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sábado, 5 de fevereiro de 2011

Lei Hermética


Há milhares de anos atrás, existiu um grande homem cuja imensa sabedoria transcendeu fronteiras e com ela venceu ao mesmo tempo.
E um especialmente no Egipto e na Grécia, foi considerado um autêntico Deus, por entregar à humanidade um maravilhoso ensinamento pelo qual só podiam acessar os “Adeptos Qualificados”.
Esse homem chamava-se de Hermes Trismegisto.
Nenhum conhecimento oculto tem sido tão zelosamente guardado como os fragmentos de seus ensinamentos.
O seu princípio de base é:
- O TUDO é Mente; o universo é mental, "O universo é uma criação mental mantida pela mente do TUDO."

Esta Lei tem sido conhecida e usada pelos homens mais ilustres através da história.

"Não saberia dizer o que é esse poder, tudo o que sei é que existe”
Graham Bell

“Tudo o que somos é o resultado de nossos pensamentos”
Buda

“A imaginação é tudo, é uma visão antecipada das atracções da vida que virão”.
Einstein

"Dá teu primeiro passo com fé, não é preciso que vejas a escada inteira, dá somente teu primeiro passo com fé”.
Martin Luther King

“O exterior é o reflexo do interior ”.
Emmanuel Kant

"Não há nada como a Imaginação para criar o futuro. O que hoje é utopia, será carne e sangue amanhã”.
Víctor Hugo

“Todo problema é uma forma mental que a mente mantém.”
“Os problemas deixam de existir quando os esquecemos”.
“Todo problema foi criado pela mente e existe enquanto a mente o mantenha.”
V. M. Samael Aun Weor

"Se tu estás VERDADEIRAMENTE comprometido com tua meta... O Universo inteiro conspira a teu favor para que apareçam os instrumentos e pessoas, que te permitirão lográ-lo.”
Goethe

"Por tuas palavras serás condenado, e por tuas palavras serás justificado.”
Jesús de Nazaré

"As coisas em última instância, estão constituídas por conceitos”.
Platão



Queen Ifrica - Lioness on the Rise

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Conceitos de Deus, livre arbítrio e destino

Planeta Terra, final de tarde, 2010/09/12

No fruto das religiosidades, ao longo dos tempos, retira-se na casca actual, karmas violentos e imensas vidas interrompidas sem sentido lógico, pelo menos, do ponto de vista directamente proporcional da quaisquer razões de qualquer religião que se defenda.
A uma certa transcendência, que o Homem logo se começou a deparar através dos trovões, dos raios e das explosões, fenómenos tão dantescos e muito acima do seu domínio e de sua força física, foi atribuindo a outras forças superiores, tais responsabilidades. Venerando e celebrando, figuras da sua imaginativa e feitores de tão soberbos eventos, e daí, pressupondo um certo controle naif e obsessivo, ganhar vantagem sobre o outro que invejava ser igual, espelho de si.
Daí até a complexização de hoje nos rituais de benefício próprio, até à hierarquização de códigos, percorreu-se todo um vasto leque histórico, de morte, traição, hipocrisia, exploração do homem pelo o homem, e principalmente, o controle do conhecimento.

Peguemos na hipótese de que os homo sapiens sereníssimus que atingiram a forma evolutiva de consciência livre. Energizam, nessa forma, não planetas, mas sim galáxias, gerem a sua evolução, como também, de forma que se pode não compreender, de que, para melhor evolução, pode passar pela destruição. Todos nós, e isto é importante, todos nós chegaremos a esses patamares, uma espécie de Deus, e decidiremos em conformidade.
Não há superior, nem inferior, num contexto, em que percorremos esse caminho, base central de nossas existências. Todos nós caminhos para lá, mesmo estagnados, em certos pontos não há volta a dar, um novo pulo ocorrerá.

O livre arbítrio, propalado por compêndios avulsos e nascidos sob matrizes ideológicas políticas de outras eras, que definem, regras e comportamentos a ser seguidas e obedecidas por imensas massas de gente, que perderam a capacidade de questionar o tudo, que o envolve e o que vive.
Há na Índia, um templo que guarda o futuro de todas as pessoas em escritos. Se avença, que foram extra-terrestres que deixaram essas escritas dinâmicas.
- Será que já teremos o nosso destino escrito numa folha de papel?
- Será que temos, realmente o livre arbítrio?
- Ou será, que afinal é tudo relativo e temos a ilusão do comando de nossas vidas?
Em boa verdade, se pode questionar... Seremos de facto seres livres?

