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domingo, 27 de junho de 2010

A vida é bela

A vida é bela, é certo, mas em concomitância se diz também, que são os Homens que estragam ela.
Não deixa de ser uma "duvidoilaire" de substância ou até mesmo as pessoas que experimentaram abduções extra-terrestres ou até mesmo um desdobramento do corpo físico.
Quando perecem dezenas, senão centenas de vítimas de factos ocorridos, o que é que é mais gravoso?
O sucedido pela natureza ou o perpetuado pelo o homem?

O taxista que pára o carro com três pretas no banco de trás e que faz o sinal. Nisto vem o Omar que diz, eu conheço-o, está tudo bem. É como a enfermeira que aparece no público do Preço Certo a fazer o sinal de O.K., zero killings, tudo bem.
É que no carro lá fora estacionado no parque das merendas, ele olha para um lado "zero", olha para o outro "zero", 007. Está tudo bem! Mas nunca fiando...

A relatividade do tempo e da alma, quando estamos atrasados, o carro da frente não anda, os semáforos ficam vermelhos, todos parecem lentos. Quando estamos com tempo de sobra, na mesma situação, contemplamos, até vemos os passageiros do carro vizinho, quem passa na rua, olhamos o céu, e quem no paralelo e trapézio, nos circunda em 3D, de momento.
A mesma pessoa, a mesma situação, mas em estados de alma diferentes. Parte do equilíbrio está aí, ser o mesmo em situações opostas.

Não que, através do método científico, o das super-cordas, ou dois dedos em certa posição provoquem "squirtings" de elevada intensidade.

Nota: o pantomineiro da foto acima, é nem mais nem menos, que o Zorze, em plena sessão de energização planetária sincronizada.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Sentimentos Profundos


Decorreu no sábado passado ao final da tarde, a apresentação por parte da editora edita-Me do livro "Sentimentos Profundos" da poetisa Susana Custódio.
Realizado no Palácio das Galveias em Lisboa, junto ao Campo Pequeno, antigo Palácio dos Távoras, que foi adquirido pela Câmara Municipal de Lisboa em 1929. Para instalar o Arquivo Histórico-Cultural, desde 1931 é Biblioteca e Museu.

Susana Custódio amiga de um amigo - que já não está entre nós - lembra o velho e muito assertivo provérbio popular - Amigo do meu amigo é meu amigo. Nem mais, digo eu!
Poesia forte, intensa, emotiva e muito profunda, são as características plasmadas nos seus "rabiscos" (tal como a própria lhes chama). Da edita-Me fica a nota pela excelente organização, desde ao pianista Pedro Lopes, às declamações poéticas muito conseguidas até à parte final com um belíssimo Vinho do Porto e bolinhos a condizer.
É um livro que recomendo vivamente.
Alguns excertos da obra (apenas os mais curtos):

É esta a minha vida fingida
É fingindo que amo
É assim que amo
É assim que vivo
É assim que ando

Pensei em pintar o vento
Fui ao campo para o agarrar
Chegou em mim poisou
Sublimei-o, voou... a cor nem a vi

Encontro
Aportaste na minha vida qual furacão
Depois, devagar vieste até mim
Atrevido, de olhar intenso...

Eu disse o teu nome e sorriste
Deste-me a mão, partimos os dois
E perdidos andámos naquele jardim

Carregando rubras emoções

Quantas vezes trilhámos aquele chão...

A Vida
Acordo de repente para a vida
E nesse extraordinário instante
Eu desejava-a já inteiramente sentida

Plena de amor! Dum amor divino
Mas como saberia eu quão distante
Me encontrava desta vida sem destino
A vida naquele instante pareceu-me extraordinária!

Agora já sentida, sei que fui uma visionária!...

Recados ao vento
Carinhoso vento... sopras mansinho
Trazendo a brisa, me acalma
No cabelo, fazes um redemoinho
E vais dando alento à minh'alma

Vento sopras, forte p'lo caminho
Sobre céus, oceanos, sem veres vivalma
Chegas e poisas na face um beijinho
Que o meu amor enviou na tua palma
Vento! És tu o meu grande castigo
Por que teimas em brincar comigo?
Não vês como me sinto perdida?

