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segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Maçonaria e Opus Dei


Há poucos dias, uma grande celeuma se levantou após a publicação de um post no blog Casa das Aranhas acerca da Maçonaria. Celeuma essa extrapolada, devido ao facto, que num dos primeiros comentários alguém publicou a lista dos membros do GOL - Grande Oriente Lusitano - de A a M. De referir que o post em causa - muito interessante - já se alonga em mais de mil e tal comentários, maior parte deles, injúrias e ofensas, dentre virgens ofendidas e do melhor e/ou pior vernáculo luso sem correcção ortográfica.
Com grande espanto meu, no meio das centenas, encontro um comentário, mais do que certeiro, mais do que sintético e assertivo, resume de uma penada o país em que vivemos, pós 25 de Abril de 1974. Assinado por um Virgílio Lopes, ele escreve e muito bem;

Apelo a que, serenamente, se foquem no problema REAL.
A História de Portugal e do Mundo está cheia de maçons ilustres, grandes humanistas, defensores da liberdade, da democracia e de uma maior justiça social. ISSO É UMA VERDADE INDESMENTÍVEL !
O problema REAL (e apenas estou interessado em falar no meu País) é que após o 25 de Abril nasceu uma NOVA “maçonaria” que não é mais do que uma MÁFIA representativa do pior que há nos partidos chamados do “arco do poder” e designadamente do CENTRÃO ou Bloco Central de Interesses.
A esmagadora maioria dos NOVOS “maçons”, verdadeira MÁFIA, listados ou não, são gente militante ou afecta ao PS e ao PSD. Sem prejuízo dos muitos socialistas e sociais-democratas convictos e sérios que pertencem a esses dois partidos.
Mas falta falar do OPUS DEI. Outro POLVO secreto infestado de comparsas, sobretudo “beatos falsos”, daqueloutros da NOVA “maçonaria”. Convictos, haverá lá uns tantos, poucos, de que é exemplo mais mediático o Dr. Mota Amaral.

Por tudo isto, repito, foquemo-nos no problema EFECTIVO, REAL – a maioria esmagadora destes novos “pedreiros livres” e “beatos falsos” são, na realidade, a COSA NOSTRA PORTUGUESA.
Uma corja de “criminosos de colarinho branco e botões de punho” que andam há anos a SACAR e a VENDER A PATACO a riqueza do País.

E como é que nos vamos ver livres deles, infiltrados que estão, “como piolho por costura”, em todos os ÓRGÃOS DE SOBERANIA do Estado Português ?

Eles dominam tudo:

Presidência da República

Assembleia da República

Governo e Ministérios

Tribunais Superiores e todos os restantes

Polícias e Forças de Segurança

Aparelho económico

O PAÍS !!!!

Eu diria todo o mundo ocidental vestido no politicamente correcto, ou seja, a hipocrisia geral sustentada na iliteracia  global das sociedades, grosso modo, nos campos; políticos, económico/financeiros, culturais e sociais.
De referir que independentemente das missões filantrópicas e religiosas, da Maçonaria e da Opus Dei, não se pode esquecer o facto real, de que são espaços propícios para facilitar canais de ligações entre políticos, actores da alta economia e finança, bem como altos funcionários nas áreas da justiça.
E quando assim é ... 


Publicado em simultâneo no Cheira-me a Revolução!

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Os estafermozinhos


Já foram apelidados de diabinhos negros por um membro do clero português, eu prefiro classificá-los de estafermozinhos. Refere-se, concretamente, ao actual governo português em termos teóricos, na prática são apenas uma comissão liquidatária da nação lusa.

Estes estafermos, que numa primeira fase objectivaram, ir para além da troika, no acordo de entendimento assinado pelo partido socialista, liderado por um (In)Seguro que ainda tenta descobrir um espaço dentre as gotas de chuva que vão levantando o pó que alimenta uma comunicação social portuguesa manietada à partida de quem lhes paga o seu ganha-pão.

Estes estafermozinhos estão a levar a cabo a destruição de um país e sua economia por arrasto no que "alguns" apreenderam nos campos de treino terroristas bilderberg. O seu pensamento social foca-se nos pobrezinhos, identificá-los e dar-lhes uma sopinha de caldo verde.
Não tendo noção da vida real e das suas complexidades, afagam suas consciências na ideia de um copinho de leite com café quentinho, no meio de sonhos, em que não haverá pobrezinho, coitadinho, sem uma malga de pão com azeitona.

Os pobrezinhos, coitadinhos, que vivem acima das suas possibilidades, que pagam os ordenados bem chorudos das fundações e de muitos administradores públicos que factualmente quase ninguém percebe a valia pública que trazem ...

