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quinta-feira, 8 de julho de 2010

Start me up


Sobre Portugal, nos últimos dias paira uma onda de calor, que pode ser designada, por ser demais. É muito calor, demais!
Calor esse que afecta as cabeças, a mental-somática e o Abreu.
O Abreu fica, loco, loco! Nem as pode ver... tão descascadas, as bilhas de sonho. Um pézinho a bater numa sandalinha ou num chinelinho, um rabinho daqueles e não dá para resistir. E são tantas e andam tão bonitas, se calhar é do rímel derretido da fornalha energética.
Mamma mia!

O mundo continua a rodar no seu eixo todos os dias, com os seus infernos paralelos diários, mas os prazeres físicos não se deixam de manifestar, tanto no corpo, como no espírito.
No contexto espiritual, incubus e sucumbus, andam de rédea larga e influenciando tudo.
De relações que por vezes, nos dias seguintes, se transformam em ralações, mas a gente gosta muito e esse é um dos cernes da nossa existência, mesmo que torcido, são os handicaps existenciais e ninguém se escapa deles.
Não é por acaso, que se se entrar numa matriz filosófica da questão, em que nada é por acaso e tudo está destinado, mas desconfiando, a psicologia moderna - tal como se gosta de chamar - o indivíduo se deva casar após os 40 anos de idade, já maduro e afim de evitar stresses desnecessários. Para quem esteja neste grupo, pode dormir de consciência tranquila e mesmo assim... escondendo ralações varridas para debaixo do tapete. É aí que a vida, essa grande mestra, nos dá as maiores lições.

Mas quando se está no jogo do meio, comete-se o acto, porque é muito bom e está programado no nosso ADN, comete-lo. A ralação do dia seguinte, é como tudo na vida, quantas mais vão acontecendo, mais nos vamos desenrascando em nos safarmos, sem deixarmos karmas por resolver, essa é uma das intenções meio ingénuas, fazendo de conta, que coiso e tal... e tal.
Adiante e como se nada tivesse acontecido. E de facto, nadamos afogados.

O calor é infernal... e depois acontecem surpresas! Ai, ai... E depois o Abreu é que é o culpado!
O calor faz star me up, neste condomínio diablo que partilhamos pacífica e violentamente.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Johnny


Fine Young Cannibals, banda inglesa, pouco conhecida na ibéria lusa teve o seu maior sucesso na edição musical de "She drives me crazy", nos idos anos 80.
Só que esta música quando ainda eram uma banda de bar, ficou na retina da cera do ouvido. "Johnny come home", descreve duma forma muito assertiva a forma vivencial de muitos Johnnys.

Num restaurante chinês, o chinoca era o Johnny. A garrafa de bagaço com lagartos lá dentro, numas tacinhas que depois de cheias viam-se gajas nuas. Bozudas, cheias de carnum, e não esquecer e sempre bom de lembrar, que toda a bilha é uma bilha de sonho.
Certa vez ludibriei o Johnny! Dá cá, dá lá e coiso e tal e blé blé blé, palmei-lhe uma garrafola de J&B. Que grande azar!
Um clepe, um plato tlinta e tlêz e uma Casal Galcia glande, compensa o prejuízo.
Johnny, don't worry! Johnny come home!
O mundo em que vivemos é louco e pode se fazer o que quisermos.


quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Era o fim da macacada !


Certo dia, incerto por natureza, depois da visita de uma colega, um colega já nos entas, não nos quarentas, mas sim, nos cinquentas, dispara à luz de um sol abrasador - O rabinho (da tal coleguinha) nas minhas mãos, era o fim da macacada!
O qual tive de comentar - De facto, era o fim da macacada!
Apelando à imaginação visual, vislumbrando a dita coleguinha de quatrinho.

A expressão, dita com um certo ênfase, encerra sobre si, toda uma dialéctica de sonho. Todo o poder comunicacional é subvertido, como quem lê um diapasão mental.
Descontando a questão do rabiolês, existe toda uma ciência por detrás dela.

O vídeo em baixo, verdadeiro serviço público, pedagogia habitual neste espaço virtual.

