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domingo, 13 de dezembro de 2009

Algo existe, logo tudo e qualquer coisa

Desde que se descobriu o fogo e se inventou a roda, nunca mais parámos. No final do séc. XIX e início do séc. XX cientificava-se a organização da sociedade. Esboços reflexos de mudanças paradigmáticas da vivência social como consequência da Revolução Industrial e dos choques inevitáveis de classes. Ou no séc. XVII se começaram organizar os primeiros cursos inter-missivos, talvez quiçá, a grande alavanca de desenvolvimento da Humanidade, mas ao mesmo tempo, a mais desconhecida.
Hoje à beira da catástrofe económica/financeira, social e política, o mundo - ou parte dele - concentra-se numa cimeira climática. Copenhagen, deu lugar a Hopenhagen. Tudo se resume a um enorme mercado de compra e venda de quotas, votos na assembleia geral da ONU e acordos comerciais futuros inter-estados.

O Sol não está para aí virado, se se lembrar de exteriorizar enormes explosões plásmicas, ou a própria Terra mudar ligeiramente o seu eixo e com tudo isso o que acarreta ou até um cometa que se dirija para aqui em flecha e que não mudará sua rota.
O que se discute lá, para o futuro do Planeta é quase igual a zero. Por outro lado, se discute o dinheiro, onde e quem o gastará e principalmente quem o lucrará - It´s business, only!

Que fique bem determinado, quantos peidos cada pessoa possa dar, é de uma importância fulcral.
Eu quero um Planeta onde possa mandar lixo para o chão, espirrar ao ar livre, mijar na esquina escondida.

Considerando, por exemplo, que de há 5.000 anos a esta parte, o Homem conseguiu o que nós vemos hoje. Segundo o antropólogo Carl Sagan, numa relação proporcional desde a existência do Planeta até aos dias de hoje, a existência do Homem equivaleria a um segundo num ano preenchido de 365 dias. Portanto somos uma gotinha temporal física neste Planeta.
E em todo o resto do tempo, quem garante que não houve outras civilizações? Até mesmo mais desenvolvidas?
Não serão os Açores o cume de uma grande civilização alagada? Atlântida, por exemplo?
Ou outras?

De certa maneira o clima do Planeta, não é estático, bem como a sua geografia, ele é mutante, apenas desconhecemos, a sua razão de progressão.
Imagine-se, o enchimento do actual mar Mediterrâneo, aquando da separação da actual Europa e América Latina de África. O quão cataclísmico deve ter sido.
A idade do gelo. Depois erupções vulcânicas monstruosas, lançando o Planeta numa paisagem de cinza e daí depois continuar.

Temos uma visão muito restrita, ainda estamos aqui há um nadinha e já julgamos saber tudo, quando em boa verdade, pouco sabemos.
Nem nós próprios nos conhecemos quanto mais...