Enquanto destroem subtilmente o salário mínimo, fazendo com que hoje em Portugal, se possa pagar a um trabalhador menos do salário mínimo, os estonteantes €485, crescem cada vez mais postos de trabalho pagos abaixo do salário mínimo.

Não contando com o recente caso de contratação de enfermeiros por parte do Ministério da Saúde, desclassificando toda uma classe profissional. Uma licenciatura de peso e na qual é preciso suar as estopinhas. Um enfermeiro contratado no actual Portugal, recebe €385, subtraindo os descontos para a Segurança Social, leva à volta em números redondos cerca de €320 num mês de trabalho constituído por 8 horas de trabalho diário.
O retrocesso civilizicional é tal, que crescem as figuras do receber à jorna e os dos manangeiros.

Estes estafermozinhos descuraram o principal tónico do desenvolvimento económico, a motivação. Sem motivação, por mais que se torçam, não haverá desenvolvimento económico. Sem uma luz ao fundo do tunel, não haverá crescimento.

A juntar que os estafermozinhos do governo português, inserem-se num contexto global e mundial, onde têm pouca voz , fraca margem de manobra e completamente de joelhos aos mercados do dinheiro.
Vivem imbuídos da mentalidade dominadora dos verdadeiros estafermos internacionais que acumulam todo o dinheiro do mundo.

Todos os dias existem biliões e biliões em diversas divisas monetárias nos mercados financeiros para comprarem obrigações de empresas e de países.
O problema não está na produção física de bens (não ocorreu nenhum cataclismo planetário), o problema está na gestão da massa monetária e nos seus movimentos virtuais, problema o qual ninguém toca, porque está nas mãos dos senhores da guerra "deste presente".



Publicado em simultâneo no Cheira-me a Revolução!

quinta-feira, 28 de junho de 2012

O caso da multinacional checa - Bata


Há poucas semanas  atrás a multinacional checa Bata que se dedica à comercialização de calçado, anunciou que se vai retirar de Portugal.
A companhia fundada por Tomas Bata em 1894 na cidade checa Zlin na antiga Checoslováquia, atravessou o séc. XX e mantém-se no séx. XXI em todo o seu fulgor. Hoje é uma multinacional presente em cerca de 70 países com mais de 5.000 lojas e aproximadamente 30.000 trabalhadores.

Nos dias de hoje, em que assistimos diariamente a encerramentos de fábricas, empresas e lojas, consequência directa de insolvências, falências, deslocalizações e algumas vezes de forma fraudulenta sob uma capa de legalidade, num sistema judicial fraco para os fortes e forte para os fracos, sistema judicial português esse, cada vez mais desigual no acesso e cada vez menos justo na aplicação da lei.

Não sendo um caso diferente do dia-a-dia económico/industrial português, infelizmente, é no comunicado da casa-mãe desta multinacional, que fica espelhado em poucas linhas a realidade económica portuguesa, totalmente contrária à linha comunicativa do governo português, que vive uma mistura de ficção teórica comunicativa e realidade social aplicada resumida em gráficos Excel.
Assim, ao contrário da filosofia de comunicação do governo português - que diz uma coisa e pratica outra - que enche os seus comunicados até à exaustão os cliques bordão, tais como; é o único caminho, crescimento económico, medidas contra o desemprego, o caminho certo, recuperar a confiança, as medidas necessárias e por fim, atrair investimento estrangeiro, vem a realidade objectiva de uma empresa estrangeira a operar na economia portuguesa que já tinha puxado a corda da exploração até aos limites, note-se que para os empresários em geral o lucro é sempre pouco, as lojas da Bata funcionavam actualmente com um trabalhador por turno, o que leva a questionar para é que existe uma entidade que dá pelo nome de Autoridade para as Condições de Trabalho - ACT ?
Diz a Bata constatando a realidade - " o clima económico no país, tornou-se extremamente difícil, deteriorando a confiança dos consumidores bem como o seu poder de compra, o que tornou impraticável a continuação da Bata em Portugal, como vinha acontecendo até aqui ". 

E é nesta pescadinha de rabo na boca que o governo português fica surpreendido quando afere que a receita fiscal diminui e o défice publica aumenta.
Reduzindo o rendimento das famílias, as empresas vendem menos e a indústria produz menos. É a espiral recessiva negativa que o actual governo colocou o país, aliás, fruto de um elenco na economia e nas finanças, brilhantes académicos e teóricos, mas muito fraquinhos na capacidade de visão da realidade de um país em contexto global.

sábado, 13 de agosto de 2011

O colapso


Será que as pessoas "ainda" não repararam que existe um dedo inteligente, nesta crise global?

