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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Deus


Na edição de Dezembro de 1990, a revista LIFE identificou 77 nomes, como nomes de Deuses utilizados em todo o mundo, conforme a linguística e crença dos povos.
O termo Deus, foi e é um enorme repositório de tudo o que é a vida das pessoas; as suas responsabilidades, os seus fracassos, os seus sucessos e o que lhe escapa à compreensão, na forma mais imediata de lógica.
O Homem criou Deuses; do vinho, do amor, dos céus, dos trovões e de tudo o que desconhecia. O medo do desconhecimento ficava colmatado com a responsabilidade de um ser superior.
Criou as religiões, em torno de uma figura matriz, o exemplo e a perfeição. Simbolicamente cada civilização atribuiu a sua figura física à beleza máxima geneticamente perfeita de seu povo. Desde o bebé Nestlé - branquinho e de olhos azuis -, ao bebé africano negro Benetton, às representações asiáticas, às figuras do sub-continente indiano do hinduísmo com particular relevância aos Vedas (que vem do conhecimento), até às milhentas de representações tribais espalhadas por todo o planeta e que vivem o mesmo sentir por algo que o conhecimento presente não abarca.

O Homem sempre tentou definir aquilo que não vê, o que não ouve e dessa forma controlar e manipular esse algo incerto aos outros esperançados a uma resposta que derrube todas as questões;

- Igreja Católica: " Deus é um Espírito eterno, independente, infinito e imutável, presente em todos os lugares, que tudo vê e governa o universo. Porque tem inteligência suprema, não tem corpo, nem forma, nem cor e não pode ser compreendido. (Rev. P. Collot, Catecismo Doutrinário e Escritural da Igreja Católica, publicado em Montreal) ".

- Igreja Metodista: " Há somente um Deus vivo e verdadeiro, eterno, sem corpo ou partes, de poder, sabedoria e bondade infinitos, o criador e preservador de todas as coisas, visíveis e invisíveis; e na unidade desta Deidade há três pessoas, de uma substância, poder e eternidade, o Pai, o Filho e o Espírito Santo. (Disciplina Metodista, publicado em Toronto, 1886) ".

- Igreja Presbiteriana: " Há somente um Deus, vivo e verdadeiro, infinito em ser e perfeição, espírito puríssimo, invisível, sem corpo, panes ou paixões, imutável, imenso, eterno, incompreensível, todo-poderoso, de infinita sabedoria, santíssimo, livre, absolutíssimo, obrando todas as coisas de acordo com o conselho de sua vontade imutável e justa, para sua própria glória; é todo amor, graça, misericórdia, longanimidade, abundante em bondade e verdade, perdoando iniquidade, transgressão e pecado, galardoador dos que o buscam diligentemente; é contudo justo e terrível em seus julgamentos; odiando todo pecado e não perdoando de forma alguma os culpados. (Confissão de fé da Igreja Presbiteriana, Cap. 2, Art. 1) ".

Deus somos todos nós, tudo o que existe; a bíblia, o corão e o tanakh e todos os demais são meros livros compilados por pessoas, num contexto de importância que é factualmente relevante pelos determinados contextos dos inúmeros presentes vividos. Daí se possa aferir que a relativa sacralidade é relativa.

Se tomarmos, como por exemplo, as consciências livres, pelo seu desenvolvimento, arcaboiço mental-somático e energético, como deuses, por já não precisarem de corpos físicos para se manifestarem, é sempre bom lembrar, que esse estádio evolutivo, não é o fim, é uma continuação, claro que com outras responsabilidades evolutivas, mas todos nós estamos nesse caminho, provavelmente mesmo antes do Big Bang, ninguém sabe.
Desde a bactéria, do vírus, até às formas mais complexas de existência, todos andamos por aí. Essa é uma verdade relativa de ponta.

E por causa disto, estamos todos ligados uns aos outros...



