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segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Homo Sapiens Serenissimus

A literatura espiritualista está repleta de referências a seres muito evoluídos denominados, conforme o caso, de Bodhisattvas, Avatares, Mestres Ascensionados, Espíritos de Luz, Espíritos Planetários, Arcanjos, Elohins, etc.
O Homo Sapiens Serenissimus, adiante designado por Serenão, na sua forma mais popular.
O Serenão é definido por esse autor (Waldo Vieira) como “uma consciência altamente evoluída, um verdadeiro epicentro de energias conscienciais de alta potência que opera de forma serena, destituído das emoções a que estamos habituados”. Ainda segundo o autor, o Serenão também aparenta ter grande tranquilidade, equilíbrio, maturidade, discernimento, cosmoética, completo controle biológico da fisiologia do corpo, inclusive das funções vegetativas, do cerebelo, do sistema nervoso autónomo e do próprio metabolismo, empregando inclusive 100% da capacidade cerebral na forma de múltiplas inteligências.
Até onde se sabe, não existem Serenões descritos pela história.
Personalidades formidáveis em todos os sentidos, tais como Gualtama (Buda), Confúcio, Jesus (Gesù di Nazareth), Maomé, Francisco de Assis, Kardec, Ghandi, Conde de Saint Germain, entre muitos outros, nas épocas em que viveram encarnados na Terra, não eram, portanto, Serenões.

Os Serenões tem sua origem a partir do processo natural de evolução da consciência na medida em que essas vão se libertando das amarras que as prendem à teia cármica de reencarnações forçadas, surgidas em virtude da lei da causa e feito. As consciências vão ganhando cada vez mais lucidez e capacidade de discernimento, passando a planear existências produtivas onde passam a trabalhar não somente os diversos aspectos de sua evolução, como também a colaborar mais decisivamente para o progresso da colectividade intra e extrafísica.
Dessa forma, ao longo de várias existências, na medida em que a consciência vai evoluindo ela vai esgotando as possibilidades de aprendizagem na dimensão intrafísica, uma vez que, a cada vida, ela recupera mais rapidamente suas habilidades e poucas coisas passam a constituir desafios para suas imensas capacidades. Assim, a consciência chega a um ponto em que se torna um Serenão e, dando prosseguimento a esse processo, ao esgotar completamente as possibilidades de aprendizagem na dimensão intrafísica, ela não mais tem necessidade de reencarnar, passando a condição de consciência livre.
Para o autor da Teoria dos Serenões (Waldo Vieira), o Serenão constitui a próxima etapa de evolução do ser humano, razão pela qual ele os denomina por Homo sapiens serenissimus.
O Serenão seria um gigante insuspeito, pois nunca deixa transparecer as imensas capacidades que possui. O completo anonimato é uma de suas principais características.

Apresentada oficialmente por Vieira, em 1970, a hipótese da existência dos Serenões fundamenta-se em dois argumentos :

(1) - Se abaixo de nós, seres humanos, há uma série de animais sub-humanos, sem autoconsciência, instintivos, de menor patamar evolutivo, com os quais convivemos há milhões de anos, porque não haveria outras consciências de nível mais avançado?

(2) - Se existem super-criminosos que actuam anónimos, planeando e agindo para promover o mal a outros seres, por quais motivos não pode haver seres humanos superdotados do ponto de vista assistencial, actuando de forma anónima, ajudando milhares de pessoas por meio de seu amplo domínio bioenergético fraterno?

Em sua obra "700 Experimentos da Conscienciologia" Vieira introduziu um modelo para classificar as consciências intrafísicas em quatro tipos distintos, conforme seu nível relativo de evolução:

(1) - Pré-serenão: Consciência que ainda está trilhando as etapas iniciais da evolução. Teria, hipoteticamente, 25% de serenismo, ou seja, 25% das capacidades de um Serenão. A maior parte da população da Terra se encontra nesse nível.
(2)- Desperto: Consciência que não mais estaria sujeita aos assédios (obsessões, encostos) interconscienciais e que teria um grande domínio das suas energias. Teria, hipoteticamente, 50% de serenismo, ou seja, 50% das capacidades de um Serenão.
(3) - Orientador Evolutivo: Consciência responsável pela coordenação de um grupocarma formado por milhares de consciências intra e extrafísicas, orientando-as e acompanhando-as no desempenho de suas programações existenciais. Teria, hipoteticamente, 75% de serenismo, ou seja, 75% das capacidades de um Serenão.
(4) - Serenão: Consciência que atingiu ou que está por atingir o máximo nível evolutivo na Terra.

