
No passado 13 de Maio de 2011, celebrou-se a aparição de Nossa Senhora de Fátima na Cova de Iria, presenciado por três pastorinhos crianças em 1917. Este evento rapidamente dominado pela igreja católica, açambarcou o ocorrido, à luz de sua doutrina e conhecimentos, que aliás, era a dominante.
O país num contexto de extrema pobreza, num regime republicano recente e mergulhado nas contingências da 1ª Guerra Mundial (1914-1918), atirando de forma desorganizada, jovens para a mortandade, honrando hipocritamente, compromissos internacionais.
O que faria supor que uma entidade sobre-natural iria aparecer, a três criancinhas analfabetas, desnutridas e de horizontes limitados à sua pequena aldeia? Aliás, o espelho dum país, que a monarquia faustosa, bacoca e endividada, deixou aos seus ex-súbditos meio baralhados, enviesados em golpes e contra-golpes.
Numa linguagem de senso-comum, falamos de uma espécie de mundo espiritual, na qual uma amparadora extrafísica materializou-se num percentual elevado e comunicou com aquelas três crianças. De referir e devido às celeumas que se levantam, principalmente os mal-entendidos e também os aproveitamentos de pessoas físicas que representam organizações de cariz manipulativo consciencial, essas "aparições" são cada vez menos frequentes.
Voltando à aparição que se trata, a amparadora, não teria desígnios materialistas, comerciais, de fama ou de alimento do ego.
Porquê três criancitas, que mal sabiam ler e escrever e não três figuras de elevado intelecto e destaque na sociedade? Porque noutras dimensões, são questões de somenos importância. As pessoas quando morrem fisicamente e logo que adquirem a lucidez noutro plano dimensional, apercebem-se disso rapidamente.
A qualidade evolutiva de uma consciência não é mensurável pelos padrões de avaliação nas nossas sociedades físicas imbuídas em contextos de competição, porventura, em contextos mais amplos. Se é que exista, algum tipo de medição efectivo!?
Para quem estudou, por exemplo, Cálculo Infinitesimal, onde dentro de suas valências se estuda o cálculo de probabilidades, não deixa de ser curioso, que no dia 13 de Maio, quando se celebra a aparição de Fátima, e por coincidência, por volta das 13 horas, ocorra um fenómeno óptico natural, um enorme halo solar.
"Um halo é um anel de luz que rodeia um objecto.
Os halos formam-se a 5-10 quilómetros (3-6 milhas), na troposfera superior. A forma e a orientação particulares dos cristais são responsáveis para o tipo de halo observado. A luz é reflectida e refractada pelos cristais de gelo e pode dividir em cores por causa da dispersão, semelhante ao arco-íris.
Um fenómeno natural que ocorre quando existem cristais de gelo na atmosfera e a luz do sol os atravessa, e é relativamente comum, até é possível vê-los em redor da lua às vezes." (fonte wikipédia)
Vem a propósito, que no distrito de Leiria, exista um dos maiores portais multi-dimensionais deste planeta, cujo centro, é precisamente na Cova de Iria. Um verdadeiro vórtice energético que funciona como link entre mundos, ou melhor, dimensões existenciais.
Quando por um lado, na ciência se refugiam os conhecimentos do até agora alcançado, em termos de conhecimentos, ganhando a percepção de que ainda há muito por descobrir, sem esquecer todos aqueles, que se refugiam na explicação científica, omitindo por receio, o tudo infinito. Por outro lado, temos a religião, que seca a liberdade criativa do pensamento, quando perante o que ainda não se descobriu, ou seja, o inexplicável, se argumente que "misteriosos são os caminhos de Deus".
E já agora, que se especula em números e eles podem ser manipulados de várias formas, o autor deste blog, nasceu a 31 - 13 ao contrário - de Maio, em Lisboa e pasme-se, na freguesia de Nossa Senhora de Fátima.
Qual a probabilidade de após biliões de anos do Big-Bang, estar um gajo sentado à frente do computador a escrever isto que você está a ler? É essa improbabilidade dum desenrolar de variadíssimos factores conjugados e encadeados no espaço e no tempo que nos torna especiais, a centelha da vida.
Qual a fórmula matemática que calcula essa probabilidade?
A fé, não é propriedade de nenhuma organização. Ela é intrínseca na nossa essência de ser.