Gilberto Gil & Marisa Monte - Life Gods

quinta-feira, 13 de maio de 2010

A inteligência e as causas


Vivemos tempos fascinantes e lacinantes, como uma simbiose, misto de felicidade e terror. A manipulação das emoções sempre foi, ao longo dos tempos, a forma de controlar a maioria, o medo, a chave.
E por mais nomes que se dêem, por mais teorias que se inventem ou por mais omoletes que se façam com os mesmos ovos, a questão é sempre a mesma, apesar dos termos da moda das épocas, o controle, o conhecimento e o poder.

Na revolução francesa, embrião da classificação da ideia de direita e de esquerda, à partida nasce de uma contradição insanável. Liberdade e igualdade são conceitos per si contraditórios, existindo um, ocupa o espaço do outro e o contrário também.
Desta gestação contraditória, vem uma espiral sem fim, descorrendo para o infinito absurdo, mas também ocupando o espaço importante das mentes, até à obsessiva e mais inflamada.

A programação mental é tremenda, de tal maneira, que dá a ideia dentro de moldes pré-definidos a hipótese de se supor que se é livre de pensamento.
Não percebendo o indivíduo que apenas discute, dentro de zonas de conforto pensénicas, ideias bem balizadas.
Não consegue libertar-se das amarras conscienciais, nem das coleiras mentais. No entanto veste-se cheio de razão e de dedo em riste grita cheio de si e da sua esperteza. Quando na sombra meia-dúzia se rejubilam pelas suas ardilosas criações.

Não sei se já repararam neste mundo infernal... Mas as ideologias não estão a resultar.

Amanhã e todos os dias que é assim,
haverão pais que não sabem como irão alimentar os seus filhos.
Amanhã morrerão pessoas de fome, fome longa e prolongada. Não, não é aquela larica, por não se ter tomado o pequeno almoço, é fome de dez dias.
Amanhã morrerão milhões de animais criados para serem mortos para alimentarem outros tantos que pela sua inteligência são os seres superiores habitantes deste planeta.
Amanhã serão violadas milhares de mulheres e crianças.
Amanhã nascerão milhares de crianças.
Amanhã milhões serão roubados de seus pertences, esperanças e sonhos.
Amanhã muitos outros serão atirados ao abandono e desprezo.
Amanhã biliões adorarão suas crenças, sejam elas quais forem.
Amanhã biliões farão seus papéis robotizados e formatados.
Isto todos os dias.

Não sei se já repararam neste mundo louco... Mas as ideologias não estão a resultar.

As pessoas acreditam muito. Acreditam muito nas crenças. Nas crenças dum mundo melhor.
Olhem bem à vossa volta. A coisa não está a funcionar.
E a cada dia que passa, já estão com um pé bem dentro, para a passagem, para a outra margem.
Podem esbracejar, saltar que nem uns corsas, mas fintar a biologia é outra história muito mais complicada.
Quem tenta sair desta matrix, metafóricamente dizendo, é imediatamente apontado, por uma manipulação normativa auto-instituida.
Na base quase todos os grupos de ideias, sejam elas políticas, religiosas, sociais, desportivas, mafiosas, económicas, caridosas ou de interesses em geral, o fundo organizacional é comum. Obviamente que individualmente os seus membros apontem as incongruências dos outros, nunca reconhecendo a do seu. Mais, defende com unhas e dentes, as próprias insanidades do seu grupo.
E como todos são incongruentes, todos têm matéria para atacar os outros. Nestas lutas esvaziam-se tensões, perdem o tempo e a energia. Para uma minoria dominante este esganar de tensões é ouro sobre azul, aliás são eles que a instigam e assim, dessa forma dominam descansados.

Não sei se já repararam neste mundo insano... Mas as ideologias não estão a resultar.

Esta canção, "Gimme hope Joanna" de Eddy Grant, que quase toda a gente conhece e que fica muito bem num inocente pézinho de dança, tem uma história por detrás dela. Foi o símbolo da luta contra o apartheid na África do Sul. Joanna representa Joanesburgo.
Uma das muitas insanidades, não deste mundo, mas por quem nele habita.

Give me hope Joanna...



Publicado em simultâneo no Cheira-me a Revolução!

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Extrafísico faz 2 anos...


