Mostrar mensagens com a etiqueta a beleza da vida. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta a beleza da vida. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 29 de março de 2010

Natural Mystic Live


Entre montanhas e escarpas, entre boas e más ondas, vivem os que respiram em sintonia contrária ao pulsar do piso que pululam.
Da pobreza à riqueza, seja, espiritual ou material, sejam as duas misturadas. Vive-se em razões separadas. Fruto do caos organizacional do que não tem jeito de ser de outra forma.

Será a ordem natural das coisas?
Ou será a aleatoriedade de destinos imprevisíveis?
Ou outra qualquer coisa?
E o que é a coisa?
Porque não questionar a coisa?
E se a coisa não existe?
Daí outra coisa existirá?
E se for nada?
Será o nada alguma coisa?

Sendo que a grande maioria believe apenas e só no que vê, ouve e lê (por outro iguais a eles, believers das mesmas coisas), constatam uma verdade vestida de mentira. São uma fracção de existência temporal.
Se é que, quando supostamente deixarão de existir, não levarão nada e sem hipótese de negociação, o que os faz correr tanto?

Uma doce menina manifestando-se noutro estado dimensional, enquanto seu corpo físico se encontrava em estado de cataplexia projectiva consciente com um elevado percentual de lucidez questionava - Me diz! Vem cá, como é a morte?
Enquanto um grupo de senhoras se aproximavam da conscin, uma delas diz - A morte é como a vida. Olha eu não morri, continuo viva. Estou aqui como se estivesse viva, só que de maneira diferente.

Tudo é como tudo. Uns bradam aos céus, outros auspiciam ao convencimento de outros e mais 1001 daqueles outros.
Tudo é possível, até as impossíveis...

Não acredite no que leu, nesta cantiga, nesta lenga-lenga. Se acredita pesquise, questione e principalmente, tome em conta as experiências que viveu e vive.
Sem esquecer que em tudo também existe em paralelo o lado negro da questão, é como se fosse uma segunda matinée.

sábado, 19 de dezembro de 2009

La luna


Óh Lua, celeste, que vagueias em Universos perdidos.
Óh Lua, Luna, olha em tua volta, há 40 anos que pago o telemóvel.
Vais-te afundar! E eu te salvar, de braço em riste e argolas encaixadas.
Óh Lua, Lua, quantos lobisomens dependem de ti. Bestas em forma de animais.
Num luar, luz que irrompe a negritude escura, num ponto onde se faça luz. Confunde-se com orvalho, de madrugada com geada.
Ou molho de cebola caramelizada e alho. Não cebolada, talvez reviralho.
Há 40 anos...

Tremeliques, la mano, fotografa seguramente a lua, que foge, mantendo-se quieta.
Não está para poses quietas, mexe-se. À volta da Terra, onde se passam mais de milhentas questões, de forma a que o Zodíaco desista da previsão.
Prever, prever, não prevejo nada, nem agoiro. Mas de belo, não profetizo.
Luna, Luna, acreditam que vieram para serem felizes e depois choram e agonizam-se. Para quê engana-los. Eles sabem ao que vieram, apesar de o reprimirem sub-conscientemente. Pelo menos que o saibam. A verdade.
Apesar do medo, de morrer. Propositadamente, renegam vidas passadas. Bloqueiam o seu próprio eu.
Luna, Luna, mesmo com dejà vus, retro-cognições e outras opções, se escondem em outras milhentas de máscaras.
Para não falar em religiões, partidos políticos, clube dos amigos disney, escuteiros, sindicatos, associações diversas, enfim grupos, ou doutra forma, coleiras conscienciais...

domingo, 29 de novembro de 2009

A magia existe


Quem disse que não existe? Quem pergunta, pergunto porque deixou baixar os braços... Da mente.
Da morte, horrível, horrível... É compensada por renascimentos, de anjos e arcanjos. Por células inteligentemente activadas, directas do útero da mãe, magia é feita e assistida por todos, todos os dias.
Em 6,7 e 8 rir, rir muito. Celebrar a vida.
Não sabemos tudo, pelo menos eu não sei!

A foto acima tem pouco de tempo, pois foi tirada há pouco tempo. Momento vivenciado por comparsas, momentos... Estamos aqui e depois estamos ali ou além.
A Princesinha que me fará abrir portais multi-dimensionais, poderá ter-me achado, pois eu singelo, não acho, deixo-me ser achado. O que virá, virá ...?
Não é uma questão de gostar de viver, apenas tenho de percorrer este caminho. Mas, no meio, embrenho-me nas suas mil e umas magias.

domingo, 18 de outubro de 2009

Pôr-do-Sol


É o pôr-do-sol. Quente, e em tons gradientes. É o pôr-do-sol.

