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segunda-feira, 3 de março de 2014

O Futuro é um Presente do Passado


Muitas voltas a gente dá... Meios perdidos "presos" nesta vida, muitos se acham os máximos, quando em determinados eventos de ( em vida ) morte.

A vida, em tempos, é fodida... Depende da contextualização  da questão do momento. Explica de certo modo os suicidas, que quando chegam lá, o "problema" continua além. 

Em certa medida talvez, não haja futuro, talvez já tudo tenha acontecido, tudo está numa questão espaço-temporal, algures neste Universo num pensamento inteligente em que o Homem de cá desconhece a profundidade do conhecimento de lá. E quem tem o conhecimento?

Porque é que andamos perdidos ?


segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Azul e Amarelo



De azul e amarelo, é o mundo individual que cada um no seu sonho e conceito de felicidade demanda.
Mas a vida, neste mundo tem muitas tonalidades,conexões e enganos. Formas de comunicação enviezadas, manipuladas, donde cabe a razão que cada um de nós trás, a certa e a errada.
Sendo seres que mal nos conhecemos, damos a entender que conhecemos muito, de nós e dos outros... E não percebemos, a tristeza e a alegria, o desespero e a euforia,
Há depressão, humilhação até à arrogância e à soberba.

Existe também sempre o processo, quando sentimos que chega a hora, não queremos, sabendo que a hora é inevitável, mas não queremos, porque está inculcado nas profundezas da nossa mente, que o mundo é de azul e amarelo... E não queremos...

Porque o mundo é azul e amarelo, como o filho do banqueiro de Wall Street que se suicida por incompatibilidade social (no popular in the school), como um pai centro-africano se desespera para alimentar o filho ou crianças desnutridas no interior do Cambodja que catam tarântulas para se alimentarem.

Porque o mundo é de azul e amarelo...

sábado, 17 de março de 2012

Phenomena

Canfa 2012

Por momentos de vislumbre, segundos de sol reflectidos em vales de sombras, um rio corre tentando ganhar confiança, dos seres presos nas margens, que todos assistem, a essa corrida de sentido único.
E se uma flor marginal, que se questionasse, por exemplo... E se o rio corresse noutro sentido? Ou para os lados? E se desobedece-se à lei gravitacional e seguisse uma outra lei, mesmo que abstracta, uma lei inventada e contraproducente às leis da vida... Porque em boa verdade, a vida e a morte, se entre-cruzam todos os dias.

Em boa verdade, não se nasce, mas sim, se renasce.
Em boa verdade, não se morre, mas sim, se acorda.

As pessoas em geral, têm-se como muito inteligentes, tal a soberba ingénua por que se tomam. Alias refira-se, a medricagem que a população humana vive e sobrevive, a começar pela tanafobia - fobia da morte - em que vive. Ou seja, vive, com o medo de morrer. Quando na verdade, uma e outra se complementam, ao mesmo tempo que a existência persiste. Vive uma contradição meridiana, no seu simples intelectual de ver as coisas.

Essa mesma soberba, que por um lado se destroem alimentos para manter o preço, nos mercados de derivados, por outro lado existem pessoas que morrem por doenças consequentes da fome.
Este é o anátema da sociedade em que vivemos.
Só por isto, se depreende o nosso nível de evolução, enquanto espécie.

Enquanto nós, por todo este mundo, vivemos os devaneios, delírios, desmaios, hipnosis, alegrias, comas, sonambulismos, medos e fobias. 
Na verdade, somos partes integrantes de tudo isto, cada um na sua quota-parte.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Por mais que se torça, a realidade é real


Respondia um cangalheiro dos tempos modernos, ao seu interlocutor - Este também é só cigarros! - Já enterrei muita gente, que nunca fumou um cigarro!
Facto incontornável, toda a gente morre. Pode-se ser mentiroso profissional e até da forma como se respira, mas, ninguém engana a morte, ela já anda por aqui há muito ano e muitos a virar frangos.
Por outro lado, depois de morrer, nasce-se outra vez, ou seja, a questão não acaba, é um processo cíclico.
Por exemplo, pessoas físicas, na geração dos 30, 40 ou 50 têm uma enorme probabilidade de terem existido numa vida física anterior a esta, por altura dos finais do séc. XVIII e inícios do séc. XIX. Na europa, onde predominam cemitérios católicos, pode ocorrer até, um indivíduo contemplar a sua própria campa ou mesmo o jazigo familiar. Imagine-se as vibrações energéticas, perante tal constatação!

