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domingo, 20 de março de 2011

O Perigeu


Na noite passada foi possível observar a maior Lua Cheia da última vintena. A Lua terá uma existência de 4,5 mil milhões de anos, resultado do impacto de um corpo celeste na Terra, segundo se crê.
O fenómeno ocorrido ontem, dá pelo o nome de super-Lua, atingindo o ponto mais próximo à Terra, o Perigeu, em oposto quando atinge o ponto mais distante com a Terra se chama, o Apogeu. Nestes dois extremos, calcula-se a distância média deste satélite natural na sua órbita elíptica em torno da Terra, à volta de 384 mil quilómetros, que ontem esteve a cerca de 365 mil quilómetros de todos nós, com todo o magnetismo que isso acarreta e toda a energia emanada, sem entrar em todas as crenças e rituais que à volta dela existiram e existem.

Com a sua massa, no campo gravitacional ela influência a Terra de várias formas, as marés são compassadas pela gravidade lunar, como também influencia todos os seres vivos deste planeta. Por exemplo, os seres humanos, dos quais os seus corpos são compostos em média por 75% de água, obviamente, que o efeito íman da Lua, influenciará o metabolismo destes seres. Se o faz com grandes massas de água, como as marés...



Mory Kanté - Ye ke Ye ke

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Luas


E se a Lua fosse embora? E se explodisse? Ou se ficasse quieta?
Seria um constrangimento, sem dúvida... Entre o aborrecimento e a catástrofe, por aí se situaria.
Será que as pessoas reparariam?
Deixaria de haver marés compassadas sob o seu jugo gravitacional?
Deixaria de haver lobisomens?

Deixaria de haver "fases" nas pessoas... que vivem de "fases" e que delas gostam de as publicitar, as "fases" que têm.
Todos os outros animais sentiriam mais pela sua falta, já que o animal humano - espécie mais cruel e mortífera que habitou este planeta - continua distraída a destruir-se.
Deixaria de haver a luz da noite e os seus reflexos, as suas sombras.

Será que haveriam viagens à Lua?
Em consonância, e se as pessoas vestissem todas calças de bombazine?

E se todos nós, saímos de uma fábrica, padronizados para ser peças de uma espécie de máquina?
E os que saírem com defeito?
E os que se recusarem a ser... Ser um padrão?
E os que quiserem ser libélulas, borboletas, formigas ou porcos?
E os que vivem "The dark side of the moon"?
E os que quiserem ser água, terra, fogo ou ar? E os que quiserem ser mais?
E os que quiserem ser menos?
E todas as outras que não sabem o que querem?

Se a Lua nos faltasse?
Será que acordávamos?



Vangelis, Abrahams Theme

sábado, 19 de dezembro de 2009

La luna


Óh Lua, celeste, que vagueias em Universos perdidos.
Óh Lua, Luna, olha em tua volta, há 40 anos que pago o telemóvel.
Vais-te afundar! E eu te salvar, de braço em riste e argolas encaixadas.
Óh Lua, Lua, quantos lobisomens dependem de ti. Bestas em forma de animais.
Num luar, luz que irrompe a negritude escura, num ponto onde se faça luz. Confunde-se com orvalho, de madrugada com geada.
Ou molho de cebola caramelizada e alho. Não cebolada, talvez reviralho.
Há 40 anos...

Tremeliques, la mano, fotografa seguramente a lua, que foge, mantendo-se quieta.
Não está para poses quietas, mexe-se. À volta da Terra, onde se passam mais de milhentas questões, de forma a que o Zodíaco desista da previsão.
Prever, prever, não prevejo nada, nem agoiro. Mas de belo, não profetizo.
Luna, Luna, acreditam que vieram para serem felizes e depois choram e agonizam-se. Para quê engana-los. Eles sabem ao que vieram, apesar de o reprimirem sub-conscientemente. Pelo menos que o saibam. A verdade.
Apesar do medo, de morrer. Propositadamente, renegam vidas passadas. Bloqueiam o seu próprio eu.
Luna, Luna, mesmo com dejà vus, retro-cognições e outras opções, se escondem em outras milhentas de máscaras.
Para não falar em religiões, partidos políticos, clube dos amigos disney, escuteiros, sindicatos, associações diversas, enfim grupos, ou doutra forma, coleiras conscienciais...