Os Serenões apresentam 8 características fundamentais e interdependentes, descritas a seguir.

(a) Evolutividade: O Serenão é muito mais evoluído do que a média da população terrestre. Estando em suas últimas encarnações, encontra-se próximo da condição de consciência livre – aquela que não mais reencarna.
(b) Serenismo: O Serenão demonstra ser completamente tranquilo e inabalável sob quaisquer circunstâncias. É essa condição que lhe dá o nome.
(c) Multidimensionalidade: O Serenão actua como um peão ou ponte multidimensional, canalizando enormes quantidades de energias da dimensão intrafísica para a dimensão extrafísica e vice-versa.
(d) Bioenergética: O Serenão actua como uma verdadeira usina de força bioenergética empregada em prol da assistência de outras consciências. Suas energias apresentam um grau de pureza tal que se assemelham muito às energias imanentes, existentes na natureza.
(e) Catálise: O Serenão actua como um catalisador evolutivo, criando, directa ou indirectamente, oportunidades para a evolução das consciências intra e extrafísicas ao seu redor.
(f) Sustentabilidade: O Serenão sustenta com suas próprias energias um certo número de consciências intra e extrafísicas, harmonizando os processos energéticos dessas consciências.
(g) Assistencialidade: Sendo altruísta e fraterno, o Serenão assiste outras consciências extrafisicamente de forma oculta, sem imposições e com total respeito consciencial (cosmoética).
(h) Anonimato: O Serenão ainda não foi formalmente identificado intrafisicamente, mas apenas extrafisicamente. Com grande habilidade, o Serenão passa despercebido pela humanidade, mantendo-se ignorado pela história e pelas consciências que assiste.

Encontrando-se no limiar das existências intrafísicas, os Serenões são capazes, graças ao seu domínio das bioernergias, de realizar proezas que beiram ao inacreditável. Seus demais atributos conscienciais são igualmente extraordinários, principalmente o anonimato do qual se revestem, o que os coloca no contrafluxo da sociedade intrafísica que supervaloriza a imagem pessoal.

Com relação as suas designações específicas, elas foram criadas pelos projectores que os encontraram. Seria o caso de Rosa-dos-Ventos, uma Serenona intrafísica que reside no Rio Grande do Norte, próxima a Natal e Australino, um Serenão argentino. No caso desses dois Serenões, suas denominações foram aparentemente escolhidas em função da localização geográfica em que residem intrafísicamente.
Em outros casos, contudo, são os próprios Serenões que escolhem o nome pelo qual desejam ser conhecidos. Seria o caso, por exemplo, de Ki-Lin, um Serenão chinês.
A Monja, outra das Serenonas reconhecidas.
Reurbanizador, um Serenão oligrofrênico (sem desenvolvimento mental) que residia na Alemanha, desencarnou em 18 de julho de 1990. Segundo Vieira seu desencarne teria causado, dentre outras possíveis repercussões, a morte súbita de pelo menos três paranormais na mesma ocasião (dois deles teriam sido um médium residente em Palmelo, Goiás, e um babalorixá residente em Alagoas), possivelmente por terem sido privados da sustentação energética proporcionada por esse Serenão.






Não tenham medo da evolução. Todos nós atingiremos esse patamar evolutivo. A questão é o tempo que cada um vai levar a chegar lá. Nem que seja pelo cansaço.
A partir de consciência livre, nada se sabe, talvez nossos cérebros ainda não sejam capazes de entender tal forma de existência. Mas aí não mais precisaremos de corpos físicos, libertos de prisões inter-cármicas e de nos alimentarmos de cadáveres animais e vegetais, para sobrevivermos.
Você é um portento de energia e fé (mesmo que julgue que não). Não deixe que essa fé seja dominada por ideias de outro homem, abocanhada por qualquer religião ou ideia dominante. Você nasce livre e se quiser você é livre numa assumpção mais intimista. Você é membro e parte integrante de pleno direito do Universo.
Com toda a serenidade ...


