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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Mundo Astral


Dentre muitos mundos que se interagem entre eles, cada pessoa viaja entre elas a velocidades rápidas ou lentas, consoante o contexto em que está inserido e vivência que tem em consonância na sua capacidade de interpretar o que vive em todas as suas valências. A velocidade não é muito relevante, pois no contexto da multi-dimensionalidade o tempo vai-se relativizando, importante será a absorção de realidades, momentos e principalmente a forma como se interage em cada segundo, que o próprio tempo não pára, sempre contínuo e relativo no tempo, mesmo naqueles, que nossos cérebros físicos não entendam, mas lógicos e sentidos, nas profundezas das almas individuais que cada um carrega. No fundo cada consciência, em si, é um Universo, da mais simples à mais complexa, do menos infinito, ao mais infinito.
Uma simples bactéria quase invisível, maturada no tempo da evolução, pode dizimar milhões de pessoas com níveis intelectuais mais avançados. Ao mesmo tempo que, uma pessoa sozinha pode descobrir uma forma de eliminar a bactéria... Na verdade, tudo é possível!

Este deveria ser um dos primeiros posts deste espaço virtual, mas o que é que é o extrafísico?
Através da projecção extrafísica, qualquer um pode chegar à sua explicação, vivida e sentida.
Nesta breve definição da Wikipédia, ficam abertos os caminhos de pesquisa que cada um ache necessário:

"Projecção da consciência, experiência fora-do-corpo (EFC), experiência extracorporal, desdobramento, projecção astral ou viagem astral são termos usados alternativamente para designar as experiências fora-do-corpo (do inglês, out-of-body experience – OBE ou OOBE) ou estados alterados de consciência, que podem ser supostamente realizadas por qualquer pessoa, por meio do sono, via meditação profunda, técnicas de relaxamento , ou involuntariamente, durante episódios de paralisia do sono, trauma, variações abruptas da actividade emocional e stress, Experiência de quase-morte, deprivação sensorial, estimulação eléctrica do giro angular direito do cérebro, estimulação electromagnética, experiências de ilusão de óptica controladas, e através de efeitos neurofisiológicos por indução química de substâncias comummente descritas como drogas. Exemplos de tais substancias correlacionadas com a fenomenologia das experiências extra-corpóreas são o Cloridrato de cetamina, a Galantamina, a Metanfetamina, o Dextrometorfano, a Fenilciclidina e a Dimetiltriptamina (presente na bebida ritualística Ayahuasca).

A Projecciologia, fundamentada nos experimentos pessoais de projectores conscientes e sistematizações destas autopesquisas, inicialmente proposta por Sylvan Muldoon e sistematizada por Waldo Vieira, que, durante a projecção, quando lúcida, o indivíduo está ciente de que se encontra fora do próprio corpo físico projectado por meio do (corpo astral, perispírito, psicossoma), que são entidades imateriais. Por intermédio da projecção da consciência é possível conhecer supostas dimensões extra-físicas (leia mais aqui )."

E pesquise per si... retirando o medo das amarras sociais desta vida que o aprisionam a um padrão comportamental e expectativas de terceiros que agrilhoam a sua plenitude de ser, há milhares de anos, diga-se de passagem.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Outro lugar


Num primeiro momento, fugir, para outro lugar.
Só depois se toma a consciência, de qual outro lugar, a bem ver, queria-se estar noutro lugar, num lugar diferente. Estar-se no que está dá por vezes uma "gastura" e dela sai a vontade de ir para outro lugar. Muitas vezes, faz-se isso mentalmente e aí vai-se construindo outro lugar, somente pela mente.
Benfazeja, que se faça esse exercício todos os dias, todos... se pensa quase sempre noutro lugar, em estar noutro lugar.
Como dizia o brilhante e saudoso António Variações;
- Estou bem só onde não estou, porque só quero ir, onde não vou...

De facto, o outro lugar, onde queremos ir, pode ser, o lá longe, muito longe, na casa amarela... e azul. Uma fotografia plantada no nosso subconsciente, da areia e do mar, uma espécie de ilusão do paraíso.

A sensação, às vezes, naquela necessidade estranha, mas real por ser sentida, de fugir ocorre-nos, de tal forma que por vezes não cabemos em nós próprios e isso resulta da nossa imensidão, do caminho já percorrido das múltiplas vidas que temos como histórico. Caminho sinuoso, é certo... mas a evolução é isso mesmo, ultrapassar barreiras cada vez maiores. Há quem se esqueça, que no nosso DNA ainda esteja lá plasmado, o medo de cair que vem do tempo em que éramos macacada a saltar de galho em galho pela floresta.