Na linha, real, de várias vidas vividas, todos nós já vivemos nos dois géneros físicos, daí levanta-se a questão da homossexualidade. Por exemplo, eu, se numa próxima vida viesse ao mundo como mulher, seria naturalmente, lésbica, pelo gosto de mulher que adquiri nas últimas vidas.
Na viragem de sexo, numa vida e quando as pessoas não se recordam, do que foram as vidas anteriores, pode causar variadas dúvidas íntimas. Na verdade, é algo de natural.
Considerando, que mais de 50% da vida biológica do planeta muda de sexo, numa vida, é a socialização da espécie humana que desfigura algo que já está intríseco no seu próprio genoma.

Como uma pessoa que se tenta matar, num certo entendimento, é quase como morrer na praia, no sentido figurativo, mas morrer na praia descansadinho pode ser uma boa ida, na volta que necessariamente que vai ter.
Tal como muita gente não "sente" este espaço físico como seu. Estão aqui como uma espécie de multa ou mercenários, por consequência de merdas que fizeram noutros espaços.
Só de pensar, que há gente que tudo faça para ter todo o poder neste planeta... Uma coisa é certa, e por mais que se torça, somos todos irmãos, num contexto lactu senso.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Viver de trás para a frente


Este magnífico texto é do cineasta Woody Allen.

"Na minha próxima vida, quero viver de trás para a frente.
Começar morto, para despachar logo o assunto.
Depois, acordar num lar de idosos e ir-me sentido melhor a cada dia que passa.
Ser expulso porque estou demasiado saudável, ir receber a reforma e começar a trabalhar, recebendo logo um relógio de ouro no primeiro dia.
Trabalhar 40 anos, cada vez mais desenvolto e saudável, até ser jovem o suficiente para entrar na faculdade, embebedar-me diariamente e ser bastante promíscuo.
E depois, estar pronto para o secundário e para o primário, antes de me tornar criança e só brincar, sem responsabilidades. Aí torno-me um bebé inocente até nascer.
Por fim, passo nove meses flutuando num spa de luxo, com aquecimento central, serviço de quarto à disposição e com um espaço maior por cada dia que passa, e depois - Voilá! - desapareço num orgasmo."

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

A sequência de Fibonacci


Leonardo Pisano, conhecido por Fibonacci, compilou uma sequência de números, deriva do seu conhecimento, dando origem a aquilo que chamamos "A sequência de Fibonacci". É uma fórmula simples, somando os números entre si, chega-se a uma conclusão infinita.
Há 1.200 A.C. ... O mais curioso, é que esta sequência numérica, é encontrada, na Vida, e daí se especule, que talvez exista uma "mão inteligente", por detrás de tudo o que experimentamos nestas vidas físicas
Enquanto farejamos provas, uma espécie de ver para crer, desconhecemos que porventura essa assinatura já lá esteja, talvez há milhões de anos.
Se considerarmos, uma consciência livre, livre de um corpo biológico, das prisões inter-cármicas , que nos arrastam em infindas vidas, mais ou menos, melo-dramáticas.
A respiração liga-nos, tal como as doenças, contaminamos-nos, mais ou menos pelas mesmas, num leque muito abrangente, na psico-somática.
As profissões de fé e suas crenças religiosas e todas as outras sub-variantes de manipulação da mente, oriundas da mente de um para os outros, manipular mais outros.
Tal como os radicais livres que circulam nos nossos corpos. O gás altamente corrosivo que nos permite a vida, é o que nos mata lentamente, o oxigénio. A vida por si, é uma contradição...
Por mais legumes e frutas que se tomem, por mais campanhas de vida saudável que se sigam, invariavelmente, um dia iremos falecer. Após tantas vidas, já se deveria entender um pouco mais...

