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sábado, 19 de dezembro de 2009

La luna


Óh Lua, celeste, que vagueias em Universos perdidos.
Óh Lua, Luna, olha em tua volta, há 40 anos que pago o telemóvel.
Vais-te afundar! E eu te salvar, de braço em riste e argolas encaixadas.
Óh Lua, Lua, quantos lobisomens dependem de ti. Bestas em forma de animais.
Num luar, luz que irrompe a negritude escura, num ponto onde se faça luz. Confunde-se com orvalho, de madrugada com geada.
Ou molho de cebola caramelizada e alho. Não cebolada, talvez reviralho.
Há 40 anos...

Tremeliques, la mano, fotografa seguramente a lua, que foge, mantendo-se quieta.
Não está para poses quietas, mexe-se. À volta da Terra, onde se passam mais de milhentas questões, de forma a que o Zodíaco desista da previsão.
Prever, prever, não prevejo nada, nem agoiro. Mas de belo, não profetizo.
Luna, Luna, acreditam que vieram para serem felizes e depois choram e agonizam-se. Para quê engana-los. Eles sabem ao que vieram, apesar de o reprimirem sub-conscientemente. Pelo menos que o saibam. A verdade.
Apesar do medo, de morrer. Propositadamente, renegam vidas passadas. Bloqueiam o seu próprio eu.
Luna, Luna, mesmo com dejà vus, retro-cognições e outras opções, se escondem em outras milhentas de máscaras.
Para não falar em religiões, partidos políticos, clube dos amigos disney, escuteiros, sindicatos, associações diversas, enfim grupos, ou doutra forma, coleiras conscienciais...