Da fé, pela fé e na fé, existimos e interagimos, cada um na sua concepção de verdade em múltiplas dimensões.
O país num contexto de extrema pobreza, num regime republicano recente e mergulhado nas contingências da 1ª Guerra Mundial (1914-1918), atirando de forma desorganizada, jovens para a mortandade, honrando hipocritamente, compromissos internacionais.
O que faria supor que uma entidade sobre-natural iria aparecer, a três criancinhas analfabetas, desnutridas e de horizontes limitados à sua pequena aldeia? Aliás, o espelho dum país, que a monarquia faustosa, bacoca e endividada, deixou aos seus ex-súbditos meio baralhados, enviesados em golpes e contra-golpes.
Numa linguagem de senso-comum, falamos de uma espécie de mundo espiritual, na qual uma amparadora extrafísica materializou-se num percentual elevado e comunicou com aquelas três crianças. De referir e devido às celeumas que se levantam, principalmente os mal-entendidos e também os aproveitamentos de pessoas físicas que representam organizações de cariz manipulativo consciencial, essas "aparições" são cada vez menos frequentes.
Voltando à aparição que se trata, a amparadora, não teria desígnios materialistas, comerciais, de fama ou de alimento do ego.
Porquê três criancitas, que mal sabiam ler e escrever e não três figuras de elevado intelecto e destaque na sociedade? Porque noutras dimensões, são questões de somenos importância. As pessoas quando morrem fisicamente e logo que adquirem a lucidez noutro plano dimensional, apercebem-se disso rapidamente.
A qualidade evolutiva de uma consciência não é mensurável pelos padrões de avaliação nas nossas sociedades físicas imbuídas em contextos de competição, porventura, em contextos mais amplos. Se é que exista, algum tipo de medição efectivo!?
Para quem estudou, por exemplo, Cálculo Infinitesimal, onde dentro de suas valências se estuda o cálculo de probabilidades, não deixa de ser curioso, que no dia 13 de Maio, quando se celebra a aparição de Fátima, e por coincidência, por volta das 13 horas, ocorra um fenómeno óptico natural, um enorme halo solar.
"Um halo é um anel de luz que rodeia um objecto.
Os halos formam-se a 5-10 quilómetros (3-6 milhas), na troposfera superior. A forma e a orientação particulares dos cristais são responsáveis para o tipo de halo observado. A luz é reflectida e refractada pelos cristais de gelo e pode dividir em cores por causa da dispersão, semelhante ao arco-íris.
Um fenómeno natural que ocorre quando existem cristais de gelo na atmosfera e a luz do sol os atravessa, e é relativamente comum, até é possível vê-los em redor da lua às vezes." (fonte wikipédia)
Vem a propósito, que no distrito de Leiria, exista um dos maiores portais multi-dimensionais deste planeta, cujo centro, é precisamente na Cova de Iria. Um verdadeiro vórtice energético que funciona como link entre mundos, ou melhor, dimensões existenciais.
Quando por um lado, na ciência se refugiam os conhecimentos do até agora alcançado, em termos de conhecimentos, ganhando a percepção de que ainda há muito por descobrir, sem esquecer todos aqueles, que se refugiam na explicação científica, omitindo por receio, o tudo infinito. Por outro lado, temos a religião, que seca a liberdade criativa do pensamento, quando perante o que ainda não se descobriu, ou seja, o inexplicável, se argumente que "misteriosos são os caminhos de Deus".
E já agora, que se especula em números e eles podem ser manipulados de várias formas, o autor deste blog, nasceu a 31 - 13 ao contrário - de Maio, em Lisboa e pasme-se, na freguesia de Nossa Senhora de Fátima.
Qual a probabilidade de após biliões de anos do Big-Bang, estar um gajo sentado à frente do computador a escrever isto que você está a ler? É essa improbabilidade dum desenrolar de variadíssimos factores conjugados e encadeados no espaço e no tempo que nos torna especiais, a centelha da vida.
Qual a fórmula matemática que calcula essa probabilidade?
A fé, não é propriedade de nenhuma organização. Ela é intrínseca na nossa essência de ser.
Da fé, pela fé e na fé, existimos e interagimos, cada um na sua concepção de verdade em múltiplas dimensões.