Vento, por que voltas e me beijas o rosto?
Não consegues sentir o meu desgosto?
Ala em mim e leva-me desta vida...

domingo, 29 de novembro de 2009

A magia existe


Quem disse que não existe? Quem pergunta, pergunto porque deixou baixar os braços... Da mente.
Da morte, horrível, horrível... É compensada por renascimentos, de anjos e arcanjos. Por células inteligentemente activadas, directas do útero da mãe, magia é feita e assistida por todos, todos os dias.
Em 6,7 e 8 rir, rir muito. Celebrar a vida.
Não sabemos tudo, pelo menos eu não sei!

A foto acima tem pouco de tempo, pois foi tirada há pouco tempo. Momento vivenciado por comparsas, momentos... Estamos aqui e depois estamos ali ou além.
A Princesinha que me fará abrir portais multi-dimensionais, poderá ter-me achado, pois eu singelo, não acho, deixo-me ser achado. O que virá, virá ...?
Não é uma questão de gostar de viver, apenas tenho de percorrer este caminho. Mas, no meio, embrenho-me nas suas mil e umas magias.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Caetano Veloso é de Marte ?

Há que ter calma. Não é bem assim e daí talvez, quem sabe?
A voz de quem canta no vídeo em baixo, é de um colega meu e principalmente de um grande amigo.
Coisas em desuso, nos dias de hoje. À medida que a robotização víral se vai alastrando nas mentes desprotegidas de tão "inocente" espécie. Aquela a que começa a ser chamada de suposta humana.
Que sem perceber, por poucos é cada vez mais manipulada. E a cada segundo que passa, a uma velocidade meteórica.
Vai perdendo certos conhecimentos inatos, como, com um simples olhar se estabelecem canais de comunicação, algumas vezes em situações de elevada complexidade, de tensão extrema e até de processos judiciais do foro criminal.
Situações de aparente descalabro, ultrapassados com desdém, de quem sabe relativizar a perigosidade das situações.
Escreve maravilhosamente bem (a formação em Letras, parece que ajuda) e canta com soberba competência.
Padece do fenómeno de Obélix, em pequenino caiu numa grafonola gigante. Quanto fechamos a cancela à insanidade deste povo perdido e sem objectivos, canta de tudo. Muitas vezes dizemos, canta isto ou aquilo e o som sai perfeitinho, tal como o original. O ecletismo musical é compartilhado por mentes livres que não se confinam a modas ou a palas mentais.
Também me corrige "alguns" pontapés na gramática que vou dando neste espaço virtuelle.

terça-feira, 14 de abril de 2009

1º Encontro Blogosférico "No Caminho da Mudança"

No Sábado passado realizou-se na Costa da Caparica o 1º Encontro Blogosférico "No Caminho da Mudança". A organização esteve a cargo de um dos colaboradores - o CRN - do Blog Cheira-me a Revolução! . Blog que na minha insuspeita opinião, um dos melhores da blogosfera lusa, pela sua riqueza cultural, diversidade de opiniões e como desestruturador de "verdades manipuladas" de efeito robótico e anestesiante de populações alienadas da realidade em concreto. Ao organizador as felicitações pelo o empenho pessoal que deu ao evento.
Compareceram outros bloggers e demais convivas que num almoço/debate, imbuído dum espírito de fraternidade, partilha e respeito for várias formas de pensar o Mundo, conviveu-se e partilharam-se experiências e histórias. Nomeadamente os mais velhos que com sua sapiência adquirida fruto da experiência de vida, vão passando mesologias vividas.
Todos com uma profunda convicção de que o que nos governa tanto a nível nacional, tanto a nível internacional - NÃO PRESTA! Nem prestou no passado. Portanto o futuro está nas nossas mãos e como diz um grande camarada - Juntos temos o Mundo na mão!
Não poderia de deixar de salientar a elevada qualidade intelectual e consciencial dos presentes, e que, estou certo de que no próximo evento seremos ainda mais.
Após o almoço o amigo Samuel, com brilhante interpretação e música, brindou-nos com o que a música numa das suas várias facetas pode ter como mensagem, discernimento, luta e beleza plástica.



segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Extrafísico faz um ano

Aí está. Um ano de actividade blogosférica.
Veja aqui o primeiro post deste blog. Cumpriu na íntegra o seu programa e vai continuar a cumprir.
Espaço virtual, que, não pede licença a ninguém, tem a licença na concepção do seu autor para difundir o que quer que seja. Mesmo ideias que à partida a maioria das pessoas não entendem.
Como este blog não é classificável do ponto de vista régio, a linha editorial irá seguir o mesmo rumo, falar de tudo e do que me apetecer.
Neste ano passado tive o previlégio de conhecer outros bloggers, pessoas de grande qualidade consciencial. Outros ainda virtuais. Da lista de blogs amigos, tenho o orgulho de conhecer a maior parte fisicamente, os outros, não tardarei a conhecê-los.
Agradeço também aos amigos e colegas, pelos seus mails e conversas, inspiraram muitos posts. Às consciex's que construiram um departamento consciencial para este espaço virtual, o meu Salute You.
Para aqueles que querem determinar regras e leis para a blogosfera, deixo uma mensagem clara - Fodei-vos, ide-vos foder (tal e qual uma amiga nortenha).
Este blog potenza, irá fornecer informação e energia para quem dela necessitar. Tal como uma espada racha ao meio concepções que outros quiseram para domínio de massas.



O hino actual do blog, Vangelis - Alpha.

domingo, 7 de setembro de 2008

A Festa

Realizou-se dia 6/9/2008 mais um convívio blogosférico na Festa do Avante de 2008. Festa a que aderiram milhares e milhares de pessoas numa Festa que se pauta habitualmente pelo convívio fraterno e solidário entre os presentes, em que, o PCP se dá a conhecer anualmente a quem o visita, principalmente, jovens.
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Não sendo comunista, o autor deste blog partilha alguns ideais, que, deveriam ser intrínsecos à Humanidade.
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Quanto ao jantar apareceram cinco novos amigos bloguistas, dos quais alguns já tinha relacionamento virtual, a que foi um prazer os conhecer pessoalmente. Aumentando este grupo blogosférico que não se deixa de conformar com o actual estado das coisas.
As fotos em baixo são do amigo Ferroadas.

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Em questões de Ser e Não Ser constata-se apenas que existe o preconceito de quem é contra o ser comunista e também de quem é contra de quem não é comunista. Fenómenos românticos muito bem dissertados pela escritora francesa Vivianne Forrester - O Horror Económico.

Por isso, com uma visão estratosférica, obtém-se uma visão de conjunto melhor do que uma visão mais terrena e condicionada, metafóricamente falando.

Este Blog é contra a intolerância de opiniões e contra palas mentais.