A grande maior parte acredita que mais ou menos. Mais ou menos porque lhe afecta mais ou menos no seu dia-a-dia, embrulhado nos problemas lá do trabalho, nas questões familiares, no desenlace das telenovelas, da vida dos famosos das revistas e das doenças, principalmente, as crónicas e mais atrozes. Parece um jogo, mas não é? Ocupa o tempo, suga a energia e baralha com as emoções.
Tudo misturado e tem o dia feito, com as dificuldades que se desmultiplicam entre todos este factores. Torna o ser, ser mais conformado, mais amorfo à dor e em suma mais alienado. É a cartilha dos novos escravos.

Depois de lucrarem à grande, do chamado Terceiro Mundo, deixando-o desculturizado e esfacelado, viram-se agora para as sociedades ocidentais, envenenando os espíritos com divisões ideológicas.
Subsídios ou empresas? Emprego ou redução de consumo? Taxas de juro! Cotação do ouro! Uefa Champions League ou Jogos Olímpicos?
Tudo numa azáfama, debatendo os seus pontos de vista, no campo dos seus interesses.

Na verdade, existem pequenos grupos de indivíduos, que pensam nisto tudo e apostam que quanto pior melhor.
Têm quase todo o dinheiro do mundo e querem mais ainda. Têm triliões, apostam no descalabro. Arruínam países inteiros, para lhes depois comprarem as infra-estruturas ao desbarato. Este filme já foi visto em África em grande parte na América Central e do Sul. Agora estamos no passo seguinte, a Europa. Essa manta de retalhos de democracias que se governam a 3/4 anos em rotatividades mantidas por políticos ambiciosos que tudo fazem para se manterem à tona da superfície. Atacaram o elo mais fraco, a Grécia e daí criaram um efeito dominó irreversível.
Estes indivíduos, são apátridas, julgam-se acima dos Estados.

Em boa verdade, este mantra de austeridade e de medidas de ajustamento, pode, com probabilidade cada vez mais elevada, não servir para nada. Isto num contexto, em que os ambiciosos políticos tentam fazer crer em cada um dos seus Estados, com mais ou menos estilo e carisma com que vendem aos seus contribuintes. Na realidade, os Estados super-endividados já perderam grande parte da sua soberania, apenas são intermediários para retirar às populações parte do seu rendimento, para pagar aos seus verdadeiros donos, os credores.
Não é um levantamento de multibanco gigantesco, mas sim, uma espécie de açambarcamento generalizado dos milhões de parcos rendimentos individuais. Ao mesmo tempo, que compram as suas empresas que gerem os recursos naturais de cada Estado.

É uma mega-fraude, com toda a gente a ver meia amorfa. Os recentes motins em Londres e em Atenas, diferentes entre si, são sempre diferentes, mas na base, têm sempre uma coisa em comum. Cada vez mais gente, sem temer nada a perder, pois já não têm nada a perder. E ainda estamos a ver amostras, do que para aí vem. Apenas se revelam as franjas marginais, quando forem as classes médias, sustentáculo dos Estados e das empresas, a coisa pode virar o boneco.

Apesar das inúmeras dissertações intelectuais, dos discursos de pseudo-esperança, o facto real, é que a cada dia assistimos a um afundar de leve, que é difícil, que é preciso cortar mais... e por aí adiante. Na verdade, o sistema está falido e vai-se adiando com mais dívida.
Andarmos aos tiros, por causa de latas de atum, garrafas de água e bidons de gasolina, já esteve mais longe.

2012, está aí ao virar da esquina!



Afinal, tudo isto é a brincar. Não é?

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

O mal maior


Enquanto, seria para ontem, parar já, a actual filosofia política, que não é menos do que, empurrar para a frente, navegação à vista e sem rumo, o governo actual de Portugal está perdido, por entre galifões sequiosos de dinheiro fresco, quais vampiros e o zé povinho em suas múltiplas catarses hipnóticas.

De facto, os astros, não estão com esta equipa governativa, que há uns meses se lançou por um périplo no norte de áfrica e médio oriente em busca de financiadores para a dívida nacional e compradores de produtos provindos da "inteligentsia" lusa. Não que o azar seja sempre fortuito, mas, despontou no mundo árabe revoltas, que põem em causa, horas e horas de investimento exportador e tremendas dores de cabeça pela enorme dependência do país em petróleo e gás natural oriundos daquelas zonas do planeta.