O Blog Extrafísico faz, precisamente hoje, 2 anos de existência virtual.
Nestes dois anos, a blogosfera permitiu ao autor conhecer outros bloggers, alguns já fisicamente, outros por enquanto na esfera virtual. Tudo pessoas fantásticas.

O Blog em si, continuará o seu caminho, não está preso a nenhum contexto, nem a nenhum assunto em concreto. É um espaço livre e aberto a todos, sejam quais forem as opiniões dos intervenientes.
Pois, e esquece-mo-nos disso amiúde, que afinal todos estamos ligados, nesta vida e noutras. Para já e para quem viva uma existência física, a respiração do ar, liga-nos. Somos mais iguais do que a maioria imagina.

Constatando de que existe um conceito de normalidade e de um politicamente correcto que paira e condiciona a forma de expressar dos seres, porque o medo existe, aqui se plasmará sempre assuntos que saiam desse âmbito e assim não nos esquecermos de nossa matriz central - Nascemos livres e livres podemos ser.
Nesse âmbito, novos conceitos aqui são trazidos. São as verdades relativas de ponta.

Como no Extrafísico, não há medo, pode vir e levar daqui aquela força inabalável consigo, seguir mais fortalecido.
Aqui estará sempre protegido, mesmo que se esvaia de argumentos.

Aqui não se seguem religiões, génios iluminados que formam teorias seguidistas ou qualquer grupo de associação de interesses. Apenas se apreende e extrai-se o melhor dos conhecimentos por outros criados e assim evoluirmos, com o contributo de muitos outros que se deram ao trabalho de interpretar o mundo. Esse caminho continua a ser percorrido por nós, e os nossos contributos mais do que necessários, são a alavanca, numa óptica evolucionista.

Aqui é se livre na sua plenitude, valor que meus progenitores me incutiram e que inteligentemente nunca me enfiaram em religiões, escuteiros, associações, partidos políticos, entre muitas outras, com todo o respeito por todas elas.
Respeitaram e deram-me a oportunidade de interpretar e procurar o conhecimento, dos vários lados das questões.
A liberdade cresceu comigo e eu com ela. Por isso estou sempre bem e de consciência tranquila.
Ela está muito solidificada em mim e na minha visão do tudo e do nada.
E assim continuará a ser... Inabalavelmente...

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

In the Air Tonight


Na madrugada de Sábado para Domingo tive mais uma, aliás, várias projecções extrafísicas. Uma noite mal dormida, em que acordava, levantava-me e depois voltava-me a deitar. Na retina, a coincidência horária. Eram 3H33, eram 4H44 e depois 5H55, um acaso habitual a que talvez dou importância apenas na conjugação dos números, outras tantas, porventura nem ligo.
A certa altura senti que me iria projectar, a energia pairava no quarto, pois sozinho ainda não o faço, quando pelo que sei e pelo que já aprendi tinha a obrigação de fazer muito mais.
Não obstante, algum Amparador com paciência de para comigo, assistiu-me energeticamente. Talvez por eu conhecer o processo, desta vez deixou uma energia espalhada, forte, mas espalhada.
Canalizando e gerindo-a alcancei facilmente a energia vibracional - E.V., estado energético para a ocorrência de projecção da consciência de forma lúcida. A facilidade com que o meu psicossoma (ou o corpo das emoções, o peri-espírito, existem muitas denominações) saía do corpo físico, espantava-me. Não saía nem para cima ou para baixo, como é habitual. Saía rolando para o lado.
Uma das vezes fiquei a pairar, observando o meu corpo estendido na cama. De notar, que este tipo de observação, assusta a quem ocorre este fenómeno desconhecendo o que está a ocorrer. Pois quando se olha de fora para o próprio corpo, dá a sensação que observamos um cadáver. Como consequência, as pessoas assustam-se, sendo depois o coincidir dos veículos de manifestação da consciência, efectuada de forma brusca. A pessoa nesta situação julga que teve um pesadelo ou que tinha morrido, renegando o ocorrido. Quando não tem nada a ver, apenas desconhecimento do fenómeno. Junte-se as religiões, em que cada uma "explica" da pior forma possível estas experiências assustando ainda mais o Ser.
Estas projecções que me ocorreram no fim-de-semana, não têm grande história, fica o facto de os níveis de lucidez serem muito elevados.
Saía pela janela, na praceta onde vivo, via os carros estacionados, o meu, os dos vizinhos. No Parque da Cidade, deu para treinar várias técnicas de voo.
Quando já amanhecia, observava através das janelas, o despertar de alguns vizinhos, que apenas conheço, de vista. Num dos apartamentos, atravessei a janela e entrei. Vi a vóvozita a preparar o pequeno-almoço para a netita que corria de um lado para o outro.

