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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

A sequência de Fibonacci


Leonardo Pisano, conhecido por Fibonacci, compilou uma sequência de números, deriva do seu conhecimento, dando origem a aquilo que chamamos "A sequência de Fibonacci". É uma fórmula simples, somando os números entre si, chega-se a uma conclusão infinita.
Há 1.200 A.C. ... O mais curioso, é que esta sequência numérica, é encontrada, na Vida, e daí se especule, que talvez exista uma "mão inteligente", por detrás de tudo o que experimentamos nestas vidas físicas
Enquanto farejamos provas, uma espécie de ver para crer, desconhecemos que porventura essa assinatura já lá esteja, talvez há milhões de anos.
Se considerarmos, uma consciência livre, livre de um corpo biológico, das prisões inter-cármicas , que nos arrastam em infindas vidas, mais ou menos, melo-dramáticas.
A respiração liga-nos, tal como as doenças, contaminamos-nos, mais ou menos pelas mesmas, num leque muito abrangente, na psico-somática.
As profissões de fé e suas crenças religiosas e todas as outras sub-variantes de manipulação da mente, oriundas da mente de um para os outros, manipular mais outros.
Tal como os radicais livres que circulam nos nossos corpos. O gás altamente corrosivo que nos permite a vida, é o que nos mata lentamente, o oxigénio. A vida por si, é uma contradição...
Por mais legumes e frutas que se tomem, por mais campanhas de vida saudável que se sigam, invariavelmente, um dia iremos falecer. Após tantas vidas, já se deveria entender um pouco mais...

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Deus


Na edição de Dezembro de 1990, a revista LIFE identificou 77 nomes, como nomes de Deuses utilizados em todo o mundo, conforme a linguística e crença dos povos.
O termo Deus, foi e é um enorme repositório de tudo o que é a vida das pessoas; as suas responsabilidades, os seus fracassos, os seus sucessos e o que lhe escapa à compreensão, na forma mais imediata de lógica.
O Homem criou Deuses; do vinho, do amor, dos céus, dos trovões e de tudo o que desconhecia. O medo do desconhecimento ficava colmatado com a responsabilidade de um ser superior.
Criou as religiões, em torno de uma figura matriz, o exemplo e a perfeição. Simbolicamente cada civilização atribuiu a sua figura física à beleza máxima geneticamente perfeita de seu povo. Desde o bebé Nestlé - branquinho e de olhos azuis -, ao bebé africano negro Benetton, às representações asiáticas, às figuras do sub-continente indiano do hinduísmo com particular relevância aos Vedas (que vem do conhecimento), até às milhentas de representações tribais espalhadas por todo o planeta e que vivem o mesmo sentir por algo que o conhecimento presente não abarca.

O Homem sempre tentou definir aquilo que não vê, o que não ouve e dessa forma controlar e manipular esse algo incerto aos outros esperançados a uma resposta que derrube todas as questões;

- Igreja Católica: " Deus é um Espírito eterno, independente, infinito e imutável, presente em todos os lugares, que tudo vê e governa o universo. Porque tem inteligência suprema, não tem corpo, nem forma, nem cor e não pode ser compreendido. (Rev. P. Collot, Catecismo Doutrinário e Escritural da Igreja Católica, publicado em Montreal) ".

- Igreja Metodista: " Há somente um Deus vivo e verdadeiro, eterno, sem corpo ou partes, de poder, sabedoria e bondade infinitos, o criador e preservador de todas as coisas, visíveis e invisíveis; e na unidade desta Deidade há três pessoas, de uma substância, poder e eternidade, o Pai, o Filho e o Espírito Santo. (Disciplina Metodista, publicado em Toronto, 1886) ".

- Igreja Presbiteriana: " Há somente um Deus, vivo e verdadeiro, infinito em ser e perfeição, espírito puríssimo, invisível, sem corpo, panes ou paixões, imutável, imenso, eterno, incompreensível, todo-poderoso, de infinita sabedoria, santíssimo, livre, absolutíssimo, obrando todas as coisas de acordo com o conselho de sua vontade imutável e justa, para sua própria glória; é todo amor, graça, misericórdia, longanimidade, abundante em bondade e verdade, perdoando iniquidade, transgressão e pecado, galardoador dos que o buscam diligentemente; é contudo justo e terrível em seus julgamentos; odiando todo pecado e não perdoando de forma alguma os culpados. (Confissão de fé da Igreja Presbiteriana, Cap. 2, Art. 1) ".

Deus somos todos nós, tudo o que existe; a bíblia, o corão e o tanakh e todos os demais são meros livros compilados por pessoas, num contexto de importância que é factualmente relevante pelos determinados contextos dos inúmeros presentes vividos. Daí se possa aferir que a relativa sacralidade é relativa.

