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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Vôo Rio de Janeiro - Lisboa


O vídeo em baixo foi filmado num vôo de regresso entre o Rio de Janeiro e Lisboa. Uma excelente aterragem do Airbus 330 da TAP, onde podemos vislumbrar o amanhecer da lindíssima cidade de Lisboa, avista-se também a beleza do Rio Tejo, bem como, uma parte da cidade de Almada.
Este pequeno filme (as imagens pela sua enorme beleza é aconselhada a visualização em écran inteiro) foi efectuado pelo Comandante da TAP António Escarduça, que colocou uma câmara no cockpit da aeronave, e ao que parece, existe a promessa de mais magníficas filmagens deste género.

Aproximação e aterragem na pista 03 de Lisboa, Portugal (LPPT).
Approach and landing rwy 03 at lisbon airport (LPPT), Portugal.


sábado, 8 de maio de 2010

David Icke em Lisboa


David Icke, um dos mais controversos pensadores da actualidade, vai estar presente em Lisboa em Outubro deste ano.
É um dos mais incoerentes coerentes escritores da nossa era.
Apresenta as suas ideias de forma lógica e simples, a sua verdade relativa das coisas. A verdade é sempre relativa.
Também o mais descredibilizado pelo o sistema que o governa, que o manipula e aquele que lhe traça, digamos assim, o seu destino.
Sem esquecer que a Religião, a Ciência e a Política, têm os seus próprios afunilamentos de pensamento, uma certa forma de padronização, que aparentemente não é percebida.

Pode consultar mais no site que organiza o evento, Lux Citania, ou também no site oficial de David Icke.
Questione sempre, liberte-se das suas amarras conscienciais, seja livre, pelo menos no pensamento.

Voltarei a este tema...

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Sentimentos Profundos


Decorreu no sábado passado ao final da tarde, a apresentação por parte da editora edita-Me do livro "Sentimentos Profundos" da poetisa Susana Custódio.
Realizado no Palácio das Galveias em Lisboa, junto ao Campo Pequeno, antigo Palácio dos Távoras, que foi adquirido pela Câmara Municipal de Lisboa em 1929. Para instalar o Arquivo Histórico-Cultural, desde 1931 é Biblioteca e Museu.

Susana Custódio amiga de um amigo - que já não está entre nós - lembra o velho e muito assertivo provérbio popular - Amigo do meu amigo é meu amigo. Nem mais, digo eu!
Poesia forte, intensa, emotiva e muito profunda, são as características plasmadas nos seus "rabiscos" (tal como a própria lhes chama). Da edita-Me fica a nota pela excelente organização, desde ao pianista Pedro Lopes, às declamações poéticas muito conseguidas até à parte final com um belíssimo Vinho do Porto e bolinhos a condizer.
É um livro que recomendo vivamente.
Alguns excertos da obra (apenas os mais curtos):

É esta a minha vida fingida
É fingindo que amo
É assim que amo
É assim que vivo
É assim que ando

Pensei em pintar o vento
Fui ao campo para o agarrar
Chegou em mim poisou
Sublimei-o, voou... a cor nem a vi

Encontro
Aportaste na minha vida qual furacão
Depois, devagar vieste até mim
Atrevido, de olhar intenso...

Eu disse o teu nome e sorriste
Deste-me a mão, partimos os dois
E perdidos andámos naquele jardim

Carregando rubras emoções

Quantas vezes trilhámos aquele chão...

A Vida
Acordo de repente para a vida
E nesse extraordinário instante
Eu desejava-a já inteiramente sentida

Plena de amor! Dum amor divino
Mas como saberia eu quão distante
Me encontrava desta vida sem destino
A vida naquele instante pareceu-me extraordinária!

Agora já sentida, sei que fui uma visionária!...

Recados ao vento
Carinhoso vento... sopras mansinho
Trazendo a brisa, me acalma
No cabelo, fazes um redemoinho
E vais dando alento à minh'alma

Vento sopras, forte p'lo caminho
Sobre céus, oceanos, sem veres vivalma
Chegas e poisas na face um beijinho
Que o meu amor enviou na tua palma
Vento! És tu o meu grande castigo
Por que teimas em brincar comigo?
Não vês como me sinto perdida?

Vento, por que voltas e me beijas o rosto?
Não consegues sentir o meu desgosto?
Ala em mim e leva-me desta vida...

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Os boys da e@selvinha

Há uns anos e quando já pagava o telemóvel há 40 anos deslocava-me sentadinho num táxi verde e preto pelas ruas de Lisboa, quando de repente ocorre-me uma visão, a entrar claramente no campo do paranormal.
Ao mesmo tempo que tentava situar-me no espaço e no tempo avaliando se não seria uma clarividência viajora, tal o fenómeno que me ocorria.
O motorista do carro de praça era o Sr. Aguiar que ia a guiar o veículo automóvel de forma competente. Ao passar pelo edifício designado por ser a casa dos representantes do povo, a visão ficou mais clara, de cor parlamenta.
A visão era tri-dimensional de formato poligonal, atravessava as paredes. Além de ver, ouvia-se. Ouvia-se um chinfrim contínuo. Era o fim da macacada!
Via macacos em cima de fotocopiadoras. Macacos a morderem faxes. Macacos a comerem outros macacos. Era uma autêntica luta selvática e até pélvica.
Alguns brandiam relatórios, outros cagavam pelas janelas, outros em passos perdidos faziam o pino e com as patas sincronizavam batidas em écrans touch-screen, outros urinavam pelas estátuas, onde 99% da água percorria traços físicos outrora esculpidos cuidadosamente.

Em flashes via pela janela do táxi, pessoas a catar lixo de baldes, alguns sentados ao sol, apesar de estar a chover, uns berravam, outros limpavam. Sempre a acreditar na macacada que lá dentro se pendurava nos candeeiros e fazia: úh, úh, com um leve assobiar.

Espera aí! Vem cá! Me diz uma coisa! Pensei... Pode ser da ingestão de alimentos produzidos massivamente, cheios de larvas e bactérias mas pintados e polidos, são consumidos. Por isso a pele parece meio amacacada, suponho claro...
Desde que se respeitem os normativos vigentes e o clausulado contratado, conforme a lei.

Muitos deles pensavam que eram Tarzan´s, tarzanitos provavelmente...

Em inglês técnico moderno - It's a jungle life.