É incrível, constatarmos, depois o que vimos. O posicionamento dos carros, já no meu corpo físico observar pela minha janela, os vizinhos que há pouco tempo os tinha observado noutras situações, as roupas que utilizavam. Não é fruto da imaginação ou da nossa mente, é real, estive lá, observei sem ser observado.

Ao crescente uso e desenvolvimento de tecnologias de espionagem, de observação à distância, satélites e gps's, nós como seres conscienciais, já temos tudo isso, vem inscrito na nossa genética e embutido no nosso cérebro. Apenas temos de aprender a utiliza-la.
Nós, ainda somos um mistério.

domingo, 31 de maio de 2009

Ponto(s) de Luz


Às crianças que podem ser crianças, aquando da morte de um ente querido explica-se, que quando olhar para o céu, um daqueles pontinhos de luz é o(a) tal que fisicamente deixou de existir neste plano.
Pode não andar muito longe da verdade... E bem mais perto do que possa na sua capacidade de entendimento.
No dia-a-dia, contactos, manifestações de presença e de afecto de outras dimensões interagem, todos os dias.
Essa interacção é tremendamente difícil, fugaz e de relance. Às vezes ficam apenas as sensações, o sentimento de presença e por vezes a certeza inabalável de que assim foi.
Quantas vezes observadas por outros em silêncios gritantes, que a ética e o respeito sustém e que nos seguram de uma vontade anunciante, a mão de um Pai que afaga o cabelo da Filha querida, ou a Filha que observa a tristeza dos Pais que põem em causa toda a justiça do Universo e questionam a ida do seu Anjo ou a Mãe Helénica que protege serenamente os seus filhos.
No meio da multidão existem muitas vezes olhos extrafísicos que nos amparam ou simplesmente que nos vêem mais uma vez.
As religiões são as melhores aproveitadoras destas dinâmicas interactivas e todas elas da pior forma possível num contexto de livre desenvolvimento da consciência individual de cada um.
A realidade ou as realidades inter-dimensionais não são de ninguém, apenas coexistem. Ponto. De Luz.
A manifestação ecto-plásmica consoante a energia utilizada dá a sensação de pontos de luz.
Numa vida física não percepcionamos o nosso próprio nascimento e morte. Esta última nem sempre. Mas o principal, o jogo do meio, passa ao lado da maior parte, não porventura as recordações daí obtidas serão objecto de análise noutros futuros, tal como, a forma reactiva de como as vivenciamos.
Não desistir também é opção, tal como uma Árvore que não desiste do último raio solar.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Homo Sapiens Serenissimus

A literatura espiritualista está repleta de referências a seres muito evoluídos denominados, conforme o caso, de Bodhisattvas, Avatares, Mestres Ascensionados, Espíritos de Luz, Espíritos Planetários, Arcanjos, Elohins, etc.
O Homo Sapiens Serenissimus, adiante designado por Serenão, na sua forma mais popular.
O Serenão é definido por esse autor (Waldo Vieira) como “uma consciência altamente evoluída, um verdadeiro epicentro de energias conscienciais de alta potência que opera de forma serena, destituído das emoções a que estamos habituados”. Ainda segundo o autor, o Serenão também aparenta ter grande tranquilidade, equilíbrio, maturidade, discernimento, cosmoética, completo controle biológico da fisiologia do corpo, inclusive das funções vegetativas, do cerebelo, do sistema nervoso autónomo e do próprio metabolismo, empregando inclusive 100% da capacidade cerebral na forma de múltiplas inteligências.
Até onde se sabe, não existem Serenões descritos pela história.
Personalidades formidáveis em todos os sentidos, tais como Gualtama (Buda), Confúcio, Jesus (Gesù di Nazareth), Maomé, Francisco de Assis, Kardec, Ghandi, Conde de Saint Germain, entre muitos outros, nas épocas em que viveram encarnados na Terra, não eram, portanto, Serenões.