Se calhar, já somos alguém, poderosos, partes intervenientes do Universo, duma maneira inexorável que nos escapa, por agora, à nossa percepção holística, como conjunto do Ser.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Nights in White Satin

Nas recônditas nossas mentes em estado evolutivo infantil a evolução não para de cessar. Por vezes estagna, mas não pára, não retrocede.
Nesta viagem nossa, não paramos de nos surpreender. Cada novo dia, cada nova experiência, mais uma nova aprendizagem, no nosso intemporal livrinho de recordações. E como somos esquecidos... das coisas, inocentemente, diria arrogantes doces, cheios de razão, cheios de si. Fanfarronices até, alimento previligiado do ego, que se alimenta por si.
Os dias, transformam-se em noites e do escuro que não se vê, deixando as portas abertas ao misterioso, ao desconhecido.
Um amor pode ser vivido em sussurros íntimos e ofegantes, em orgasmos incessantes. Peles macias e titubeantes, capazes de renascer a vontade num instante. É estranho é certo.
O Amor pode ser casa sem alicerce, daí não será derrubado. Quando tiver alicerce, derrubado poderá ser.
Certo é que a ciência da reprodução, sendo razão da nossa existência, como espécie tem insondáveis mistérios logaritmicos não entendíveis pelos nossos cérebros físicos, mantém tudo em aberto.
Aliás, o futuro é completamente em aberto, tem o livre arbítrio e tudo, com margem de erro incluso.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Hipnosys


Na nossa actividade psíquica, a nossa personalidade , ou o nosso "Eu", do dia-a-dia, é importante referir que passamos vários estados de consciência, todos os dias, sem excepção.
Entre a consciência e a sub-consciência.

Na parte consciente, distinguidas por duas partes: a voluntária e a automática.
A parte voluntária é a consciência, o discernimento, o juízo e a razão. O ser humano tem consciência de si mesmo, das pessoas e das coisas.
A parte automática funciona sem que o ser se dê conta; os sentimentos, as impressões, a memória, a fantasia, o abrir e fechar dos olhos, a respiração, as erecções, etc., etc. ...
A proporção a favor do inconsciente relativamente à parte consciente é de 1 para 1000, portanto o subconsciente dirige a maior parte da nossa vida.
Desse modo, poderá se dizer que na poesia encontramos esse nosso sentir não compreendido de imediato. Tal qual como as crianças, na idade dos porquês? Quando adultos, mais porquês, com a diferença de uma pretensa inteligência resolutiva capaz. Estará mais perdido, nesta fase o indivíduo do que um rato de laboratório num labirinto, só que, com a sobranceira pseuda-naif-certeza de que tudo compreende.

Explorando o que existe abaixo da superfície, no inconsciente, temos:
- o inconsciente primeiro: é o nosso super-inconsciente e a nossa clarividência, durante o sono, comunica à nossa consciência parte das informações que esta não recolheu. A característica deste primeiro nível é de aceitar como verdadeira tudo aquilo que, uma vez superado o exame da nossa parte consciente, chegou até ela. É aqui que entram as primeiras defesas do nível consciente.
- o inconsciente segundo: é o colectivo, aquele que nos permite entrar em contacto com os outros, aqui começa-se a relacionar com a magia.
- o inconsciente terceiro: é o mais elevado, ou o mais profundo, no nosso labiríntico e parcialmente desconhecido cérebro. Vai para além do tempo. Este estado de inconsciência é muito controverso. Aqui e defendido por alguns, congemina-se que, se poderá entrar em contacto com as experiências do passado, bem como, predizer o futuro.

O que é que é real e o que é "quase-irreal"?
A realidade refere-se ao sujeito que observa, mas como, existem diversos pontos de vista, existem diferentes pessoas, trata-se da realidade subjectiva, a única realidade certa para cada observador. Neste ponto interpretativo, se a realidade fosse objectiva, seríamos todos iguais, pensaríamos do mesmo modo, teríamos os mesmos gostos.
A realidade será sempre subjectiva, visto que, não existe uma realidade objectiva e daí não exista a ficção da realidade. Pois existirá, sempre, uma realidade certa, no ponto de vista de cada pessoa que, vivenciou, realidades que só ele experimentou.

No hipnotismo, existem as técnicas subliminares, a sugestão telepática, magnética e verbal. A voz também é muito importante, no ritmo, no prolongamento dos ditongos e no ênfase e energia que se coloca na sugestão sugerida.
A hipnose e a capacidade de causar impressão noutro(s) sujeito, terá que ter uma forte componente ética derivado da sua capacidade de controle de outrém. Não existem dons, existem pessoas que noutras vidas trabalharam esta temática abundantemente e reflectiu-se nalguns espontâneamente nesta vida. O que não deixa de ser uma técnica altamente assediadora.

O vídeo em baixo, mostra um hipnotizador de grande capacidade, a efectuar uma hipnose colectiva, na qual sugere, aos passivos que façam da sua cadeira, a sua amante. Desprovidos de suas defesas conscientes os sugestionados esmeram-se por ser os melhores amantes.

Não esquecer de que além da hipnose, existe a manipulação e a ilusão. Os métodos são diferentes, sendo a base de partida a mesma.
A capacidade de cada um ser sugerido...