Se tomarmos, como por exemplo, as consciências livres, pelo seu desenvolvimento, arcaboiço mental-somático e energético, como deuses, por já não precisarem de corpos físicos para se manifestarem, é sempre bom lembrar, que esse estádio evolutivo, não é o fim, é uma continuação, claro que com outras responsabilidades evolutivas, mas todos nós estamos nesse caminho, provavelmente mesmo antes do Big Bang, ninguém sabe.
Desde a bactéria, do vírus, até às formas mais complexas de existência, todos andamos por aí. Essa é uma verdade relativa de ponta.

E por causa disto, estamos todos ligados uns aos outros...



Gilberto Gil & Marisa Monte - Life Gods

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Conceitos de Deus, livre arbítrio e destino

Planeta Terra, final de tarde, 2010/09/12

No fruto das religiosidades, ao longo dos tempos, retira-se na casca actual, karmas violentos e imensas vidas interrompidas sem sentido lógico, pelo menos, do ponto de vista directamente proporcional da quaisquer razões de qualquer religião que se defenda.
A uma certa transcendência, que o Homem logo se começou a deparar através dos trovões, dos raios e das explosões, fenómenos tão dantescos e muito acima do seu domínio e de sua força física, foi atribuindo a outras forças superiores, tais responsabilidades. Venerando e celebrando, figuras da sua imaginativa e feitores de tão soberbos eventos, e daí, pressupondo um certo controle naif e obsessivo, ganhar vantagem sobre o outro que invejava ser igual, espelho de si.
Daí até a complexização de hoje nos rituais de benefício próprio, até à hierarquização de códigos, percorreu-se todo um vasto leque histórico, de morte, traição, hipocrisia, exploração do homem pelo o homem, e principalmente, o controle do conhecimento.

Peguemos na hipótese de que os homo sapiens sereníssimus que atingiram a forma evolutiva de consciência livre. Energizam, nessa forma, não planetas, mas sim galáxias, gerem a sua evolução, como também, de forma que se pode não compreender, de que, para melhor evolução, pode passar pela destruição. Todos nós, e isto é importante, todos nós chegaremos a esses patamares, uma espécie de Deus, e decidiremos em conformidade.
Não há superior, nem inferior, num contexto, em que percorremos esse caminho, base central de nossas existências. Todos nós caminhos para lá, mesmo estagnados, em certos pontos não há volta a dar, um novo pulo ocorrerá.

O livre arbítrio, propalado por compêndios avulsos e nascidos sob matrizes ideológicas políticas de outras eras, que definem, regras e comportamentos a ser seguidas e obedecidas por imensas massas de gente, que perderam a capacidade de questionar o tudo, que o envolve e o que vive.
Há na Índia, um templo que guarda o futuro de todas as pessoas em escritos. Se avença, que foram extra-terrestres que deixaram essas escritas dinâmicas.
- Será que já teremos o nosso destino escrito numa folha de papel?
- Será que temos, realmente o livre arbítrio?
- Ou será, que afinal é tudo relativo e temos a ilusão do comando de nossas vidas?
Em boa verdade, se pode questionar... Seremos de facto seres livres?

Se calhar, já somos alguém, poderosos, partes intervenientes do Universo, duma maneira inexorável que nos escapa, por agora, à nossa percepção holística, como conjunto do Ser.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Codex Gigas

É antigo e deveras mistificado o Codex Gigas, o verdadeiro livro do Diabo. Proporcionalmente à Bíblia de Deus, esta é a Bíblia do Diabo.
Conta-se que o Livro maldito agoirava maus prenúncios pelos reinados que passou. Assim a história reza.
Hoje tal gigantesco livro está guardado na Biblioteca Nacional Sueca, com todos os cuidados indispensáveis a tão importante obra.

De uma certa maneira existem entidades malignas. O caro leitor pode questionar-se, respeitar ou ter medo. Mas elas existem, facto. O seu acreditar tem carácter suplente e de pouca relevância conforme "as vistas" da interpretação de cada um.
É facto, existe, e todos nós somos influenciados, ou melhor dizendo, assediados.
Produzimos padrões de energia, por vezes, somos levados a formar determinados padrões energéticos. E na dimensão extrafísica o dinheiro é a energia.
Às vezes por vingança, são imensas as situações que levam à possessão parcial e em casos mais raros a possessão é total.
A mais comum é a parcial, e todos nós somos atingidos, apenas o percentual varia. Como a pessoa normal que não vê o processo e esse acoplamento se centra principalmente nos pensamentos, o indivíduo toma-os como seus. Por isso baralha-se, desorienta-se, não percebe porque momentaneamente pensa em algo fora do contexto ou na reacção/atitude que tem em determinada situação. Desconhecendo totalmente que foi vampirizado energéticamente.
As situações que mais exteriorizam energia são; as discussões, as vinganças, a intenção de prejudicar outro, o ideia do suicídio, entre outras. Quase sempre começa de forma leve essa exteriorização de energia negativa, mas funciona como chamariz tremendo, atrai os espíritos que necessitam desse tipo de energia. Que vão fomentar a ideia, para daí vampirizar o mais possível, levando algumas vezes a pessoa alvo ao total descontrolo emocional desestruturando o seu metabolismo físico.
Estas "mudanças" de personalidade e às vezes ligeiras, a psicologia não consegue resolver, pois o problema não é pessoa física, mas sim, os assediadores extrafísicos que cirandam o influenciado/assediado. São a maior parte dos casos de insucesso da psicologia.
O sexo, por exemplo, é um maná de energia e que por ser propício à imaginação atrai hordas de espíritos.
As drogas e o álcool por abrir as defesas da consciência, torna mais fácil de dominar o sujeito.