sábado, 23 de agosto de 2008

Cidade Sol

Uma urbanização construída nos finais dos anos 70 pela Compave e que depois passou a admnistração para a Sapul. Eram 63 ou 64 prédios, hoje são mais. Vivi ali dos 6 aos 13 anos, vivi ali tempos fantásticos da minha infância. Ontem e hoje não sei porquê andava a recordar esses tempos. Nostalgias.
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Lembrei-me dos meus amigos da altura eram; pretos, monhês, caras pálidas e alguns macaenses. Jogávamos à bola, faziamos campeonatos de corridas, muita bicicleta, andávamos à porrada entre muitas outras - grandes tempos. Nas nossas cabeças não havia a concepção de racismo, pois éramos todos iguais, miúdos que apenas queriam brincar, nem sabíamos o que isso era. Na altura estava na moda o hóquei em patins, improvisávamos uns sticks, as balizas eram de ferro de umas obras abandonadas e que eram iguaizinhas às verdadeiras, e com, uma bola de ténis faziamos campeonatos do caraças. Quando os meus Pais mudaram para a cidade a questão do racismo fazia-me alguma confusão. O pensamento era diferente e não entendia bem o porque é que se fazia diferenças.
Racismo? Mas não somos todos da mesma raça, a Humana?
Por isso, digo-vos em boa verdade que o racismo é uma das maiores estupidezes da humanidade.
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No verão ia um mês para a casa dos Avós.
Do lado paterno para uma aldeia ao pé de Viseu, quando chegava era uma alegria. A miudagem juntava-se todos os dias para brincar às escondidas. Recordo-me do Zézinho meio embrutecido das sopas de cavalo cansado. Quando acompanhava o meu Avô à taberna, taberna multi-disciplinar, pois era, café, mini-mini mercado e jogáva-se às cartas forte e feio. Apostavam copos de tinto carrascão cheios quase a verter e bebidos de penalti e pumba com toda a força no balcão. Cada cartada era jogada com estrondo na mesa. Homens do campo humildes e com uma força tremenda, diziam que a força vinha da carne, do vinho e do bagaço. A garagem era uma adega e na sua sombra fresca bebiam um tinto, comia-se um presunto com pão e cortava-se umas fatias de queijo com a navalha, enquanto observavam os putos reguilas a jogarem à bola e falavam dos tempos difíceis que tinham passado. Putequinho cheguei a fazer vindima na adega do meu Avó e dos amigos. Viviam em comunidade e ajudavam-se uns aos outros. O tinto que fazia era fraquinho tinha prá aí uns 10º (mas era de qualidade pois não tinha misturas químicas) e guardava um pouco da colecta para fazer aguardente.
Acompanhava a minha Avó às vezes à praça, ela e as outras velhotas levavam as cestas pesadas na cabeça com um equilíbrio notável. Vendia couves, agriões, grelos e batatas do próprio quintal. Não tinha a quarta classe mas fazia contas com uma habilidade natural.
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Os outros quinze dias eram em Castelo Branco, local dos Avós maternos, no centro da cidade. Os amigos eram os filhos do dono do café ao lado, o filho de um dos sócios da Pensão à frente, o filho do Alfaiate da outra rua e outros que apareciam. Iamos para o parque da cidade, andavámos de baloiço até chegar à altura da trave que o sustentanva e atirávamos-nos para a frente a ver quem chegava mais longe. Os joelhos andavam sempre raspados e tingidos de mercúrio. Iamos também para o Passeio (só albicastrense é que percebe) onde ficava o meu Avô com os outros velhotes a falarem da Vida, dos problemas, de África e do País. À noite brincavamos às escondidas até tarde. Hoje é impensável.
A minha Avó tinha montes de livros e dava-me a ler os livros dos adultos, estimulando no neto o gosto pela leitura.
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Viseu e Castelo Branco cresceram são cidades diferentes dos meus tempos de criança. Vou a Viseu para visitar a minha Avó viva. Aproveito para ir ao cemitério da aldeia, umas das vezes sózinho, deixo-me estar quieto e respeitando o local, observo as fotografias das campas, estão lá todos os velhotes da minha infância, a minha Avó é a última viva daquela geração. Fico quieto e recordo-me daqueles tempos, com o efeito de evocatio, começam a aparecer, faz um friozinho (do tipo brisas), cirandam à minha volta, trespassam-me cheios de pensamentos da época que lhes faço recordar, deixo-me estar um pouco cá e com um pé lá. Volto ao intrafísico e vejo uma velhota ao fundo a lavar a campa dos seus entes queridos. Volto para o carro e vou-me embora.
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De vez em quando vou à Cidade Sol de carro, hoje guetizada e degradada, olho para o parque infantil votado ao abandono, até me dá um nó na garganta. Quando antes impecável e com as pinturas da associação de moradores da época, vibrava com a criançada.
A incúria dos governantes locais e centrais, induziram a política dos bairros sociais, para varrerem as barracas das cidades criando guetos incontroláveis sociologicamente.
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Hoje as crianças vão para a escola acompanhadas e têm um carro da PSP Escola Segura para os proteger. Criam-se hordas de monstrinhos, que ficam em casa a jogarem na playstation ou na internet através do msn com uma linguagem do tipo - kero, axo, pq, etc. Promove-se o individualismo e o consumismo desenfreado. São os pequenos ditadorzinhos dos pais. Que geração estamos a construir ?
O mundo mudou e para pior. Existe quem faça por isso.
- Promovem a insegurança para venderem a segurança.
- Promovem a necessidade para venderem ao consumo-dependente o produto.
- Promovem a "Ideia de ser feliz" para venderem a felicidade.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Festival da Eurovisão