Enquanto o mal maior é a inacção, ou seja, continuar neste vazio decisório de endividar-se cada vez mais e a preços cada vez mais incomportáveis, todo um mundo à sua volta descamba e além de não lhe dar grande importância ao país, não lhe dá crédito, em variadíssimos sentidos.
Os clusters económicos; turismo e galos de barcelos, já estão quase esgotados.
Fica mais fácil, torcionar um povinho, cada vez mais pobrete mas alegrete, reduzindo-lhe o rendimento e hipotecando as suas gerações futuras em engenharias financeiras que não irão compreender no curto prazo.
Apesar de ser um povo engraçado e mesmo que a gasolina aumente, continue a dizer ingenuamente - Eu ponho sempre dez euros!

Enquanto a insensibilidade dos números se espalham, onde se transmite a ideia, que há pessoas que são lixo, onde são calculadas pela quantidade e por fim pela rentabilidade.
O imposto do zé povinho, que acorda cedo para trabalhar, que se fosse administrado com justiça, deveria garantir a justeza dos serviços.

Pelo lado social, é raro encontrar uma mulher que não tenha comido no focinho, ou que não tenha sido stressada sexualmente.
Este país, no plano financeiro já vendeu a soberania, no plano político é um desastre tremendo e no plano social somos uns desgraçadinhos.

Por outro lado, a lenga-lenga de que há pessoas boas e que há portugueses bons, sapiência q.b., gente muito esperta, solidária e ditos modernos. Só que a realidade é merda camuflada de "Bom dia, Sr. Doutor", é quase tudo feito em cima do joelho, na política, nas empresas, nos serviços do estado e nas famílias. Está-se tudo a marimbar.
Quanto menos se fizer melhor, é o lema. Por isso Portugal esteve sempre em crise e claro que se deve ver tudo pelo lado positivo, são desafios, diz-se.
Na verdade, neste país é só filhagem de putagem e a pobreza não justifica tudo, mas na pobreza de espírito, a conversa já é outra...

Palhaço da merda, você é concorrente! Ganhou o direito de ser pessoa!



Publicado em simultâneo no Cheira-me a Revolução!

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Fungagá da bicharada


Desde os tempos em que éramos macacada arrebitada e de paulada em riste, aos dias de hoje, as motivações são as mesmas. Poder e status.
Na Era das Trevas, tomavam-se territórios sob a batuta do machado, da espada pela força e organização militar.
Nos tempos actuais, que chamamos de modernos ou contemporâneos, aliás são sempre os tempos presentes, desde que não haja uma máquina do tempo que, altere a ordem natural do que sentimos, o aqui e agora.

Na verdade, uns tentam dominar outros, essa matriz está enraizada na nossa genética, a espécie mais violenta, que para sobreviver, chacinou todas as outras com linhas de desenvolvimento diferentes. Como outrora a mais guerreira, foi aquela que vingou. Nós descendemos desta linha, a mais bárbara.

Nos dias de hoje e com a complexização social fruto da evolução da espécie e desenvolvimento das organizações criadas por si; a guerra, a dominação, a invasão de territórios, dentre as principais, ganharam novas características procedimentais.
Hoje controla-se um país através do seu sistema financeiro, do seu comércio externo e nas suas relações diplomáticas.

Um exemplo, entre muitos, que os mass-media não divulgam com a mesma energia que jorram banalidades fúteis que ocupam todo o espectro mental das massas, bem balizadas nos seus "dia-a-dia" e daquilo que consideram o normal, que já fora previamente formatado.
No dia 20 de Abril de 2010, ocorreu uma explosão numa plataforma petrolífera no Golfo do México vitimando 11 pessoas, plataforma essa pertença da BP (British Petroleum).
O Goldman Sachs ( um dos maiores bancos de investimento do mundo, fundado em 1869 por Marcus Goldman ) vendeu mais de 40% das suas acções da BP, três semanas antes do “acidente” com a Plataforma petrolífera. No dia 31 de Março o mesmo se passou com a UBS e a Wachovia Corporation que venderam 98% e 97% das suas acções da BP .
A Goldman Sachs realizou um lucro de 266 milhões de US Dóllars, dado a cotação da BP em bolsa ter perdido 50% do seu valor .
Semanas antes , o próprio director geral da BP, Tony Hayward, vendeu por um valor de 1,4 milhões de Dólares acções suas da BP.

Estas instituições, são actores determinantes nos mercados financeiros mundiais, no relativo às suas valências de actuação, são um pequeno exemplo, de um mundo em constante guerra pelo poder e status.
Em boa verdade, as organizações intervenientes nos mercados financeiros, não estão nem prá aí virados, no que toca ao interesse das populações onde intervém de forma directa ou indirecta, o único objectivo é o lucro e é por ele que respondem.
A ideia que é vendida por vários canais de comunicação de que o FMI e o Fundo de Resgate da UE vêm para ajudar, não é mais do que garantir aos credores dos países sobre-endividados que recebam o seu quinhão com juros proporcionais ao risco de falência.