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Mesmo com todo o amor que houvesse, o natal é sempre parcial


Dentro de uma certa ambiguidade, mesmo com todo o amor que houvesse, o natal é sempre parcial.
Não deixa de ser um alimento mental-somático, em que as pessoas tentam mostrar que são pessoas, que são capazes, projectando uma falsa imagem para o exterior, quando na verdade, estão inseguras de si mesmas, carentes de aprovação social e no extremo a sangrar por dentro.

Esta ideia, imbuída de um certo espírito de natal e de amor, é a muleta perfeita para nos "ainda" ir lembrando de que somos todos um. Apesar de a data, significar apenas, mais um dia de calendário, principalmente, a sociedade ocidental, chamemos-lhe assim, marcadamente entronizada com as tradições católicas, que enche o peito nesta altura do ano, fica levante e exteriorizando - Ai o natal! O natal ...! A que se segue imediatamente o velho chavão, de que o natal deveria ser todos os dias do ano.
Além, que a quadra é acompanhada com todo um quadro imaginário de neve, luzes, pai natal, muitos fritos e gastronomia conforme a zona geográfica onde se celebra. Na parte gastronómica, a abundância, também acompanha a afirmação económica e social alcançada, bem como, o respeito da tradicionalidade de uma celebração cristã, independentemente de serem crentes ou não crentes, o que importa, é que é muito bonito, e as pessoas demitem-se de questionar o porquê e ficam-se pelo porque, porque é muito bonito e pronto. Reflexo da grilheta mais profunda do ser social, o medo de ser diferente.

Por outro lado, os excluídos das grandes festas familiares, da abundância, das luzes da árvore de natal, por rasteiras que a vida passa, desejam no seu mais profundo âmago que este tempo passe depressa, porque, enquanto dura, as destrói por dentro. É uma altura do ano, pródiga em suicídios; tentando, como chamada de atenção ou o concretizado com sucesso, mais aqueles com a vontade, mas sem força para comete-lo. O ego consome a alma, e por ele são destruídos, quando afinal, é apenas mais uma data de calendário, nada mais. É um dia como todos os outros e todos os dias são importantes.

Como em todo o mundo ainda pontificam diversas religiões, todas têm as suas datas sacras, esta é uma, com as suas crenças e tradições.
O patamar evolutivo, nem é mais, nem menos, é o que é, construído por todos nós e hoje ( princípios do séc. XXI ) para lembrarmos, que temos de respeitar o outro, que o amor é grande força do universo e por aí adiante, precisamos, como colectivo, de eventos desta natureza, então que se celebre.
Agora, fica a questão. Após tantos anos, como espécie dominante e constatando o que já conquistamos, olhando para o mundo em geral...
Celebramos o quê? Um degrau na escada, talvez?

" De tudo, ficaram três coisas:
A certeza de que estamos sempre a começar,
A certeza de que é preciso continuar,
A certeza de que seremos interrompidos antes de terminar...
Portanto, devemos; fazer da interrupção um caminho novo, da queda um passo de dança, do medo uma escada, do sonho uma ponte, da procura um encontro... "

Fernando Pessoa





Cazuza - Todo o Amor que Houvesse Nessa Vida

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

A spell on you


Despertar pode vir, também por encantamento, por magia. Não pela magia que a palavra em si encerra, mas pelo lado misterioso que se abre nas dúvidas, do terra-a-terra, da ignorância e pelo medo do escuro.
Do alto da sapiência geral - quase igual a zero - da comunidade que habita este globo pesado carregado por Atlas, tem destaque e quase sempre os traços fardos das consciências.
O ego, é o mais difícil de trabalhar; "Porquê eu?", " Eu que sou tão bonzinho!", "Eu merecia melhor...", "Se os outros fazem, porque não eu também!?", "Eu que sou doente.", "Tenho o direito à indignação (mesmo que não saiba, a que se está a indignar)", "Eu que sou muito honesto..." e etc. e tal... todos choram, cada um à sua maneira.
Depressão e variantes, euforia exagerada, psicoses mais, semi ou menos maníacas, descontrole do ego e principalmente, a inveja e o desdenho, o suicídio ou a sua tentativa, também o reumatismo e a espandilose. Tudo dói, seja no corpo ou na alma e se a dor é parte de nossas vidas, indubitavelmente, tem de se aprender a trabalhar com ela, facto impossível de atalhar.
Por isso, numa vida só, temos vários apontadores de estados da consciência. Um estado de alma de ontem pode sê-lo hoje e vice-versa, um que almeja no futuro pode sê-lo já, por entre-linhas viajar no tempo já é possível, pelo menos, na forma mental.

