Mostrar mensagens com a etiqueta cenas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta cenas. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Aquilo lá ...


Sei que existem coisas e coisas quase impossíveis. Há coisas que ficam longe... lá... longe ... para lá da casa do caralho.
No entanto, a vida espalha-se por aí, sem sabermos muito bem como, ela está por aí, à nossa volta e em cada um de nós, somos a própria vida, mesmo que, alguns se achem mortos para ela. 
Em boa verdade, vida e morte, se interligam, coexistem, são facto peremptório.

Em todos nós existe uma espécie de Alasca, onde cada um deixa um segredo passado d'uma vida e tenta recomeçar uma vida do zero, dentro de uma série existencial.
Uma mistura psico-somática dentre um ponto entre outro, que se somarmos as outras vidas se tente, pelo menos, interpretar um sentido, da existência individual, ao mesmo tempo, que se baixe o percentual do "baratismo-tontismo" em que cada um vive. 
Este não-fenómeno por ser a normalidade, resulta nas sociedades actuais em que vivemos.
Um vazio estudado e projectado, numa inocuidade disseminada, um quebra-gelo rotinado a destruir almas... Que parece fazer esquecer ou esconder que afinal as pessoas são o Universo, não por direito próprio, mas porque são partes integrantes de tudo isto. 

É como jogar na roleta ...!


Dead Combo - Blues da Tanga

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Johnny


Fine Young Cannibals, banda inglesa, pouco conhecida na ibéria lusa teve o seu maior sucesso na edição musical de "She drives me crazy", nos idos anos 80.
Só que esta música quando ainda eram uma banda de bar, ficou na retina da cera do ouvido. "Johnny come home", descreve duma forma muito assertiva a forma vivencial de muitos Johnnys.

Num restaurante chinês, o chinoca era o Johnny. A garrafa de bagaço com lagartos lá dentro, numas tacinhas que depois de cheias viam-se gajas nuas. Bozudas, cheias de carnum, e não esquecer e sempre bom de lembrar, que toda a bilha é uma bilha de sonho.
Certa vez ludibriei o Johnny! Dá cá, dá lá e coiso e tal e blé blé blé, palmei-lhe uma garrafola de J&B. Que grande azar!
Um clepe, um plato tlinta e tlêz e uma Casal Galcia glande, compensa o prejuízo.
Johnny, don't worry! Johnny come home!
O mundo em que vivemos é louco e pode se fazer o que quisermos.


domingo, 3 de maio de 2009

Kasbah



Na semana retrasada ocorreu mais um dos múltiplos jantares tertúlias. Neste houve faltas. Um morreu, outros esquivaram-se. Quem está habituado a cenas destas, sabe que são merdas que acontecem.

Haveria muito para contar, mas, não me apetece...
Meu caro leitor, não julgue "per si" que é má vontade ou arrogância. Apenas são, qualquer coisa...

De uma despedida com sabor a falsa partida, juntámo-nos novamente, mais velhos, com cabelos brancos e pianinhos.
Nestes jantares tive em últimos graus fenómenos para-psíquicos, tais como; macro-PK's e super-consciências, a explicar mais tarde.

Tudo bem, meu caro?
Roda o pescoço e o braço?
Tranquilo, ainda estou cá.
A menina não é católica? Lá está o que eu digo...
Não sou cobrador de imposto nem contador de estereonato.

Noites que terminavam em transe e com magia.
Nunca fiando! Pois os cabraozões "andem aí"... A fumar umas cenas...
E com os olhos em si.

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

(In)sanidade Mental

Para não dizerem que já não escrevo há algum tempo - e como eu preocupo-me com isso, à brava - cá vai qualquer coisa para encher. Quem inventou isto dos blogs, foi um gajo porreiro, pá. Tudo de borla e o pessoal tem de levar com tudo. Foi uma cena mesmo porreira pá.
Hoje não tou com grande paciência, mas esperem, que vêm aí grandes bombas. Se você for da CIA, NSA, MOSSAD ou - risos - SIS e calhou aqui através de pesquisadores, não se preocupe, pois, são bombas "amigas".
Em breve terei o gosto de vos presentear com artigos (melhores que este) acerca de: esquizofrenia (dedicado directamente a um grande amigo), planeta em que vivemos, religião e sobre Universalismo.
Por enquanto deleitem-se com a música. Este fim-de-semana meti (gosto do sentido desta palavra) prá aí mais umas cinquenta músicas, já vai em 245.
E para terminar lembro-vos o que um assessor de Ronald Reagan (Presidente dos U.S.A. nos anos 80) lhe disse a certa altura. Por causa das conferências de imprensa diárias na Casa Branca - "Temos é que lhes dar alimento, que, eles comem tudo ".
O admirável mundo em que vivemos.