Outra estranha coincidência, é o filme do vídeo em baixo ter passado ao lado do mass-market, consumidor de cinema de centro-comercial. A película "The International" surpreende pelos pormenores de como a monstruosidade é perpetuada de forma legal.



Publicado em simultâneo no Cheira-me a Revolução!

domingo, 16 de janeiro de 2011

Michael Jackson, acidente ou silenciamento ?

Numa primeira versão, fabricada para alimentar a voracidade dos media, acerca da morte de Michael Jackson, ficou a ideia generalizada de que ocorrera um acidente médico, derivado do abuso de substâncias químicas, principalmente, analgésicos para a dor nas costas.
Será que foi mesmo assim?
Quem era o médico que, supostamente, lhe administrou as drogas? Porquê a azáfama de relatórios, que se desmultiplicaram, no seio de vários serviços secretos relativos ao assunto?
O que realmente estava em questão, e dessa, aquilo que é sonegado diariamente às populações, porque existem círculos de influências que determinam e moldam a informação que melhor nutre a carência de sociedades cada vez mais vazias de valores, de sentido ético e fundamentalmente, a perca do instinto humano das pessoas serem.

O seu enorme sucesso, foi também a sua desgraça. Pelo seu talento, transformou-se na ferramenta ideal, o ideal canal de comunicação para as massas, que poucos querem controlar.
Quando deixou-o de o ser, quase da noite para o dia, empreendeu-se uma das maiores campanhas de descredibilização de uma pessoa que há memória.
Era o preto que queria ser branco, quando afinal sofria de uma doença rara de despigmentação da pele, vitiligo, a qual, a forma como a contraiu com contornos muito estranhos.
Mas isso não chegava, já tinha os holofotes mundiais focados em si. Foram as histórias de pedofilia, o qual se pôs a jeito, fruto de alguma inocência, mas onde, diga-se em abono da verdade, pais sem escrúpulos aproveitaram-se da situação para estorquir umas massas.
Construiu-se todo um verdadeiro freak-show à volta da pessoa, a que, a sua imagem física também não ajudava, mas o que interessa no final, é que o circo já estava montado e a padronização dessa coisa monstruosa, chamada de opinião pública, já estava formada.
Tenha-se em conta, a pressão!
O próximo vídeo, mesmo descontando alguns exageros, levanta muitas dúvidas.



Logo muito jovem, mostrou um talento natural e invulgar. É sempre bom lembrar, que à falta de ecletismo das pessoas em geral, por serem terrivelmente parciais, como também a insuficiente abertura mental para tudo o que nos rodeia, na sua área de actuação ele era o melhor. Na música e na dança, ultrapassou os limites, foi mais para lá. Bateu os recordes de vendas de Elvis Presley e dos The Beattles, por isso ele era muito importante para determinados círculos de influência.
Além de um enorme talento, reconhecido por mesmo quem não apreciava o seu género musical, era um enorme profissional do show biz, com tudo o que isso acarreta. Inventou passos de dança, deslizava no palco como ninguém e tinha um jogo de pernas inigualável. Fruto de muito trabalho, de persistência, até aos limites das dores o permitirem.
O vídeo em baixo, é de ver até ao fim, um enorme Billie Jean, deixando os seus espectadores completamente delirantes.



Na fase final de sua vida, as suas mensagens continham além da sua revolta, conteúdos políticos bem demarcados. Por coincidência, já não com o mesmo sucesso de outrora, apesar da maior profundidade.
Foi cantar "They Don´t Care About Us", numa das favelas do Rio de Janeiro, bem como, produzia músicas generalistas da raça humana.
O sistema, as super-estruturas, as sociedades secretas ou o que lhes queiram chamar, aproveitaram-se do seu enorme talento, conquanto mestre de diversão de massas, quando ele se apercebeu da monstruosidade que o manipulava e tentou exterioriza-la um pouco, foi silenciado.
Foi limpinho... apesar das pontas soltas.

Em baixo, Liberian Girl.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Uma certa espécie


O que se negoceia nas praças financeiras, vulgo mercados bolsistas, é uma ilusão, que se reflecte na vida de milhões de pessoas. O valor das cotações não reflecte a real actividade das empresas cotadas.
Quase tudo é fruto de manipulação de informações, num jogo cada vez mais complexo em que já quase ninguém, sabe como se determina.
O único objectivo, é só e apenas o lucro.
Na demanda do lucro e da rentabilidade, não cabe a fome, o desespero e a humilhação.

Que o diga a Exxon, por exemplo, que nos anos 80 e 90 explorou os recursos naturais do Chade, enquanto na altura, o país mais pobre do mundo, a vampiresca multi-nacional se vangloriava dos seus resultados financeiros, regojizavam accionistas, que não mais esperam, do que o lucro devido, rentabilizando o seu investimento.
Tudo está em torno do - Ó Abreu, dá cá o meu!