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- Cesar de Souza Machado – Brasília-DF, 15 de outubro de 2003.
- VIEIRA, W. Conscienciograma. Instituto Internacional de Projeciologia. 1a ed. Rio de Janeiro; RJ. 1996.
- VIEIRA, W. Conscientiology research areas. Journal of Conscientiology; Vol. 1 N. 1; International Institute of Projectiology and Conscientiology; Miami, FL; Outubro, 1998.
- Vieira, W. 700 Experimentos da Conscienciologia , 1994.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

08/08/2008

Já há uns meses que nalguns posts colocava a etiqueta 08/08/2008.
Quando se iria iniciar uma nova energia para o nosso planeta (que começou e é irrevesível) com a abertura do primeiro cristal, e que, se irão sucessivamente abrir um por ano até 2012. Com o início dos Jogos Olímpicos na China, uma celebração da Humanidade, união dos povos e desenvolvimento Humano, logo sub-repticiamente pela calada da noite, o Mal (metafóricamente falando) entra em acção, numa espécie de compensação.
Não existe Bem ou Mal, apenas, sub-desenvolvimento humano em certos dialectos estupidez humana pura e dura.
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Pela calada Olímpica e mediática a Geórgia ferindo de morte acordos internacionais, entra pela Ossétia do Sul, a Abcásia mais montanhosa foi preterida inicialmente. Mata soldados das forças de paz no âmbito da ONU, civis (com crueldade desmesurada), chega até a bombardear uma Universidade. Numa operação preparada antecipadamente com a ajuda, ou talvez comando, dos USA complementada por correntes militares sionistas. Não confundir sionismo (que se julga que já não existe) com os judeus e israelitas em geral. São coisas completamente distintas.
Neste caso concreto a Rússia teve a autoridade moral para intervir, e fê-lo com uma força avassaladora neutralizando a Geórgia de uma forma quase inesperada.
Ensaio para avaliar a capacidade de resposta da Rússia? Pergunta-se.
Os líderes europeus (com algumas submissas excepções)agora hesitam, quando antes seguiam Bush. Este "forçar da barra" americano (bases de mísseis e Kosovo) que coincide com o final do mandato republicano começa a levantar dúvidas nos europeus - dependentes energéticamente da Rússia - e incongruências flagrantes do discurso da admnistração republicana americana. Anseiam pela vitória de Obama, que não muda a base, mas, certamente irá haver um novo pensar na sala oval.
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Tenho para mim que ainda neste século que ainda mal começou, e começou mal - 9/11 -, iremos assistir a Mudança para a Era Consciencial. A Era dos Impérios está em decadência e vai cair. Como ? Não sei ? Nem o grande Zandinga (já no extrafísico) saberia. A questão é, será gradual ou de forma brusca? Será harmoniosa ou dolorosa? Certo, certo é que haverá.
Estes dois Impérios - Usa e Soviético (agora Rússia) - têm as mãos do poder manchadas de sangue. Nem um nem outro são flor que se cheire. São responsáveis pelo acicatamento da grande maior parte dos conflitos armados da segunda metade do séc. XX. Pela sombra, armaram, treinaram, assessoram conflitos locais. O belicismo é uma espiral sem fim. Tinham uma espécie de contagem de cabeças «do nosso lado estão X milhões, do lado inimigo X milhões». Até o nosso Portugalito entrou na contenda, na guerra colonial e depois em 1975. Perde-se ali, ganha-se acolá. Por aí fora, formaram-se governos semi-fantoches que apoiavam um lado ou outro.
A ilusão da discussão de direita e esquerda, foi dada, como ilusão para entreter a massa. O cerne da discussão vai muito para além. Eu sei que isto é difícil de compreender e aceitar. De uma forma ligeira, digo-vos, que é antiga discussão do copo meio cheio e do copo meio vazio. Discussão essa que, com as suas quase infinitas variantes abarca quase todo o leque intelectualizante do cérebro. Porque é que tem de ser assim ou só assim ? Ora nada está acima da crítica e tudo pode ser questionado e debatido, respeitando as diferenças de opinião.
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Quando se é pela Paz, pelo o entendimento humano e tentativa de encontrar canais de comunicação é se acusado de ser mariquinhas pé de salsa. Eu discordo frontalmente, pois sendo LIVRE e não tendo Vacas Sagradas a defender, nem Politiquismo ou qualquer outro ismo a obedecer, nem o endeusamento de pessoas a adorar, posso criticar o que me apetecer mesmo incoerente, pois sou parte integrante do Universo.
Dar a conhecer este tipo de pensamento aos defensores de quaisquer das partes, dói, é um choque consciencial. É um desabar psicológico de toda uma existência intrafísica. É como descobrir que o Pai Natal não existe, que a Fada Madrinha nunca vai aparecer e que Deus na assumpção católico-romana não existe. Até parece que estou a brincar, mas, isto é muito sério.
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A Era da Consciência.