Hoje no meu zapping televisivo vejo por uns minutos que estava a dar o Festival da Eurovisão, mudei logo de seguida, pois já não tenho paciência para essas coisas. Mas como não controlamos a nossa mente lá fui ao baú das recordações mentais e lembrei-me do Festival de 1986 realizado na Noruega e ganho por Sandra Kim da Bélgica. Foi a 3 de Maio de 1986 ainda não tinha feito 12 anos. Era um putequinho.
Na escola havia um colega de raça asiática que tinha uma paixão avassaladora pela menina cantora. Era segredo, mas toda a gente sabia. Isto trouxe-me recordações dos amigos da altura (quase que dá vontade de chorar, de saudade). Cada um seguiu sua vida e nunca mais nos vimos. Que belos tempos, não tinha preocupações, e o Mundo para mim era algo sério e ordenado, vamos crescendo e pensando ...
Foi também o ano em que Portugal entrou na CEE, e o ano do Mundial de Futebol - México 86.
Como o tempo passa ?
Aonde estava você em 1986 ?

domingo, 23 de março de 2008

Convívios

Desta vez são convívios para ser diferente de jantaradas.
No tempo dos Romanos o Senhor ficava semi-deitado e comia até mais não, com os seus escravos a servirem os seus desejos insanos.
Por lá já passamos, hoje, é diferente. Temos jantares de vários tipos e com diferentes fins. Mas na base o que interessa é a nossa sobrevivência.
O vídeo abaixo é do jantar de natal (Dez. 2007) ali ao pé do Cristo-Rei. Falta o Sr. Tito pois teve quer ir ao Aeroporto. Como se pode reparar, somos os últimos clientes (algo que me acontece com frequência) do estabelecimento comercial. Normalmente é a hora mágica onde se falam as coisas certas - isto sou eu a dizer.

Meu Amigo Escudeiro não te estejas a rir que no jantar de 4 de Abril vou-te apanhar.
Não tendo nada a ver a seguir um vídeo mais internacional, ante ontem num restaurante indiano que abriu recentemente com pessoas de quem muito prezo. Amigos intrafísicos reurbanizados no Novo Mundo.
Ricardo Salazar (irmão de Silvia), o Ricardo de Rio original, George - the global Men - Pais de origem Ucraniana, nascido na Argentina e vida feita nos E.U.A., financeiro de elite (ou como se diz no Brasil, financista) nos Bancos Mundiais. Um verdadeiro Globetrotter da alta finança. Certa vez perguntou-me: - You work in a Bank? E eu disse: - I´m just a banker boy. E ele disse: - Ah, ok. E ficamos devidamente posicionados.
Depois aparece uma conscin da mais alta qualidade (do melhor que eu já vi) Silvia Salazar, nascida em Imperatriz, mas, crescida em São Luiz, capital do Maranhão, Brasil. A seguir Nathalya menina bonita mas muito arisca.
É aqui que vejo como o tempo passa, a última vez que tivemos assim à volta de uma mesa foi em Madrid em Janeiro de 2004, no ano do atentado. Como o tempo passa.


A seguir num Bar com a junção de mais duas conscins, uma portuguesa e outra venezuelana (como gosto de dizer Benezuelana).



E este já foi à mais tempo, algures, numa noite por aí com outras personagens. Lembro-me agora que foi no dia que jantei com o Tito que se foi embora depois do jantar. Olha o que tu perdeste! Puro assédio Extrafísico.



P.S.: Com tanta jantarada e almoçarada não eu de estar gordo. Pois é. Como dizia o nosso amigo TT.