Muitos pores-dos-soles vividos, noutras vidas até.
Nos olhos de um condor, horizontes se perfilhavam, até, até...
Um céu azul, que, inté...
Nos raios luminosos, o berço de todos nós.

Um contraditório, esse mesmo, que nos permite a vida.
O ar que respiramos, o tal que, nos permite existir e errar, é o mesmo que nos mata lentamente.
Explosivo e gasoso, o oxigénio e consequentemente os seus radicais livres, vão oxidando e destruindo, o que se olha no espelho de uma vaidade temporária.

Creia, não como uma qualquer religião, que tudo o que alcançou, é temporário e será deixado...
Acredita?

É o pôr-do-sol!
Muito antes de nós.
Muito para além de nós.
É o pôr-do-sol!

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Depois de morrerem voltam a nascer


Julgavam que tudo isto era em vão. Não, meus amigos, é sério, muito sério.
Ou pode ser tudo a fingir.
Podem, garanto-vos, acreditem no que quiserem. A Vida tem um jogo de cintura, nomeadamente, quando se sentem seguros, é aí que lhes puxa o tapete e descobre-se um falso piso. Dupla negação ou baralhação. Ou também e porque não quando lava os pés no bidé.
Bidé, bidé...

Quer queiramos quer não, existe uma espécie de fascínio da morte. As pessoas evitam falar dela, mas, nos seus meandros mentais, fascinam-se.

Ela gosta que se ponham à sua beira, que lhe dêem importância, que se deslumbrem e que a respeitem.
Mas, la muerte, não é nenhuma entidade ou algo personificável. É um marco biológico, apenas. Uma fronteira.
Está-se cá, está-se lá.
Os lamentos e as alegrias de quem vai, quem vem.
Medos de coisas que acontecem. O desejar não é para aqui chamado.
A morte é apenas um ponto, que pode ser cardeal ou desestrutural.
A sua definição diz que é assim e pronto. Podemos questionar, mas que importa, já está. É irreversível. Não dá para meter cunhas.
Aquando no outro lado a grande maior parte não quer voltar, acreditem.
Muitos são obrigados a renascerem neste manicómio. É.
São coisas do arco-da-velha, por isso, e fundamentalmente por isso vou ouvir um disco compacto com música de Namo Narayanaya sem antes de escutar de olhos fechados o vídeo em baixo.
Pois sou um Filho do Universo e desconfio que você também o é. Mesmo disfarçando ou escondendo-se.
Em suma não se martirize, depois voltas a nascer e assim é desde tempos longínquos. Do tempo que quase ninguém sabia.
Agora toda a gente julga que sabe sem nada saber.

sábado, 7 de março de 2009

A Estrelinha

Os momentos cromáticos daqui do meu poiso intrafísico para o universo virtual.
Esta foto tem prá aí 3 a 4 horas e está imbuída de uma magia, que é mágica, para quem a presenciou.
Repare na estrelinha na parte de cima. Não nos conhece, mas olha para nós, como uma espécie de caridade. Talvez já nem exista, apenas constatamos a luz que chega. Após longos anos de viagem vemos a luz, a presença física, pode já não existir e a luz só agora chega até nós.
Já não existe mas chega a nós. Podemos estar a ver o passado.
O tempo viaja. Chega ao destino e tem sempre alguém que o vê. Por acaso era eu.
Vi, observei e contemplei. Daí como se viesse luz ao mundo, como esperança...

Depois de algumas conversetas e de papalvos a olhar para o céu gigante, a estrela já estava noutro lugar.
Não, a nossa influência não teve importância para a estrelinha, apenas a Terra se moveu, no seu contínuo circular sem fim.
Ainda tentei fazer caretas, mas estas forças não ligaram a isso.

Ando a falhar, sabendo que não posso falhar. Choro às vezes sem já ter lágrimas para chorar.
Busco força onde já não sei e para lá do entendimento.
Solicitam-me, porque, sentem que não tenho medo de morrer.
Mesmo aquele que antes de se deitar comeu uma maçã e morreu. De levezinho e sem sofrer.
Ela espera-nos e todos passaremos por ela.