Contudo, há quem deseje morrer, seja por doença física incapacitante ou na previsão dela não queira perder a sua liberdade física, os há pela queda anímica generalizada da vida, outros em pressão total das circunstâncias da vida e outros caídos na emboscada da falsa expectativa que primeiro pode levar à loucura, porque ganha vida própria, e numa outra qualquer fase leva ao desejo do termo da vida num instante. Noutro lado, em outro lugar, também há quem implore pela vida, principalmente na cama de um hospital. É uma dicotomia que vem da história de cada um.
Não existe maneira mais coerente ou incoerente, é uma decisão individual, seja ponderada ao longo do tempo ou repentinamente. Faz parte do processo.
Nesta área, normalmente avolumam-se, os conselheiros, os pedagogos e toda uma panóplia de gente, que no fundo, passa a mensagem do coitadinho de ti não faças isso.
Na maioria das situações, quase nunca se faz a avaliação mesológica do indivíduo, e pode até ocorrer, que um indivíduo até tenha planeado isso mesmo antes de nascer, ou levar uma existência física que combatesse esse desfecho com probabilidade elevada de ocorrer. É por si próprio, que o sujeito tem de perceber, porque senão, será indubitávelmente noutra vida, a mesma história e noutro lugar.

Voltando ao medo de morrer, a raíz de todos os medos, imagine-se, que noutro lugar, noutras dimensões mais sutis, sem existência de matéria física, tal e qual a conhecemos, que hajam indivíduos e são aos milhões, que não querem voltar renascer neste planeta, pode-se até dizer, que ao contrário do medo da morte, têm um medo tremendo de nascer.
Na verdade, o medo varia conforme a manifestação existencial de cada um, ou pela dimensão energética onde reside num espaço de tempo, pelo interesse de momento, pelo medo do desconhecido e pelas avenidas do prazer que o seu situacionismo agradável o permita.

Fora, tudo o que vai além dos 5% cento do universo que conhecemos e vemos, pois entre a matéria e a energia negra que desconhecemos, existe toda uma panóplia de cerca de 95% de coisas além da nossa percepção, ou seja, o que quer que seja que já exista, para nós espécie humana é totalmente desconhecido... Sabemos é que existem outros lugares, além deste.

domingo, 7 de agosto de 2011

Halo Solar - Fátima 13 de Maio


No passado 13 de Maio de 2011, celebrou-se a aparição de Nossa Senhora de Fátima na Cova de Iria, presenciado por três pastorinhos crianças em 1917. Este evento rapidamente dominado pela igreja católica, açambarcou o ocorrido, à luz de sua doutrina e conhecimentos, que aliás, era a dominante.
O país num contexto de extrema pobreza, num regime republicano recente e mergulhado nas contingências da 1ª Guerra Mundial (1914-1918), atirando de forma desorganizada, jovens para a mortandade, honrando hipocritamente, compromissos internacionais.
O que faria supor que uma entidade sobre-natural iria aparecer, a três criancinhas analfabetas, desnutridas e de horizontes limitados à sua pequena aldeia? Aliás, o espelho dum país, que a monarquia faustosa, bacoca e endividada, deixou aos seus ex-súbditos meio baralhados, enviesados em golpes e contra-golpes.

Numa linguagem de senso-comum, falamos de uma espécie de mundo espiritual, na qual uma amparadora extrafísica materializou-se num percentual elevado e comunicou com aquelas três crianças. De referir e devido às celeumas que se levantam, principalmente os mal-entendidos e também os aproveitamentos de pessoas físicas que representam organizações de cariz manipulativo consciencial, essas "aparições" são cada vez menos frequentes.
Voltando à aparição que se trata, a amparadora, não teria desígnios materialistas, comerciais, de fama ou de alimento do ego.
Porquê três criancitas, que mal sabiam ler e escrever e não três figuras de elevado intelecto e destaque na sociedade? Porque noutras dimensões, são questões de somenos importância. As pessoas quando morrem fisicamente e logo que adquirem a lucidez noutro plano dimensional, apercebem-se disso rapidamente.
A qualidade evolutiva de uma consciência não é mensurável pelos padrões de avaliação nas nossas sociedades físicas imbuídas em contextos de competição, porventura, em contextos mais amplos. Se é que exista, algum tipo de medição efectivo!?

Para quem estudou, por exemplo, Cálculo Infinitesimal, onde dentro de suas valências se estuda o cálculo de probabilidades, não deixa de ser curioso, que no dia 13 de Maio, quando se celebra a aparição de Fátima, e por coincidência, por volta das 13 horas, ocorra um fenómeno óptico natural, um enorme halo solar.