Amanhã, qual maluco, vou stressar uma menina! Stress positivo, claro. Na esperança de me dar um rolé!
Pois toda a bilha é uma bilha de sonho. E como é óbvio, tenho toda uma visão holística da Mulher.
Por vezes um certo odor a maresia, mas lavadinha um pitéu...

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Baby Jane


Hoje foi um dia de vários acontecimentos neste canto à beira-mar plantado, que ainda, antes de ser País, daqui já se emitiam relatórios onde constava que, "Este povo não se governa, nem se deixa governar".

Desde à suspensão forçada em plena campanha pré-eleitoral do Jornal Nacional da TVI de sexta-feira, à demissão de vários quadros da mesma estação televisiva. Portugal perde assim um dos seus melhores freak-shows, com figuras de sobeja relevância nacional, como Manuela Moura Guedes e Vasco Pulido Valente.
Apesar de muitas hipóteses que ficam no ar, o que realmente se passou foi o seguinte. À natural e habitual estupidez do partido xuxialista português (criancinhas de Almada vinde a mim) e com fraternos pedidos solidários ao seu congénere espanhol, o partido socialista obrero espanhol, com grande influência no grupo de comunicação social PRISA, accionista maioritário da cadeia de televisão TVI, suspendeu um programa noticioso que atacava ferozmente o primeiro-ministro português.
Causavam incómodo, pronto!

Já se adivinhava que esta campanha iria ser das mais ordinárias, duras e sujas, dos últimos tempos. Mas que a coisa anda agreste, anda. Juntando ao facto da anedota que este País sempre foi.

Por mim, acordei muito para além do cantar do galo, nem fiz a barba, antecipando minutos preciosos para chegar no "ela por ela". Depois do meio-dia, mesmo com o fato e gravata a disfarçar, não escondia um certo ar de ladrão de estrada.
Desfalcado do meu yogurte Aloé Vera, levei prevenido uma barra de cereais Muesly, para comer no caminho. No caminho palitei e lapidei os dentes com aquele ar esperto de quem acabou de comer uma sandes de presunto acompanhado de um copo de vinho tinto.
Olho para um lado, zero, olho para o outro, zero...
Zero zero sete, está limpo, faço com a mão o sinal de O.K..
Nestas alturas, aparece sempre um camião do lixo a bloquear a estrada, a lei de Murphy nunca se esquece de nós.
Só que para uma criança indigo, estas coisas são totalmente indiferentes.

Nisto tenho andado, no pouco tempo que me resta do dia laboral, a transferir as músicas deste blog outrora com o gadget Finetune, para o do Mixpod. Tinha reparado à uns tempos num blog de referência nacional - Isto tem dias - que em algumas músicas apareciam os vídeos. Pensei para com os meus botões - Também quero um para mim!
E já cá está, aos poucos vou transferindo as músicas, algumas com vídeos. Como a base de dados é grande, a lista vai ser maior. A qualidade é excelente, pois são escolhidas por mim, e como eu sei destas coisas e doutras, as músicas são muito boas, ou melhor, todas boas.
Para quem for mais esquisito, o gadget tem uma setinha para clicar, para quem - como se fosse possível, não gostar de alguma - andar para outra música.

Voltando ao dia, diz-me o Sr. Ziting, que me conhece muito bem - Zorze, para ti qualquer mulher, é uma bilha de sonho! Acrescento - Confere, e ainda, diria que a mulher não é simples, vejo-a numa visão mais holística.
Em coerência, comprei roupinha nova, pois na Festa e ao que parece, haverá sessões fotográficas. Logo depreendi que teria de ir "arranjadinho" e bonito.
Não esquecendo a vestuta expressão que alguns consideram ordinária, mas que, tem toda uma ciência por de trás dela:
- Bonito, bonito, são os colhões a bater no pito!

Tenho a convicção, que em sorte, irei pinçar uma Baby Jane. São daqueles feelings, que a matemática não consegue explicar...
A cabeças de Vila-Franca com olhares desconfiados, relax. Não fui eu! Pois só cortejo fêmeas; solteiras, viúvas e divorciadas.

Credibilidade, seriedade e honestidade. Se não os pilares de uma sociedade, a sua anedota existencialista.