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sábado, 18 de junho de 2011

Sky Dance


Através do sonho de uma menina que deseja dançar com as nuvens, este livro reflecte acerca da importância do intercâmbio cultural e do respeito entre as pessoas de diferentes proveniências. As suas páginas, onde se pode apreciar a presença constante do folclore latino-americano, contam a história de uma pequena povoação que vai crescendo, dia após dia, com os seus novos habitantes, que aí vão construindo as suas casas, ao mesmo tempo que partilham as suas experiências colectivas.

Do ponto de vista artístico, "Dançar nas nuvens" é um álbum de estilo naif e étnico, com ilustrações luminosas, exóticas e a transbordar de colorido. O texto, de frases curtas e descritivas, tem um enfoque acumulativo: a cada novo vizinho, a comunidade enriquece em costumes, música e aromas.

Mestiçagem, multiculturalidade, convivência e tolerância são conceitos que subjazem a esta obra, finalista do III Prémio Internacional Compostela para Álbuns Ilustrados, e que, tal como a sua protagonista, também incentiva os leitores a não deixarem de perseguir os seus próprios sonhos.

Sinopse do site Wook sobre o livro "Dançar nas nuvens" da argentina Vania Starkoff, que enfoca principalmente, o respeito das várias proveniências.

O vídeo em baixo - espectacular - é uma experiência, tal como se estivéssemos a pilotar uma avioneta pelos ares de França.
Até se sente o vento a bater na cara...

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Sobre a questão francesa acerca da burka

Recentemente reacendeu-se a polémica acerca da proibição do uso da burka na França. Mais concretamente - quando a lei proibitória já plasmada - ocorre a primeira multa pelo o uso da burka e daí também derivou para a questão da poligamia "forçada", subentenda-se.
Sendo uma imposição sobre outra imposição, o debate logo se centrou em quem defendia a medida ou não, dessa forma politizando a questão num confronto entre esquerda e a direita política francesas, lateralizando assim a questão essencial da imposição forçada do esconder a feminilidade da mulher.
Este tipo de "esconder" a mulher, vinda da religião islâmica, tem várias gradiências na forma como é efectuada; o xador, o niqab, o hijab e o mais violento, a burka.

De notar também que no Vaticano, capital da religião católica, os crentes e turistas que a visitam, na catedral de São Pedro - seu expoente imobiliário principal - as mulheres para lá entrarem, têm de cobrir os ombros e as pernas só do joelho para baixo é que podem ser visíveis.

A grande questão, é que o enfoque deste tipo de supressão de liberdade, não é debatido, muito menos condenado por uma comunidade internacional mais preocupada com os interesses económicos.
Em pleno séc. XXI, milhões de mulheres, nem personalidade jurídica têm. E este tabu é mantido sob um grande chapéu hipócrita "é uma tradição cultural deles e tem de se respeitar a cultura deles".
No Paquistão, se uma mulher for violada, para apresentar queixa tem de apresentar quatro testemunhas homens, só para dar um exemplo da ficção do respeito das outras culturas.
Os Maias A.C. degolavam as cabeças dos membros de tribos inimigas e com elas jogavam uma espécie de futebol, claro que é, uma tradição que se devia respeitar.

As tradições culturais são um saco muito grande, onde se pode enfiar tudo. Agora a questão essencial, é o respeito pelo ser humano em seus direitos cívicos e humanos.
É esta questão que passa ao lado da verdadeira discussão.

domingo, 12 de outubro de 2008

CERN

O CERN, a Organização Europeia para a Investigação Nuclear que, arrancou em Setembro de 2008 para a missão de recriar os primeiros momentos do Universo. Demorou cerca de vinte anos a construir com um custo aproximado de 9 biliões de dólares. É uma multinacional à escala global. Inclui cientistas de muitos países no projecto, incluindo Portugal.
Tem sido noticiado em todo o mundo.



Apesar de haver vozes críticas, dentro delas, alguns cientistas discordam do experimento.
Será que a Humanidade estará a dar um passo maior que a perna? Ninguém sabe. Apenas o Futuro sabe e, esse não revela a ninguém o seu conhecimento.
Apareceram organizações contra tal experimento, sempre que, coisas novas se tentam alcançar. Os chamados "profetas da desgraça". Mas, a história tem nos ensinado, que de vez em quando é preciso tê-los em linha de conta. A vantagem de hoje é, que, se alguma coisa correr mal, no limite nem teremos tempo de apercebermo-nos do erro.



Curioso e tentando fugir a sencionalismos e especulações, é que o "logo" do CERN representa um 666 perfeito (veja aqui), mas que, coincidências existem, existem. Intigrante, não?

Começam a ocorrer factos curiosos, a 10 de Setembro de 2008 surgem na internet notícias de que objectos estranhos (ovnis) pairavam sobre a zona do CERN, em Genébra, mas nenhum caça foi ter com os ovnis, porque tiveram avarias nos sistemas de navegação.

Dia 20 de Setembro do corrente ano, surge uma notícia de que o CERN teve avarias nos magnetos supercondutores , e que a experiência de colisão de partículas será adiada até que eles resolvam a anomalia. Apesar de estar tudo garantido e estudado que não haveria nenhum problema. Até se chegou a fazer uma fórmula de que a formação de um mini buraco negro é tão ínfima, como por exemplo, eu arrotar e provocar um sismo na Austrália. Ficamos descansados, eu não arroto e não provoco um sismo no outro lado do mundo. Garanto com suposições que não conheço, tal como, os cientistas do CERN.

Ficam algumas questões:

- Será que a Humanidade era disto que precisava?
- Porque é que não se confluem movimentos monetários desta ordem para a cura do Cancro ou da Sida?
- Porque é que há gente a suicidar-se com a produção de tal evento?
- Porque é que existe Fome no Planeta se quando realizam projectos desta envergadura?
- Estarei completamente errado?
- Eu sou a favor da Ciência, mas, será que isto era factor primordial?
- Qual a relação custo/benefício?
- Servirá para algo de concreto?
- Será que se apercebem que estarão a criar energias e forças que desconhecem por completo, e que, não sabem em absoluto as consequências que daí advirão?