Fica a música de Nina Simone, um génio musical, uma sina. Mistura perfeita de gospel, blues, folk, jazz e principalmente, soul.
Oh Lord!
Imagino um lord de chapéu branco a segurar cabelos saídos da nuca de uma escrava de joelhos em eflúvios de saliva com movimentos forçados e repetitivos.
É uma das partes da história do nosso planeta... que passada, mas real e acontecida.
Sempre novos karmas se criam... A maior parte vai-se desquadrilhando, mas a este ritmo, o processo será longo.
O "longo" é relativo como tudo na vida e na morte, esses dois pormenores que ocupam o espectro mental dos incautos, o além disso, são as fronteiras interessantes de percorrer...

segunda-feira, 29 de março de 2010

Natural Mystic Live


Entre montanhas e escarpas, entre boas e más ondas, vivem os que respiram em sintonia contrária ao pulsar do piso que pululam.
Da pobreza à riqueza, seja, espiritual ou material, sejam as duas misturadas. Vive-se em razões separadas. Fruto do caos organizacional do que não tem jeito de ser de outra forma.

Será a ordem natural das coisas?
Ou será a aleatoriedade de destinos imprevisíveis?
Ou outra qualquer coisa?
E o que é a coisa?
Porque não questionar a coisa?
E se a coisa não existe?
Daí outra coisa existirá?
E se for nada?
Será o nada alguma coisa?

Sendo que a grande maioria believe apenas e só no que vê, ouve e lê (por outro iguais a eles, believers das mesmas coisas), constatam uma verdade vestida de mentira. São uma fracção de existência temporal.
Se é que, quando supostamente deixarão de existir, não levarão nada e sem hipótese de negociação, o que os faz correr tanto?

Uma doce menina manifestando-se noutro estado dimensional, enquanto seu corpo físico se encontrava em estado de cataplexia projectiva consciente com um elevado percentual de lucidez questionava - Me diz! Vem cá, como é a morte?
Enquanto um grupo de senhoras se aproximavam da conscin, uma delas diz - A morte é como a vida. Olha eu não morri, continuo viva. Estou aqui como se estivesse viva, só que de maneira diferente.

Tudo é como tudo. Uns bradam aos céus, outros auspiciam ao convencimento de outros e mais 1001 daqueles outros.
Tudo é possível, até as impossíveis...

Não acredite no que leu, nesta cantiga, nesta lenga-lenga. Se acredita pesquise, questione e principalmente, tome em conta as experiências que viveu e vive.
Sem esquecer que em tudo também existe em paralelo o lado negro da questão, é como se fosse uma segunda matinée.

domingo, 17 de janeiro de 2010

Haiti


Em 1804, o Haiti torna-se na primeira colónia de escravos a rebelar-se contra a força dominante, e daí, formarem um Estado independente. Os então ex-escravos tomavam para si a organização de um território que foi cedido em 1697 por Espanha à França.
Ilha que foi visitada por Cristóvão Colombo em 1492 e baptizada por Isla Hispaniola.
No Séc. XIX, por ser um território de escravos independente, foi votada ao abandono. Conquistada e re-conquistada inúmeras vezes, a sua história é feita de mortos e de escravidão.
No Séc. XX após 1915/34 de domínio norte-americano e duas administrações falhadas é eleito em 1957, François Duvalier, também conhecido por Papa Doc. Com uma ditadura feroz, protegida por um terror policial dos tontons macoutes (bichos papões) e na exploração do vodoo, torna em 1964 a sua presidência vitalícia. Exterminou a oposição e perseguiu a igreja católica.
Morre em 1971 e substituído monásticamente pelo seu filho Jean-Claude Duvalier, o Baby Doc.
Sucedem-se várias governâncias, entremeadas de caos na sociedade, confusão, para-militares até à chegada de um padre esquerdista, apoiado sub-repticiamente pela a administração norte-americana, Jean-Bertrand Aristide.
De golpadas em golpadas, enquanto o País vivia mergulhado e em sentido descendente numa pobreza cada vez mais atroz, em 2004 o Conselho de Segurança das Nações Unidas cria o MINUSTAH - Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti, no qual foi designado para seu comandante militar o general Augusto Helena Ribeiro Pereira, do exército brasileiro.
Pode-se ver aqui, a história, a política e a geografia do Haiti.