A perversidade do sistema é tão mostruosa, que coloca explorados contra explorados, sem se conhecerem, sem se aperceberem, e principalmente, desconhecerem o prejuízo que causam uns aos outros.
Em meados dos anos 90, o Ruanda recebe uma remessa enorme de catanas produzidas na China, que foram o instrumento principal de um dos maiores massacres de vidas humanas num curto espaço de tempo.
O trabalhador chinês, explorado até ao tutano, que tem uma família para manter, cumpriu com as suas obrigações profissionais, quase sem direitos, trabalhando de sol-a-sol, para manter o seu lugar na fábrica e que daí trazia o rendimento para alimentar os seus. Do outro lado do mundo, o produto que saíra das suas mãos, chacinava vidas humanas. Enquanto noutras partes do globo, analisavam-se consequências diplomáticas, politicas e financeiras da questão.
E noutros, ao mesmo tempo, nos intervalos dos telejornais, muitos sem saberem do que se passava, questionavam-se, se tinham comido chocolates a mais ou se teriam que mudar de dieta.
Quem vende os chocolates e as dietas, são os mesmos.

Somos uma espécie, que como espécie, até faz espécie!



Publicado em simultâneo no Cheira-me a Revolução!

sábado, 23 de outubro de 2010

Azulejo de Toledo


A Sociedade é assim:

> O pobre trabalha
> O rico explora-o
> O soldado defende os dois
> O contribuinte paga pelos três
> O vagabundo descansa pelos quatro
> O bêbado bebe pelos cinco
> O banqueiro "esfola" os seis
> O advogado engana os sete
> O médico mata os oito
> O coveiro enterra os nove
> O político vive dos dez

Olé ...!



* texto retirado de um azulejo de Toledo

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Portugal S.A.


Portugal, nos dias que correm, é mais uma empresa do que um país soberano.
Na pratica, é governado por accionistas, no sentido formal do termo a governação é efectuada por políticos, patrocinados e promovidos pelos primeiros que obviamente têm os seus interesses estratégicos, o mesmo que dizer, não serão propriamente os mesmos do bem estar público.
São eles que lhes emprestam dinheiro, fazem as grandes obras públicas, os grandes negócios e por aí adiante.
De facto, com os recentes testes de stress, mais informação passou a estar disponível relativamente ao financiamento do Estado; Santander Totta - 5118 milhões de euros, Grupo Espírito Santo - 4688 milhões, BPI - 4223 milhões, Millennium bcp - 953 milhões, Grupo Dexia (belga) - 2817 milhões, BNP Paribas (francês) - 2526 milhões, Landebank Baden-Wurttenburg (alemão) - 2170 milhões, Barclays (inglês) - 1226 milhões, estes os mais relevantes. De referir que os grupos portugueses, grande parte do capital não é português.
Não são contribuições, são empréstimos que serão pagos com juros.

A febre da venda excessiva de empresas públicas lucrativas que se pagam ao fim de 4 a 5 anos, ou seja, o Estado já gastou o dinheiro resultante da venda e perdeu para sempre o rendimento que elas geravam e com os capitais dessas empresas dispersos em bolsa, algumas delas a maior parte do capital já é estrangeiro. Empresas de sectores estratégicos para um país.

A saúde cada vez mais privada, foge também cada vez mais aos desígnios do Estado.
E assim, tendencialmente haverão doenças mais rentáveis que outras, haverão tratamentos com menos custos e outros mais dispendiosos, o bom médico, será aquele que for mais rentável, não na cura de doenças, mas que aquele que mais lucro conseguir ao seu hospital/empresa.
Em suma e tendencialmente, trocaremos o cartão de utente pelo o de cliente e nessa lógica deixarão de haver pessoas, mas sim, clientes segmentados de acordo com o interesse comercial de negócio.

Ministros que adjudicam concursos de obras públicas a empresas que se irão tornar, eles próprios anos mais tarde, presidentes ou administradores das mesmas.
Praticamente, todos os grandes negócios do Estado, tem problemas sejam, de transparência, ética, desvio de fundos públicos, erros de avaliação, corrupção, enfim, um rol de situações ilícitas.


Posto isto que quase toda a gente sabe, o que fazer?
Pelo menos duas, por acção e atitude.
O voto é muito importante, por isso quando se avalia um político tem de se seguir a velha máxima: "Diz-me quem te patrocina e direi-te quem és".
Também se podem escolher as empresas de quem se é cliente, para meio entendedor meia palavra basta.

Publicado em simultâneo no Cheira-me a Revolução!

