
Na nossa actividade psíquica, a nossa personalidade , ou o nosso "Eu", do dia-a-dia, é importante referir que passamos vários estados de consciência, todos os dias, sem excepção.
Entre a consciência e a sub-consciência.
Na parte consciente, distinguidas por duas partes: a voluntária e a automática.
A parte voluntária é a consciência, o discernimento, o juízo e a razão. O ser humano tem consciência de si mesmo, das pessoas e das coisas.
A parte automática funciona sem que o ser se dê conta; os sentimentos, as impressões, a memória, a fantasia, o abrir e fechar dos olhos, a respiração, as erecções, etc., etc. ...
A proporção a favor do inconsciente relativamente à parte consciente é de 1 para 1000, portanto o subconsciente dirige a maior parte da nossa vida.
Desse modo, poderá se dizer que na poesia encontramos esse nosso sentir não compreendido de imediato. Tal qual como as crianças, na idade dos porquês? Quando adultos, mais porquês, com a diferença de uma pretensa inteligência resolutiva capaz. Estará mais perdido, nesta fase o indivíduo do que um rato de laboratório num labirinto, só que, com a sobranceira pseuda-naif-certeza de que tudo compreende.
Explorando o que existe abaixo da superfície, no inconsciente, temos:
- o inconsciente primeiro: é o nosso super-inconsciente e a nossa clarividência, durante o sono, comunica à nossa consciência parte das informações que esta não recolheu. A característica deste primeiro nível é de aceitar como verdadeira tudo aquilo que, uma vez superado o exame da nossa parte consciente, chegou até ela. É aqui que entram as primeiras defesas do nível consciente.
- o inconsciente segundo: é o colectivo, aquele que nos permite entrar em contacto com os outros, aqui começa-se a relacionar com a magia.
- o inconsciente terceiro: é o mais elevado, ou o mais profundo, no nosso labiríntico e parcialmente desconhecido cérebro. Vai para além do tempo. Este estado de inconsciência é muito controverso. Aqui e defendido por alguns, congemina-se que, se poderá entrar em contacto com as experiências do passado, bem como, predizer o futuro.
O que é que é real e o que é "quase-irreal"?
A realidade refere-se ao sujeito que observa, mas como, existem diversos pontos de vista, existem diferentes pessoas, trata-se da realidade subjectiva, a única realidade certa para cada observador. Neste ponto interpretativo, se a realidade fosse objectiva, seríamos todos iguais, pensaríamos do mesmo modo, teríamos os mesmos gostos.
A realidade será sempre subjectiva, visto que, não existe uma realidade objectiva e daí não exista a ficção da realidade. Pois existirá, sempre, uma realidade certa, no ponto de vista de cada pessoa que, vivenciou, realidades que só ele experimentou.
No hipnotismo, existem as técnicas subliminares, a sugestão telepática, magnética e verbal. A voz também é muito importante, no ritmo, no prolongamento dos ditongos e no ênfase e energia que se coloca na sugestão sugerida.
A hipnose e a capacidade de causar impressão noutro(s) sujeito, terá que ter uma forte componente ética derivado da sua capacidade de controle de outrém. Não existem dons, existem pessoas que noutras vidas trabalharam esta temática abundantemente e reflectiu-se nalguns espontâneamente nesta vida. O que não deixa de ser uma técnica altamente assediadora.
O vídeo em baixo, mostra um hipnotizador de grande capacidade, a efectuar uma hipnose colectiva, na qual sugere, aos passivos que façam da sua cadeira, a sua amante. Desprovidos de suas defesas conscientes os sugestionados esmeram-se por ser os melhores amantes.
Não esquecer de que além da hipnose, existe a manipulação e a ilusão. Os métodos são diferentes, sendo a base de partida a mesma.
A capacidade de cada um ser sugerido...
Entre a consciência e a sub-consciência.
Na parte consciente, distinguidas por duas partes: a voluntária e a automática.
A parte voluntária é a consciência, o discernimento, o juízo e a razão. O ser humano tem consciência de si mesmo, das pessoas e das coisas.
A parte automática funciona sem que o ser se dê conta; os sentimentos, as impressões, a memória, a fantasia, o abrir e fechar dos olhos, a respiração, as erecções, etc., etc. ...
A proporção a favor do inconsciente relativamente à parte consciente é de 1 para 1000, portanto o subconsciente dirige a maior parte da nossa vida.
Desse modo, poderá se dizer que na poesia encontramos esse nosso sentir não compreendido de imediato. Tal qual como as crianças, na idade dos porquês? Quando adultos, mais porquês, com a diferença de uma pretensa inteligência resolutiva capaz. Estará mais perdido, nesta fase o indivíduo do que um rato de laboratório num labirinto, só que, com a sobranceira pseuda-naif-certeza de que tudo compreende.
Explorando o que existe abaixo da superfície, no inconsciente, temos:
- o inconsciente primeiro: é o nosso super-inconsciente e a nossa clarividência, durante o sono, comunica à nossa consciência parte das informações que esta não recolheu. A característica deste primeiro nível é de aceitar como verdadeira tudo aquilo que, uma vez superado o exame da nossa parte consciente, chegou até ela. É aqui que entram as primeiras defesas do nível consciente.
- o inconsciente segundo: é o colectivo, aquele que nos permite entrar em contacto com os outros, aqui começa-se a relacionar com a magia.
- o inconsciente terceiro: é o mais elevado, ou o mais profundo, no nosso labiríntico e parcialmente desconhecido cérebro. Vai para além do tempo. Este estado de inconsciência é muito controverso. Aqui e defendido por alguns, congemina-se que, se poderá entrar em contacto com as experiências do passado, bem como, predizer o futuro.
O que é que é real e o que é "quase-irreal"?
A realidade refere-se ao sujeito que observa, mas como, existem diversos pontos de vista, existem diferentes pessoas, trata-se da realidade subjectiva, a única realidade certa para cada observador. Neste ponto interpretativo, se a realidade fosse objectiva, seríamos todos iguais, pensaríamos do mesmo modo, teríamos os mesmos gostos.
A realidade será sempre subjectiva, visto que, não existe uma realidade objectiva e daí não exista a ficção da realidade. Pois existirá, sempre, uma realidade certa, no ponto de vista de cada pessoa que, vivenciou, realidades que só ele experimentou.
No hipnotismo, existem as técnicas subliminares, a sugestão telepática, magnética e verbal. A voz também é muito importante, no ritmo, no prolongamento dos ditongos e no ênfase e energia que se coloca na sugestão sugerida.
A hipnose e a capacidade de causar impressão noutro(s) sujeito, terá que ter uma forte componente ética derivado da sua capacidade de controle de outrém. Não existem dons, existem pessoas que noutras vidas trabalharam esta temática abundantemente e reflectiu-se nalguns espontâneamente nesta vida. O que não deixa de ser uma técnica altamente assediadora.
O vídeo em baixo, mostra um hipnotizador de grande capacidade, a efectuar uma hipnose colectiva, na qual sugere, aos passivos que façam da sua cadeira, a sua amante. Desprovidos de suas defesas conscientes os sugestionados esmeram-se por ser os melhores amantes.
Não esquecer de que além da hipnose, existe a manipulação e a ilusão. Os métodos são diferentes, sendo a base de partida a mesma.
A capacidade de cada um ser sugerido...