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domingo, 27 de junho de 2010

A vida é bela

A vida é bela, é certo, mas em concomitância se diz também, que são os Homens que estragam ela.
Não deixa de ser uma "duvidoilaire" de substância ou até mesmo as pessoas que experimentaram abduções extra-terrestres ou até mesmo um desdobramento do corpo físico.
Quando perecem dezenas, senão centenas de vítimas de factos ocorridos, o que é que é mais gravoso?
O sucedido pela natureza ou o perpetuado pelo o homem?

O taxista que pára o carro com três pretas no banco de trás e que faz o sinal. Nisto vem o Omar que diz, eu conheço-o, está tudo bem. É como a enfermeira que aparece no público do Preço Certo a fazer o sinal de O.K., zero killings, tudo bem.
É que no carro lá fora estacionado no parque das merendas, ele olha para um lado "zero", olha para o outro "zero", 007. Está tudo bem! Mas nunca fiando...

A relatividade do tempo e da alma, quando estamos atrasados, o carro da frente não anda, os semáforos ficam vermelhos, todos parecem lentos. Quando estamos com tempo de sobra, na mesma situação, contemplamos, até vemos os passageiros do carro vizinho, quem passa na rua, olhamos o céu, e quem no paralelo e trapézio, nos circunda em 3D, de momento.
A mesma pessoa, a mesma situação, mas em estados de alma diferentes. Parte do equilíbrio está aí, ser o mesmo em situações opostas.

Não que, através do método científico, o das super-cordas, ou dois dedos em certa posição provoquem "squirtings" de elevada intensidade.

Nota: o pantomineiro da foto acima, é nem mais nem menos, que o Zorze, em plena sessão de energização planetária sincronizada.