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sexta-feira, 11 de março de 2011

Hit the Road Jack


Por mezinhas e no tempo que decorreu, por ter decorrido, o que à partida era presente, é o agora passado, enquanto se vai agarrando o futuro.
Futuro esse, que faz as mentes sonharem, com mentiras e verdades induzidas, pequenos grandes faz-de-contas, apresenta-se por força, dos homens que andam por aí, sombrio, nebuloso e incerto.
Um dia será passado e outros futuros se sonharão...

Por isso, põe-te a pau! Faz-te à estrada!

O futuro que afinal, não vem num ápice, é quase sempre construído a objectivar fins, contendo os percalços.
Em cada época, parece, que vem aí o fim do mundo. Tal como agora parece... mas, de facto, o mundo muda todos os dias, porventura, num outro âmbito, talvez não haja, nem dias, nem noites, mas sim, pura existência. Estar, existir e interagir, com os elementos, conforme os normativos procedimentais dos momentos que permitem a sobrevivência a algo em determinados períodos de tempo, mesmo que seja relativo.
É um jogo trágico-cómico quase arbitrário...

Ó meu, faz-te à estrada!

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Conceitos de Deus, livre arbítrio e destino

Planeta Terra, final de tarde, 2010/09/12

No fruto das religiosidades, ao longo dos tempos, retira-se na casca actual, karmas violentos e imensas vidas interrompidas sem sentido lógico, pelo menos, do ponto de vista directamente proporcional da quaisquer razões de qualquer religião que se defenda.
A uma certa transcendência, que o Homem logo se começou a deparar através dos trovões, dos raios e das explosões, fenómenos tão dantescos e muito acima do seu domínio e de sua força física, foi atribuindo a outras forças superiores, tais responsabilidades. Venerando e celebrando, figuras da sua imaginativa e feitores de tão soberbos eventos, e daí, pressupondo um certo controle naif e obsessivo, ganhar vantagem sobre o outro que invejava ser igual, espelho de si.
Daí até a complexização de hoje nos rituais de benefício próprio, até à hierarquização de códigos, percorreu-se todo um vasto leque histórico, de morte, traição, hipocrisia, exploração do homem pelo o homem, e principalmente, o controle do conhecimento.

Peguemos na hipótese de que os homo sapiens sereníssimus que atingiram a forma evolutiva de consciência livre. Energizam, nessa forma, não planetas, mas sim galáxias, gerem a sua evolução, como também, de forma que se pode não compreender, de que, para melhor evolução, pode passar pela destruição. Todos nós, e isto é importante, todos nós chegaremos a esses patamares, uma espécie de Deus, e decidiremos em conformidade.
Não há superior, nem inferior, num contexto, em que percorremos esse caminho, base central de nossas existências. Todos nós caminhos para lá, mesmo estagnados, em certos pontos não há volta a dar, um novo pulo ocorrerá.

O livre arbítrio, propalado por compêndios avulsos e nascidos sob matrizes ideológicas políticas de outras eras, que definem, regras e comportamentos a ser seguidas e obedecidas por imensas massas de gente, que perderam a capacidade de questionar o tudo, que o envolve e o que vive.
Há na Índia, um templo que guarda o futuro de todas as pessoas em escritos. Se avença, que foram extra-terrestres que deixaram essas escritas dinâmicas.
- Será que já teremos o nosso destino escrito numa folha de papel?
- Será que temos, realmente o livre arbítrio?
- Ou será, que afinal é tudo relativo e temos a ilusão do comando de nossas vidas?
Em boa verdade, se pode questionar... Seremos de facto seres livres?

Se calhar, já somos alguém, poderosos, partes intervenientes do Universo, duma maneira inexorável que nos escapa, por agora, à nossa percepção holística, como conjunto do Ser.