Por outro lado, num contexto mais grupal, certos regimes políticos, religiões, associações mafiosas, grupos secretos, são suportadas e ao mesmo tempo alvo de assédio de várias dimensões extrafísicas.
Veja-se o terror das guerras.
O ódio da guerra da Jugoslávia nos inícios dos anos 90 - a limpeza étnica.
Os massacres gigantescos num curto espaço de tempo, como no Cambodja e no Ruanda.
Na história, a lista é enorme.
Por isso há muita gente que diz que "o Mundo és do maligno e que o maior feito do Diabo foi fazer crer que não existe".
A esta frase de senso comum, pode-se acrescentar que na realidade existem muitos Diabos, na assumpção religiosa que define e representa o mal.

Ao mesmo tempo, nas dimensões espirituais existe quem patrocine, ampare e incentive o desenvolvimento da consciência. Na Humanidade existe quem ajude o próximo.
No século XX, repare no enorme avanço da medicina, o avanço das ciências em geral.
O número de pessoas que estudam e pesquisam as áreas espirituais aumenta todos os dias, sem ritualismos, mistificações ou religiosidades do passado.
Rompendo com as organizações que tentam parar ou abrandar com o avanço do conhecimento, nas suas lógicas elitistas de que o conhecimento é poder.

Como o assunto tratado neste post é pesado, deixo um antídoto muito forte, a belíssima Indie Arie - Are you ready for Love ?
O Amor é a maior força energética do Universo, que combinada com o conhecimento é um dos principais alavancadores do desenvolvimento individual, e por aí, no conjunto dos indíviduos nas suas formas de organização, relacional e comunicacional.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Porque é que não nascemos logo no Paraíso ?

Descendemos da macacada mais agressiva, violenta, bélica e má. Extinguimos outras variantes com níveis de desenvolvimento bastante bons. Como carnívoros, ajudou-nos a desenvolver o nosso cérebro mais rápido que os outros, e com, a nossa natureza assassina e pouco tolerante à diferença chacinamos os outros. Agora passado todo este tempo cá estamos com menos pêlos e mais vestuário iludidos que sabemos tudo.
O medo de cair, por exemplo, vem do tempo em que saltava-mos de galho em galho ( Carl Sagan, in Dragões de Éden). Hoje a selva é outra, mas, a informação genética foi passando.
Em baixo o vídeo de Valete (rapper português de grande qualidade) - Revelação - com uma abordagem do tipo católica. Deus e o Diabo.
À parte da religião, politiquice ou status de cada um o vídeo - com música excelente - tem notóriamente cunhas mentais de outras dimensões não físicas, o talento imenso, de Valete não é só deste mundo insano. A força e a raiva contida na letra é supreendente.
O inferno é o Planeta Terra, que, por acaso, é aquele em que nós habitamos por determinado período de nossas Séries Existenciais.
Uma observação do meu colega e amigo Olivar puxou-me para um pensamento - a Pessoa Humana. O Papa e seus seguidores referem com ênfase subliminar e não por acaso à Pessoa Humana. Sabemos que neste Inferno nem todos são Humanos a começar por dentro dessa Instituição e abrangendo toda a sociedade dita Humana.
Meus amigos, não é pessimismo, a natureza humana é tendencialmente má de raíz. Nesta grande Escola-Hospital que é o nosso Planeta, ensinar e tratar é difícil, mesmo muito difícil.
Ajudar - e não esmola (que é apenas a satisfação do ego de quem dá e a perpetuação de quem recebe) - Ajudar (ensinar a pescar e não dar o peixe) o outro sem interesse no estado evolutivo em que nos encontramos é pieguice ou parvoíce. Ouve-se todos os dias alguém a dizer - Eu ajudar! Se ninguém me ajuda? Por que hei-de ajudar os outros?
Temos de vez em quando vislumbres de bondade e ajuda no nosso mapa-mundi como pingos de Amor. Existem por aí espalhados no nosso Planeta algumas consciências que vão remando contra a maré desumana.
As nossas dúvidas existenciais:
- Coca-Cola ou Pepsi ?
- O Bem ou o Mal ?
- O Ser ou Não Ser ?
Temos que ter a ilusão de que escolhemos algo...