? Não se sabe.
Mas, vamos empurrando para a frente.
O passado é passado, já foi, passou, não se repete.
Desde que não apareça uma máquina do tempo, para voltar a baralhar as contas.
Ou fantasias, para baralhar e dar de novo.

Como massas cerebrais que aspiram linhas de pensamento, sem questionar o "deep tought" das coisas, o que existe é merecido.
Por elas vou acender um incenso de alfazema. Relembro que de Domingo para Segunda, é a noite dos espíritos. A noite em que se abrem portais inter-dimensionais.
É um forrobodó espiritual.
Podem acender uma velinha e coloca-la no parapeito da janelinha, ou na janela da mente.
Agora e importante, não finte as cocaines da sua mente. Os espíritos não vão em cantigas.
Pois é! Todos lá dentro...

Caim

José Saramago, aparece com um livro, denominado Caim. A polémica instala-se, não fosse tratar-se de um assunto muito sensível, a Religião, em particular a Cristã e seu livro de suporte sagrado, a Bíblia.
Fosse o Alcorão, nem debate haveria!
Após várias conferências de apresentação do livro, compostas com frases fortes, em diminuição e até ridicularização do Livro Sacro, por muitos, apelidado de jogada de marketing, o certo é que criou debate. Debate profundo entre as pessoas que seguem estas coisas. Logo, intrínseco da natureza humana, se formaram barricadas, de um lado e do outro.
O termo Bíblia é mais lato, pois existem muitas bíblias - byblios/conceitos. Até o Diabo tem uma, que é maldita, o Codex Gigas.

Porque não aproveitar a embalagem e ir-se mais fundo no debate dos temas transcendentais?
Será que existimos? Será um sonho?
Vivemos ou sobre-vivemos? Vive-se após a morte?
Haverá outras frequências e dimensões energéticas? Elas se interagem ou não?
Porque vivemos um mundo físico contraditório? Para uns viverem outros terão que morrer?

O debate, desta sexta-feira à noite, entre o Padre Carreiras das Neves e José Saramago, foi bastante interessante.
A Igreja Católica, enviou um dos seus doutores, especialista das "ciências bíblicas", defender os seus pergaminhos, o professor da Universidade Católica, Joaquim Carreira das Neves.

Não sendo grande aficionado de Saramago, na minha opinião, esteve muito bem, aliás, o debate em si foi cordato e bem conduzido pelo jornalista Mário Crespo.
Levou Carreira das Neves a admitir que as histórias da Bíblia são invenções, criações literárias. Isto é muito importante, pois a Igreja, sempre tentou passar a ideia do sentido literal da escritura sagrada.
Saramago, já no fim, colocou duas questões importantíssimas; o direito à dissidência e o direito à heresia.

Não posso considerar é que a Bíblia não possa ser questionada, principalmente com o argumento de que é muito complexa e que tem de ser lida de determinada forma.
O que é que é complexo?
O que é que é simples?

O vídeo integral do debate na SIC Notícias, Jornal das 9.


Audácia e o Ser ...