Os Serenões tem sua origem a partir do processo natural de evolução da consciência na medida em que essas vão se libertando das amarras que as prendem à teia cármica de reencarnações forçadas, surgidas em virtude da lei da causa e feito. As consciências vão ganhando cada vez mais lucidez e capacidade de discernimento, passando a planear existências produtivas onde passam a trabalhar não somente os diversos aspectos de sua evolução, como também a colaborar mais decisivamente para o progresso da colectividade intra e extrafísica.
Dessa forma, ao longo de várias existências, na medida em que a consciência vai evoluindo ela vai esgotando as possibilidades de aprendizagem na dimensão intrafísica, uma vez que, a cada vida, ela recupera mais rapidamente suas habilidades e poucas coisas passam a constituir desafios para suas imensas capacidades. Assim, a consciência chega a um ponto em que se torna um Serenão e, dando prosseguimento a esse processo, ao esgotar completamente as possibilidades de aprendizagem na dimensão intrafísica, ela não mais tem necessidade de reencarnar, passando a condição de consciência livre.
Para o autor da Teoria dos Serenões (Waldo Vieira), o Serenão constitui a próxima etapa de evolução do ser humano, razão pela qual ele os denomina por Homo sapiens serenissimus.
O Serenão seria um gigante insuspeito, pois nunca deixa transparecer as imensas capacidades que possui. O completo anonimato é uma de suas principais características.

Apresentada oficialmente por Vieira, em 1970, a hipótese da existência dos Serenões fundamenta-se em dois argumentos :

(1) - Se abaixo de nós, seres humanos, há uma série de animais sub-humanos, sem autoconsciência, instintivos, de menor patamar evolutivo, com os quais convivemos há milhões de anos, porque não haveria outras consciências de nível mais avançado?

(2) - Se existem super-criminosos que actuam anónimos, planeando e agindo para promover o mal a outros seres, por quais motivos não pode haver seres humanos superdotados do ponto de vista assistencial, actuando de forma anónima, ajudando milhares de pessoas por meio de seu amplo domínio bioenergético fraterno?

Em sua obra "700 Experimentos da Conscienciologia" Vieira introduziu um modelo para classificar as consciências intrafísicas em quatro tipos distintos, conforme seu nível relativo de evolução:

(1) - Pré-serenão: Consciência que ainda está trilhando as etapas iniciais da evolução. Teria, hipoteticamente, 25% de serenismo, ou seja, 25% das capacidades de um Serenão. A maior parte da população da Terra se encontra nesse nível.
(2)- Desperto: Consciência que não mais estaria sujeita aos assédios (obsessões, encostos) interconscienciais e que teria um grande domínio das suas energias. Teria, hipoteticamente, 50% de serenismo, ou seja, 50% das capacidades de um Serenão.
(3) - Orientador Evolutivo: Consciência responsável pela coordenação de um grupocarma formado por milhares de consciências intra e extrafísicas, orientando-as e acompanhando-as no desempenho de suas programações existenciais. Teria, hipoteticamente, 75% de serenismo, ou seja, 75% das capacidades de um Serenão.
(4) - Serenão: Consciência que atingiu ou que está por atingir o máximo nível evolutivo na Terra.

Os Serenões apresentam 8 características fundamentais e interdependentes, descritas a seguir.