"Um halo é um anel de luz que rodeia um objecto.
Os halos formam-se a 5-10 quilómetros (3-6 milhas), na troposfera superior. A forma e a orientação particulares dos cristais são responsáveis para o tipo de halo observado. A luz é reflectida e refractada pelos cristais de gelo e pode dividir em cores por causa da dispersão, semelhante ao arco-íris.
Um fenómeno natural que ocorre quando existem cristais de gelo na atmosfera e a luz do sol os atravessa, e é relativamente comum, até é possível vê-los em redor da lua às vezes." (fonte wikipédia)

Vem a propósito, que no distrito de Leiria, exista um dos maiores portais multi-dimensionais deste planeta, cujo centro, é precisamente na Cova de Iria. Um verdadeiro vórtice energético que funciona como link entre mundos, ou melhor, dimensões existenciais.

Quando por um lado, na ciência se refugiam os conhecimentos do até agora alcançado, em termos de conhecimentos, ganhando a percepção de que ainda há muito por descobrir, sem esquecer todos aqueles, que se refugiam na explicação científica, omitindo por receio, o tudo infinito. Por outro lado, temos a religião, que seca a liberdade criativa do pensamento, quando perante o que ainda não se descobriu, ou seja, o inexplicável, se argumente que "misteriosos são os caminhos de Deus".

E já agora, que se especula em números e eles podem ser manipulados de várias formas, o autor deste blog, nasceu a 31 - 13 ao contrário - de Maio, em Lisboa e pasme-se, na freguesia de Nossa Senhora de Fátima.

Qual a probabilidade de após biliões de anos do Big-Bang, estar um gajo sentado à frente do computador a escrever isto que você está a ler? É essa improbabilidade dum desenrolar de variadíssimos factores conjugados e encadeados no espaço e no tempo que nos torna especiais, a centelha da vida.
Qual a fórmula matemática que calcula essa probabilidade?

A fé, não é propriedade de nenhuma organização. Ela é intrínseca na nossa essência de ser.
Da fé, pela fé e na fé, existimos e interagimos, cada um na sua concepção de verdade em múltiplas dimensões.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Blog Extrafísico faz 3 anos



Hoje o blogue Extrafísico faz 3 anos de existência virtual. Os 3's pois...
Vai continuar na linha que sempre teve - ou as linhas - a de que tudo é passível de ser opinado, sem compromisso de qualquer tipo.
Aqui é um espaço de pura liberdade de opinião. As opiniões não são para se gostar ou deixar de gostar, nem as pessoas tem de concordar todas umas com as outras, cada um tem a sua em tudo o que preenche a vida de cada um, portanto é normal cada um ter a sua nos diversos assuntos, como também, não temos todos de andar aos beijinhos. Isto é algo que as pessoas em geral têm alguma, senão muita dificuldade, em compreender.
É a ignorância do ser que não entende que o outro possa pensar diferente, pois cada um pensa que pensa melhor que o outro.

Também se objectiva neste espaço, uma coisa muito difícil, a abertura mental para outras realidades, realidades não físicas e que a vista humana não vê, mas que a para-inteligência pode alcançar e aí entrar e abraçar a multi-dimensionalidade.

Logo aqui, é um local em que as pessoas podem estar à vontade.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Natural Mystic Live


Entre montanhas e escarpas, entre boas e más ondas, vivem os que respiram em sintonia contrária ao pulsar do piso que pululam.
Da pobreza à riqueza, seja, espiritual ou material, sejam as duas misturadas. Vive-se em razões separadas. Fruto do caos organizacional do que não tem jeito de ser de outra forma.

Será a ordem natural das coisas?
Ou será a aleatoriedade de destinos imprevisíveis?
Ou outra qualquer coisa?
E o que é a coisa?
Porque não questionar a coisa?
E se a coisa não existe?
Daí outra coisa existirá?
E se for nada?
Será o nada alguma coisa?

Sendo que a grande maioria believe apenas e só no que vê, ouve e lê (por outro iguais a eles, believers das mesmas coisas), constatam uma verdade vestida de mentira. São uma fracção de existência temporal.
Se é que, quando supostamente deixarão de existir, não levarão nada e sem hipótese de negociação, o que os faz correr tanto?

Uma doce menina manifestando-se noutro estado dimensional, enquanto seu corpo físico se encontrava em estado de cataplexia projectiva consciente com um elevado percentual de lucidez questionava - Me diz! Vem cá, como é a morte?
Enquanto um grupo de senhoras se aproximavam da conscin, uma delas diz - A morte é como a vida. Olha eu não morri, continuo viva. Estou aqui como se estivesse viva, só que de maneira diferente.

Tudo é como tudo. Uns bradam aos céus, outros auspiciam ao convencimento de outros e mais 1001 daqueles outros.
Tudo é possível, até as impossíveis...

Não acredite no que leu, nesta cantiga, nesta lenga-lenga. Se acredita pesquise, questione e principalmente, tome em conta as experiências que viveu e vive.
Sem esquecer que em tudo também existe em paralelo o lado negro da questão, é como se fosse uma segunda matinée.