A 12 de Janeiro, o Haiti é assolado por uma onda de choque sísmica na escala 7.0 de Richter, que trespassa um território habitado por um povo extremamente carente de tudo, vergastando de alto a baixo o que em segundos se tornou em ruínas, em pó e morte, descontado as feridas e cicatrizes que só o "longo tempo" irão cicatrizar.
Apesar da enorme corrupção que grassa na ONU, organização onde cada um trabalha para si e per si, ainda é a única que no terreno, tem as valências capazes para coordenar infra-estruturas logísticas.
Por outro lado, ainda mais negro, a criminalidade organizada já tomara o País, que geo-politicamente, encaixada no delta do Mississipi, rota de contrabando e de tráficos múltiplos.
É um estado tomado pelo narco-tráfico, tal como, a Guiné-Bissau.
A denominação Restavek, também é oriunda do Haiti. São crianças filhas de gente muito pobre, que nada têm para oferecer, e antes de que vendidas, são dadas, a famílias menos pobres. São criados para todo o serviço, as meninas engravidam dos serviços a que são obrigadas.
Logo de pequenitos, o seu mundo é o chicote e a inocência destruída que lhes trespassa o corpo ainda frágil e pouco vitaminado.

Não deixa de ser sintomático, um País paupérrimo, fotografia de um Planeta compartilhado por todos os viventes.
Além dos vivos, hoje sobreviventes, há que cuidar dos mortos. Tanta energia de mortandade, de desgraça e de desespero, exala para os céus energias muito densas. Energias essas aproveitadas por grandes assediadores extrafísicos para usarem noutras ocasiões futuras e de consequências não determinadas. Não será de admirar, o incremento de fenómenos poltergeist.
Consciencialmente me tendo voluntarizado para o encaixe de recém-chegados a novas dimensões e sua distribuição em comunidades etéreas, ao que parece, esse espaço é de difícil achego.
Derivado de karmas muitos intensos, de sociedades escravizadas e mais recentemente das crenças de bruxarias e vodoos, nas quais aprimoram consciências extra-físicas que dominam o território suportados por bruxos e bruxas que linkam a essas dimensões, sem perceberem bem o que mexem.

O Extrafísico, está com os vivos e com os mortos. Está ainda com os que ainda proximamente irão morrer num futuro muito breve. Está com os que irão ficar com marcas bem inculcadas na psique. Está também com os animais.
Está com a vida e com um olho na morte, tudo é importante...
Mesmo nos rituais de chamamentos, considerando que é uma área de difícil entrada, aliás todo o Caribe dos finais do Séc. XX e inícios do Séc. XXI, apesar de haver gates ténues, existe sempre, quem esteja trabalhando...

domingo, 29 de novembro de 2009

A magia existe


Quem disse que não existe? Quem pergunta, pergunto porque deixou baixar os braços... Da mente.
Da morte, horrível, horrível... É compensada por renascimentos, de anjos e arcanjos. Por células inteligentemente activadas, directas do útero da mãe, magia é feita e assistida por todos, todos os dias.
Em 6,7 e 8 rir, rir muito. Celebrar a vida.
Não sabemos tudo, pelo menos eu não sei!

