Mostrar mensagens com a etiqueta céu. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta céu. Mostrar todas as mensagens

sábado, 18 de junho de 2011

Sky Dance


Através do sonho de uma menina que deseja dançar com as nuvens, este livro reflecte acerca da importância do intercâmbio cultural e do respeito entre as pessoas de diferentes proveniências. As suas páginas, onde se pode apreciar a presença constante do folclore latino-americano, contam a história de uma pequena povoação que vai crescendo, dia após dia, com os seus novos habitantes, que aí vão construindo as suas casas, ao mesmo tempo que partilham as suas experiências colectivas.

Do ponto de vista artístico, "Dançar nas nuvens" é um álbum de estilo naif e étnico, com ilustrações luminosas, exóticas e a transbordar de colorido. O texto, de frases curtas e descritivas, tem um enfoque acumulativo: a cada novo vizinho, a comunidade enriquece em costumes, música e aromas.

Mestiçagem, multiculturalidade, convivência e tolerância são conceitos que subjazem a esta obra, finalista do III Prémio Internacional Compostela para Álbuns Ilustrados, e que, tal como a sua protagonista, também incentiva os leitores a não deixarem de perseguir os seus próprios sonhos.

Sinopse do site Wook sobre o livro "Dançar nas nuvens" da argentina Vania Starkoff, que enfoca principalmente, o respeito das várias proveniências.

O vídeo em baixo - espectacular - é uma experiência, tal como se estivéssemos a pilotar uma avioneta pelos ares de França.
Até se sente o vento a bater na cara...

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Conceitos de Deus, livre arbítrio e destino

Planeta Terra, final de tarde, 2010/09/12

No fruto das religiosidades, ao longo dos tempos, retira-se na casca actual, karmas violentos e imensas vidas interrompidas sem sentido lógico, pelo menos, do ponto de vista directamente proporcional da quaisquer razões de qualquer religião que se defenda.
A uma certa transcendência, que o Homem logo se começou a deparar através dos trovões, dos raios e das explosões, fenómenos tão dantescos e muito acima do seu domínio e de sua força física, foi atribuindo a outras forças superiores, tais responsabilidades. Venerando e celebrando, figuras da sua imaginativa e feitores de tão soberbos eventos, e daí, pressupondo um certo controle naif e obsessivo, ganhar vantagem sobre o outro que invejava ser igual, espelho de si.
Daí até a complexização de hoje nos rituais de benefício próprio, até à hierarquização de códigos, percorreu-se todo um vasto leque histórico, de morte, traição, hipocrisia, exploração do homem pelo o homem, e principalmente, o controle do conhecimento.

Peguemos na hipótese de que os homo sapiens sereníssimus que atingiram a forma evolutiva de consciência livre. Energizam, nessa forma, não planetas, mas sim galáxias, gerem a sua evolução, como também, de forma que se pode não compreender, de que, para melhor evolução, pode passar pela destruição. Todos nós, e isto é importante, todos nós chegaremos a esses patamares, uma espécie de Deus, e decidiremos em conformidade.
Não há superior, nem inferior, num contexto, em que percorremos esse caminho, base central de nossas existências. Todos nós caminhos para lá, mesmo estagnados, em certos pontos não há volta a dar, um novo pulo ocorrerá.

O livre arbítrio, propalado por compêndios avulsos e nascidos sob matrizes ideológicas políticas de outras eras, que definem, regras e comportamentos a ser seguidas e obedecidas por imensas massas de gente, que perderam a capacidade de questionar o tudo, que o envolve e o que vive.
Há na Índia, um templo que guarda o futuro de todas as pessoas em escritos. Se avença, que foram extra-terrestres que deixaram essas escritas dinâmicas.
- Será que já teremos o nosso destino escrito numa folha de papel?
- Será que temos, realmente o livre arbítrio?
- Ou será, que afinal é tudo relativo e temos a ilusão do comando de nossas vidas?
Em boa verdade, se pode questionar... Seremos de facto seres livres?

Se calhar, já somos alguém, poderosos, partes intervenientes do Universo, duma maneira inexorável que nos escapa, por agora, à nossa percepção holística, como conjunto do Ser.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Parábola


Parábola podem ser os intervenientes a esgrimir e gritar que são os que mais ajudam, os mais certos no argumento, ou até, os candidatos a possuidores da razão e do conhecimento, no que seja, o seu significado que aprouve onde melhor calhar.

Onde matematicamente (ciência fria), a parábola pode ser:

(x - h)^2 = 4p(y - k) \,
ou,
(y - k) = \frac{1}{4p}(x-h)^2 \,

Decerto ganharam um bilhete, num concurso de visão ponto-por-ponto com a ideia de que tinham a visão periférica, pelo menos assim lhes foi vendido e eles acreditaram.
O bilhete é portador incrustado de uma chave, a quem descobrir o segredo - mais bem guardado - abrirá a fechadura, do todo, em que o nada desempenha papel fulcral.
Mas, o nada não existe, basta nadar, seja em águas turvas ou límpidas, logo ele nada e dessa forma o nada existe.
Tal como o céu e a terra. O céu poderá não existir, pois quando algo cai do céu, apenas se deslocou de outro sítio para se estatelar na terra, que porventura, também, tinha céu, ou não, deambulava no vácuo, do espaço frio e longe, das estrelas, esquartilhadas pelos telescópios, uma parte apenas.
Repartidas do todo, a divisão nunca calha em partes iguais, daí as triolhentas histórias que se cruzam entre si, rimando com grilhetas. Não mais que pedaços de aço conjugados para reter ideias, essencialmente, nem que, para tal se detenha o corpete, revestido de carnete.

As ideias podem vir do fundo das vísceras e ser como um espelho. Como 1 e -1, 2 e -2 ..., reflectindo, de forma despida com defesas emocionais, protegidas por costas largas, mais ou menos chicoteadas, o mesmo, para onde se aponta o dedo inquisidor e arauto da verdade em que se acredita ou que foi muito bem vendida, a ideia.
Quando se reflecte esta verdade, ela incomoda, encadeia e por aí se enviuza... Para que se perpetue aquela ideia, bem impregnada, se não como programação, para não ganhar um carácter redutor, o ter de ser feliz...
Quando a felicidade é um conceito não explicável, mas que, quando muito bem vendido, o é!
Gananciosamente comprado, muito mais desdenhado...