(a) Evolutividade: O Serenão é muito mais evoluído do que a média da população terrestre. Estando em suas últimas encarnações, encontra-se próximo da condição de consciência livre – aquela que não mais reencarna.
(b) Serenismo: O Serenão demonstra ser completamente tranquilo e inabalável sob quaisquer circunstâncias. É essa condição que lhe dá o nome.
(c) Multidimensionalidade: O Serenão actua como um peão ou ponte multidimensional, canalizando enormes quantidades de energias da dimensão intrafísica para a dimensão extrafísica e vice-versa.
(d) Bioenergética: O Serenão actua como uma verdadeira usina de força bioenergética empregada em prol da assistência de outras consciências. Suas energias apresentam um grau de pureza tal que se assemelham muito às energias imanentes, existentes na natureza.
(e) Catálise: O Serenão actua como um catalisador evolutivo, criando, directa ou indirectamente, oportunidades para a evolução das consciências intra e extrafísicas ao seu redor.
(f) Sustentabilidade: O Serenão sustenta com suas próprias energias um certo número de consciências intra e extrafísicas, harmonizando os processos energéticos dessas consciências.
(g) Assistencialidade: Sendo altruísta e fraterno, o Serenão assiste outras consciências extrafisicamente de forma oculta, sem imposições e com total respeito consciencial (cosmoética).
(h) Anonimato: O Serenão ainda não foi formalmente identificado intrafisicamente, mas apenas extrafisicamente. Com grande habilidade, o Serenão passa despercebido pela humanidade, mantendo-se ignorado pela história e pelas consciências que assiste.

Encontrando-se no limiar das existências intrafísicas, os Serenões são capazes, graças ao seu domínio das bioernergias, de realizar proezas que beiram ao inacreditável. Seus demais atributos conscienciais são igualmente extraordinários, principalmente o anonimato do qual se revestem, o que os coloca no contrafluxo da sociedade intrafísica que supervaloriza a imagem pessoal.

Com relação as suas designações específicas, elas foram criadas pelos projectores que os encontraram. Seria o caso de Rosa-dos-Ventos, uma Serenona intrafísica que reside no Rio Grande do Norte, próxima a Natal e Australino, um Serenão argentino. No caso desses dois Serenões, suas denominações foram aparentemente escolhidas em função da localização geográfica em que residem intrafísicamente.
Em outros casos, contudo, são os próprios Serenões que escolhem o nome pelo qual desejam ser conhecidos. Seria o caso, por exemplo, de Ki-Lin, um Serenão chinês.
A Monja, outra das Serenonas reconhecidas.
Reurbanizador, um Serenão oligrofrênico (sem desenvolvimento mental) que residia na Alemanha, desencarnou em 18 de julho de 1990. Segundo Vieira seu desencarne teria causado, dentre outras possíveis repercussões, a morte súbita de pelo menos três paranormais na mesma ocasião (dois deles teriam sido um médium residente em Palmelo, Goiás, e um babalorixá residente em Alagoas), possivelmente por terem sido privados da sustentação energética proporcionada por esse Serenão.






Não tenham medo da evolução. Todos nós atingiremos esse patamar evolutivo. A questão é o tempo que cada um vai levar a chegar lá. Nem que seja pelo cansaço.
A partir de consciência livre, nada se sabe, talvez nossos cérebros ainda não sejam capazes de entender tal forma de existência. Mas aí não mais precisaremos de corpos físicos, libertos de prisões inter-cármicas e de nos alimentarmos de cadáveres animais e vegetais, para sobrevivermos.
Você é um portento de energia e fé (mesmo que julgue que não). Não deixe que essa fé seja dominada por ideias de outro homem, abocanhada por qualquer religião ou ideia dominante. Você nasce livre e se quiser você é livre numa assumpção mais intimista. Você é membro e parte integrante de pleno direito do Universo.
Com toda a serenidade ...


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- Cesar de Souza Machado – Brasília-DF, 15 de outubro de 2003.
- VIEIRA, W. Conscienciograma. Instituto Internacional de Projeciologia. 1a ed. Rio de Janeiro; RJ. 1996.
- VIEIRA, W. Conscientiology research areas. Journal of Conscientiology; Vol. 1 N. 1; International Institute of Projectiology and Conscientiology; Miami, FL; Outubro, 1998.
- Vieira, W. 700 Experimentos da Conscienciologia , 1994.