A foto acima tem pouco de tempo, pois foi tirada há pouco tempo. Momento vivenciado por comparsas, momentos... Estamos aqui e depois estamos ali ou além.
A Princesinha que me fará abrir portais multi-dimensionais, poderá ter-me achado, pois eu singelo, não acho, deixo-me ser achado. O que virá, virá ...?
Não é uma questão de gostar de viver, apenas tenho de percorrer este caminho. Mas, no meio, embrenho-me nas suas mil e umas magias.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Depois de morrerem voltam a nascer


Julgavam que tudo isto era em vão. Não, meus amigos, é sério, muito sério.
Ou pode ser tudo a fingir.
Podem, garanto-vos, acreditem no que quiserem. A Vida tem um jogo de cintura, nomeadamente, quando se sentem seguros, é aí que lhes puxa o tapete e descobre-se um falso piso. Dupla negação ou baralhação. Ou também e porque não quando lava os pés no bidé.
Bidé, bidé...

Quer queiramos quer não, existe uma espécie de fascínio da morte. As pessoas evitam falar dela, mas, nos seus meandros mentais, fascinam-se.

Ela gosta que se ponham à sua beira, que lhe dêem importância, que se deslumbrem e que a respeitem.
Mas, la muerte, não é nenhuma entidade ou algo personificável. É um marco biológico, apenas. Uma fronteira.
Está-se cá, está-se lá.
Os lamentos e as alegrias de quem vai, quem vem.
Medos de coisas que acontecem. O desejar não é para aqui chamado.
A morte é apenas um ponto, que pode ser cardeal ou desestrutural.
A sua definição diz que é assim e pronto. Podemos questionar, mas que importa, já está. É irreversível. Não dá para meter cunhas.
Aquando no outro lado a grande maior parte não quer voltar, acreditem.
Muitos são obrigados a renascerem neste manicómio. É.
São coisas do arco-da-velha, por isso, e fundamentalmente por isso vou ouvir um disco compacto com música de Namo Narayanaya sem antes de escutar de olhos fechados o vídeo em baixo.
Pois sou um Filho do Universo e desconfio que você também o é. Mesmo disfarçando ou escondendo-se.
Em suma não se martirize, depois voltas a nascer e assim é desde tempos longínquos. Do tempo que quase ninguém sabia.
Agora toda a gente julga que sabe sem nada saber.

terça-feira, 13 de maio de 2008

Ganhar coragem

Nos últimos dias o vídeo que vai em baixo tem causado uma grande celeuma, por, questões monetárias e por questões de visibilidade.
Mas o importante é o momento apanhado no Kruger Park.
A baby-Bufalo é apanhado por um grupo de Leoas que aos poucos tentam asfixiar e afogar o bovino. Também aparece um oportunista Crocodilo a ver se lhe cabia alguma coisa em sorte.
Os Bufalos animais herbívoros e sem experiência de caça começam a revoltar-se com a triste sorte de um azarado igual a eles. Subvertendo as regras da Natureza, a presa transforma-se no atacante e o predador na vítima. É uma questão de Vida e de Morte. Vivem-na todos os dias e várias vezes ao dia.
Eles enchem-se de coragem e voltam começando a cercar as Leoas - talvez o líder ou o mais audaz - enfrenta-as cara-a-cara que é o mesmo que depois atira umas das Leoas ao ar. Fica o trauma. Aquelas Leoas vão pensar duas vezes antes de caçarem um outro Bufalo novamente.
Existem outros vídeos - que não encontrei para trazer até aqui - que mostram a Intelengentzia Animal . Um deles são duas Leoas cercadas por Hienas até aparecer um Leão que estrilhaça a Matriarca, matando o chefe todo o grupo se desorganiza ficando depois mais interessados em saber quem será o novo chefe. E um outro em que uma raça de macacos mata e come uma cria de uma chimpazé. A chimpazé quando chega à sua aldeia comunica aos outros o sucedido, e os, chimpazés armam-se com paus e deslocam-se cerca de 30 Kms. para matar os outros. Vingança.
Dizem que os animais não têm inteligência que é tudo intuição. Meus caros a minha opinião é totalmente contrária. Existe inteligência, sentimentos e emoções. Existe amor, vingança, ciúme, medo e coragem.