domingo, 13 de julho de 2008

Falun Gong

Falun Gong - Qi Gong da Roda da Lei
Falun Gong é uma antiga forma de qigong. Qigong, o que se traduz como “exercício de cultivo”, é o termo genérico para as práticas de refinamento da mente e do corpo através de exercícios físicos e mentais especiais. Ao longo da história da China e em algumas outras partes do mundo, muitas escolas de qigong têm existido, cada uma com suas características e ênfase próprias. Algumas escolas têm tomado a forma de religião, algumas têm sido transmitidas de um mestre para apenas alguns poucos discípulos, e alguns têm tomado a forma de exercícios populares. Taichi e alguns ramos de Yoga são exemplos de exercícios populares, ao mesmo tempo em que o budismo e o Taoísmo podem ser considerados formas religiosas de qigong, com os primeiros enfatizando o cultivo da mente e a meditação e os últimos prestando uma atenção particular ao refinamento do corpo através de exercícios únicos.

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Em toda a parte do mundo, quando se levanta a questão espiritual, a maior parte tosse para o lado. Tanto medo? Medo de quê?
Na maior parte das vezes automáticamente se responde «eu não acredito, mas respeito», quando o respeito deveria ser a vivência comum. Ou será para certos assuntos? Ou para o desconhecido? Chego à conclusão, que as pessoas só respeitam por medo.

Quando as Falun Gong começaram a ganhar demasiada popularidade o governo chinês por volta do ano de 1996, proibiu os livros e ensinamentos da libertação espiritual do ser humano. Veja-se que até funcionários do governo e generais eram adeptos de tais ideias. Mas o sucesso de tais ideias chegaram a um ponto tal de incómodo que o establishment chinês envergonhado teve que pôr um ponto final à força.
Muitos fugiram, mais foram presos sem julgamento e utilizados para trabalhos forçados. Dos que foram presos muitos nunca mais foram vistos. Especula-se em muitos milhares de mortos. Existem especulações muito mais macabras.

Fotografia tirada por mim em Setembro de 2000, Nova Iorque junto do edíficio da ONU.

Gritam. Gritam, mas ninguém lhe liga. Não são políticos, não movimentam grandes quantidades de dinheiro, não reclamam territórios geográficos. Apenas apresentam ideias para o ser humano. Que é que isso interessa para a grande indústria dos mass-media?


Por que essa seita incomoda tanto o governo comunista chinês?
De acordo com a opinião do governo chinês, vários factores fazem da Falun Gong uma ameaça real.
- o número de chineses que praticam os ensinos de Li Hongzhi possivelmente seja maior do que a afiliação total do Partido Comunista Chinês;
- o facto de a Falun Gong brotar da esperança do melhoramento pessoal e da felicidade do crescente número de seus adeptos, que saem do partido comunista chinês, demonstra que o comunismo foi um fracasso.


Eu acrescento o Comunismo e o Capitalismo além de fracasso é a falência total da organização do Planeta.
Por isso quais sejam os governos, o medo de haver pessoas ou grupos de pessoas que estudam, experementalizam e divulgam a sabedoria espiritual, têm medo. Condicionando-a ou ridicularizando-a.
Num partido político, vende-se um determindado percentual de personalidade, pois, não-se pode discordar com a linha dominante. Na minha humilde opinião, eu não acredito em partidos políticos. Junte-se as religiões e seitas. É tudo farinha do mesmo saco. Perdoem-me os meu caros leitores que não concordem.
A campanha de desinformação do governo chinês levada a cabo contra as Falun Gong foi das mais incríveis. Era uma seita ilegal e demoníaca, a perseguição obstinada e o episódio da auto-imolação encenada em 2001.
Acreditar em políticos, para quê? Pergunto eu.
Neste sentido, os países nórdicos, conseguiram atingir o modelo social mais justo. À base de muitas regras, ou não, estivéssemos a falar da natureza humana.
Mas ...
- Têm as maiores taxas de suicídio.
- Cada vez mais cresce o gosto pelo modus vivendi dos países latino-americanos (a mulata de calção e chinela, com o seu modo de andar desajeitado fascina e seduz).
Por alguma razão será?

Acredito no meu modo naif e incoerente, que, o Séc. XXI será a Era da Consciência. Um Séc. tem 100 anos.
Tenho para mim que se a grande maior parte da humanidade buscasse o conhecimento espiritual o mundo seria infinitamente mais justo (digo que não é preciso andarmos todos aos beijinhos).
Ao contrário da caridade, da doação, da pena, das lágrimas de crocodilo o sentido ético e o respeito pelo o outro é o caminho a seguir.