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Endividamento mórbido


O actual governo celebrou moderadamente uma ténue retoma da economia, uma inflexão da crise está a decorrer, segundo a sua máquina de propaganda tenta passar.
Ora o que está a ocorrer, é aquilo que na gíria do meio financeiro se denomina "a torneira do crédito" está lentamente a voltar-se a abrir. Muito desse financiamento não passa pelas contas públicas, entrando via banca privada.
Esta crise serviu para destapar a careca de Estados aparentemente desenvolvidos, como por exemplo a Islândia ou a República da Irlanda, Portugal que sempre esteve em crise desde a sua fundação, soma a esta crise, a crise endémica que sempre se viveu por estas bandas.
Este novo fluxo teve o condão de estimular o consumo interno e daí, a aparente retoma. O suposto mérito do governo é igual a zero.
Estas faltas de honestidade política, por parte dos dois partidos de alterne do poder, passam com alguma facilidade no povo português.

Desde os anos 90, Portugal tem vindo paulatinamente a desmantelar a sua capacidade produtiva, com a habitual desculpa das directivas da outrora C.E.E. e actualmente a U.E., quando o que se trata, são acordos mal geridos e daí talvez não, porventura, servir outros interesses que garantam empregos compatíveis com níveis de vida mais faustosos, sem esquecer interesses obscuros de sociedades secretas, que à luz da lucidez, apenas são agrupamentos infantis de graves distúrbios mentais e emoções mal trabalhadas, principalmente o medo, o medo de perder algo adquirido tanto material ou estatutário.

Antes da moeda única, a ferramenta da política do "empurra para frente" era a desvalorização da moeda. Após 2002 foi o endividamento, só que aqui contaminando os particulares.
Nessa altura começaram a aparecer as para-financeiras; Cofidis, Credibom, Credifin, entre outras. Verdadeiros "braços armados" de grandes grupos financeiros.
Num povo com elevados índices de manipulação, da alegria do carro novo e das férias de sonho ao descalabro foi um instante. Agora o frigorífico está estragado e a mobília do quarto da Kátia Vanessa está assim um bocado para o encardido.

Num País onde quem legisla, escolhe. Quem legisla, legaliza crimes. Quem legisla, promove monopólios. Em suma, na área legislativa, Portugal é um campo virtualmente minado.

A par desta evolução meteórica para o fundo, houve uma clara aposta na captação de investimento estrangeiro. Só que esse investimento, era em áreas que recorriam ao uso intensivo de mão-de-obra, onde a robótica ainda não preenche todo o processo produtivo e necessita em alguns pontos no seu processo produtivo da intervenção humana. Pode-se dizer que se reajustou o emprego à qualidade dos recursos humanos e ao I&D luso. Aposta que quem a fez sabia muito bem que seria temporária, pois outros mercados despontariam. Aqui de duas uma, ou pura má fé ou óbvia incapacidade de visão estratégica.
Pois este tipo de empresariado baseia-se única e exclusivamente nos custos de pessoal. São as empresas "sanguessugas", que agora e depois de usufruirem de muitos benefícios estatais, com todo o desplante deslocam-se para países onde esses custos são mais baratos.

Apesar de tudo isto o alterne poder PS/D continua a empurrar com a barriga bem cheia os problemas para a frente. Uns apostam no aumento do endividamento a atingir se não ultrapassar os níveis do absurdo, será mesmo, eticamente criminal. Outros em cortar em tudo e mais alguma coisa.

Quando a aposta nacional, deveria ser naquilo que está certo e mais simples de fazer. Lógica e bom senso na actuação governativa. Compreender os nossos problemas e actuar em conformidade, maximizando todos os nossos recursos a vários níveis.
Mas, ao que parece, isto é qualquer coisa de transcendental para estas cabecinhas pensadoras - o saber fazer as coisas certas.

Resumindo, caracterizando o País, Portugal na sua ilusória modernidade, já veste um fato Armani mas com as cuecas cagadas.



Publicado em simultâneo no Cheira-me a Revolução!

