Porque sim, e ao mesmo tempo, porque não. Esta é a resposta oriunda das profundezas daquilo a que se chama de verdade. A verdade com que cada um interpreta e experimenta, fruto de historiais vividos individualmente, guardados nos mais secretos cofres jamais inventados, a alma de cada um.
Se se realçar, que cada alma é uma fechadura, esconda-se aquele que presumivelmente carrega em si a chave, a chave que abre as avenidas do prazer, donde se esconde, que um vício, tem mais dois ou três.
As avenidas do prazer, ou até duma sensação libertadora, uma espécie de incoerência coerente, libertadora dos mecanismos carnais e físicos, em quais estamos subjugados, por força de processos mentalmente incontroláveis.
Quem domina?
O corpo controla a mente?
Ou a mente controla o corpo?
Enquanto ao mesmo tempo, cada um de nós, é juíz de outros, de terceiros, ao mesmo tempo que praticamos a hipocrisia involuntária de nossa estupidez.
Espelho, espelho meu, existe alguém mais bonito do que eu?
Porque é que a vida é assim ...? Porque, se calhar também em formas que nos ultrapassam, como por exemplo...,
Não magique assim! A vida é o que é... É.
Mais uma dose? Claro que tou afim..., tchin tchin...
Desde que se descobriu o fogo e se inventou a roda, nunca mais parámos. No final do séc. XIX e início do séc. XX cientificava-se a organização da sociedade. Esboços reflexos de mudanças paradigmáticas da vivência social como consequência da Revolução Industrial e dos choques inevitáveis de classes. Ou no séc. XVII se começaram organizar os primeiros cursos inter-missivos, talvez quiçá, a grande alavanca de desenvolvimento da Humanidade, mas ao mesmo tempo, a mais desconhecida. Hoje à beira da catástrofe económica/financeira, social e política, o mundo - ou parte dele - concentra-se numa cimeira climática. Copenhagen, deu lugar a Hopenhagen. Tudo se resume a um enorme mercado de compra e venda de quotas, votos na assembleia geral da ONU e acordos comerciais futuros inter-estados.
O Sol não está para aí virado, se se lembrar de exteriorizar enormes explosões plásmicas, ou a própria Terra mudar ligeiramente o seu eixo e com tudo isso o que acarreta ou até um cometa que se dirija para aqui em flecha e que não mudará sua rota. O que se discute lá, para o futuro do Planeta é quase igual a zero. Por outro lado, se discute o dinheiro, onde e quem o gastará e principalmente quem o lucrará - It´s business, only!
Que fique bem determinado, quantos peidos cada pessoa possa dar, é de uma importância fulcral. Eu quero um Planeta onde possa mandar lixo para o chão, espirrar ao ar livre, mijar na esquina escondida.
Considerando, por exemplo, que de há 5.000 anos a esta parte, o Homem conseguiu o que nós vemos hoje. Segundo o antropólogo Carl Sagan, numa relação proporcional desde a existência do Planeta até aos dias de hoje, a existência do Homem equivaleria a um segundo num ano preenchido de 365 dias. Portanto somos uma gotinha temporal física neste Planeta. E em todo o resto do tempo, quem garante que não houve outras civilizações? Até mesmo mais desenvolvidas? Não serão os Açores o cume de uma grande civilização alagada? Atlântida, por exemplo? Ou outras?
De certa maneira o clima do Planeta, não é estático, bem como a sua geografia, ele é mutante, apenas desconhecemos, a sua razão de progressão. Imagine-se, o enchimento do actual mar Mediterrâneo, aquando da separação da actual Europa e América Latina de África. O quão cataclísmico deve ter sido. A idade do gelo. Depois erupções vulcânicas monstruosas, lançando o Planeta numa paisagem de cinza e daí depois continuar.
Temos uma visão muito restrita, ainda estamos aqui há um nadinha e já julgamos saber tudo, quando em boa verdade, pouco sabemos. Nem nós próprios nos conhecemos quanto mais...
Na senda da mudança da frequência energética do Planeta, hoje assistimos a mais um episódio dessa mudança. Processo iniciado em 2007 e que culminará em 21/12/2012. Segundo alguns, a data. A data, de uma tremenda mudança, que alterará os nossos paradigmas vivenciais. Não é um novo ano 2000...
Hoje abriram-se vórtices, que agora e paulatinamente, irão alterar a frequência. Tecnologia guardada durante milhões de anos. Aqui e agora no Planeta Terra.
No Arkansas, o cristal da Esmeralda da Cura, na Bahia - Brasil, o cristal do Interface Multidimensional no Mount Shasta e por último, na Bolívia, o cristal da Luz do Sol/Lua situado no lago Titicaca.
Atlas é a figura mitológica grega conhecida por carregar o globo em ombros. Condenado para sempre por Zéus, porque com outros titãs atacarem e combaterem ferozmente para alcançarem o poder supremo no Olimpo. Foi também o primeiro rei da mítica Atlântida. Casou com Pleione e com quem teve sete filhas, as chamadas de Plêiades. Além de dar o nome a enciclopédias, também baptiza a primeira vértebra cervical, aludindo ao local onde carregou sua condenação. Caso para dizer, que todos nós temos um Atlas dentro de nós! Além de ser na cartografia, o colectivo dos mapas do planeta Terra.
Peso carregado em vão, pois a falsidade, a hipocrisia e o desmazelo de quem o habita não merecia tal empenho. Vivemos num mundo de aparências, que com as suas hipocrisias condenam hordas de milhões à terrível miséria. Miseráveis esses que sonham com outras vidas miseráveis, a dos supostos residentes do primeiro mundo, que com uma afinada máquina de marketing vendem felicidade até aos ratos de esgoto. Os felizes, são os melhores clientes da indústria farmacêutica, de profissionais da Psicologia e da Psiquiatria, dos terapeutas encartados, do Xanax e do Prozac, e claro, o professor Bambo, também, o mestre internacional Karamba.
No estado actual da civilização, se assim a podemos chamar, ainda esperançamos um Salvador e fazemos muitas queixinhas, muitas queixinhas. O mundo não tem um livro de reclamações, azar meridional! Um espelho mental pode ajudar, na percepção de que o mundo ainda está nas nossas mãos. Conheça-se a si próprio e conhecerá melhor o meio que o envolve.