quinta-feira, 19 de março de 2009

Incongruências

Portugal é um País cheio de incongruências. Com a capacidade reconhecida de desvirtuar a palavra ILEGAL; onde corrupção é ser-se um grande gestor, à falta de organização existe o desenrascanço, tornear o sistema fiscal é de espertalhão, o crime económico NUNCA dá prisão, a Pedofilia é tolerada pelo nosso MACIO sistema judicial, onde é mais gravoso ultrapassar o risco contínuo numa estrada (aí não perdoam!) do que cometer crimes de sangue, sexuais e económicos.
Grande contributo deu o Partido Socialista com a sua última "mexida" no Código Penal, tornando este canto à beira-mar plantado num paraíso para todo o tipo de banditismo. Eles agradecem e cantam - Governo amigo, estamos contigo!
"Polvilhado" com a induzida falta de meios policiais, na sua desmotivação e temos a receita ideal para o estereonato total e suas variantes.
Se virmos bem, isto acontece em todo o lado, mas em, Portugal assume uma gravidade muito perigosa. Muito bem mascarada pelas telenovelas, pela Operação Triunfo, pelos jornais Record, a Bola e o Jogo, também a revista Caras, VIP e Maria têm a sua quota-parte.
Em quê?
Na Robotização Existencial de um povo sodomizado mentalmente, a quem sub-liminarmente é lhe vedado o livre pensamento, e mais importante, o entendimento.
São baptizados como os Comidos, de lado, por trás, por cima e de joelhos.
Some as infinitas questíunculas familiares, são do piorio entre eles (salvo raras excepções), entre pais e filhos, irmãos e primos. Muitas vezes não se dão, roubam-se e alimentam ódios de morte. Não é por acaso que o jornal "O Crime" ainda perdura. Mas a genética submissa bem presente deste povo de brandos costumes, acaba por volta e meia entregar-se à GNR ou à PSP.
Há uns tempos atrás dizia o Pai ao Filho - Filho perdoai-lhes, pois eles não sabem o que fazem!
Assim é à pelo menos 3 décadas e a caminhar meteoricamente para a 4ª, combinado pelo Partido Socialista (que nada tem de socialista) e pelo Partido Social Democrata (que nada tem de social democracia). Fazem acordos para os lugares de empresas públicas, são colegas nos múltiplos actos corruptos, e desta forma, foram e vão continuar a mandar e desmandar neste Portugalito pobre e desdentado, mas honrado. É o PS/D.

Aparece agora Francisco Louçã, o Denunciador de Todos os Males, isto de haver eleições legislativas em 2009 nada tem a ver com a proporcionalidade de sua gritaria. Ele é o verdadeiro Via Verde da demagogia, com a receita da Avó. Pegando em meias-verdades, cozinha-as e depois serve-as cheias de inconsistências, de irresponsabilidades e até de alguma ingenuidade, apesar de ser um homem inteligente e com um percurso académico ímpar. No tema Caixa Geral de Depósitos meteu os pés pelas mãos, mal informado e ansioso de protagonismo falava sem saber do que fala. Saiu de fino.
Isto traz o tema da seriedade e da credibilidade. Têm que se ser muito sério e credível. Ui, ui!
É umas das maiores falácias que existem, na qual, as pessoas acreditam. Sérias ou não!
Vejam a seriedade do Partido Socialista ao lançar Paulo Pedroso a candidato ao município de Almada, quando toda a gente sabe que é um pedófilo de primeira apanha.
Ou Manuel Dias Loureiro, homem seríssimo e de credibilidade intocável, o homem que não mente, apenas não se lembra.
João Rendeiro (este é dos meus preferidos pela sua honestidade), arauto da finança lusa, com livro na banca mais próxima de si - Testemunho de um Banqueiro. Vida e obra de um competente malabarista.
Junte-se o visionário talentoso ministro fétiche da legislatura, Manuel Pinho - o maluco.
Francisco Balsemão, o Javardo, não me vou alongar, pois o post não versa pornografia de série B.
Mas, versando e lembrando o árbitro internacional conhecidíssimo já na dimensão extrafísica ladeado por duas prosti-lux no Gallery, sito na Av. Duque de Loulé. Que noite!
Já me estava a entusiasmar, já estava a imaginar Vale e Azevedo como governador do Banco de Portugal. Isso é que era responsabilidade.

Por isso é um tremendo desperdício gastar todas as energias nos bonecos. Como por exemplo Sócrates (se é paneleiro ou não, não interessa), Santana, Durão ou Cavaco. São apenas intermediários, são alvos de tiro ao boneco.
Não importa a pessoa, mas sim, a cadeira que ocupa e a obediência que serve. Por isso, o grande problema do planeta, são as sociedades secretas, as organizações e instituições de confluência de interesses. Que na maior parte das vezes são contrários aos da Humanidade em geral. Os Sócrates, os Sarkozy's e os Gordon Brown's do mundo ocidental são os rostos, são os canais intermédios, são as inspirações dos murais, das bandeiras e dos vernáculos da populaça. Quando os que realmente mandam e dirigem são os mesmos de há muitos anos, orientando as linhas mestras inspiradoras da governação local. Manobrando seus fantoches de acordo com o superior interesse de suas empresas abocanhadoras de todo o leque produtivo económico.
É o topo da cadeia alimentar da rapinagem. Mestres na sedução de novos pupilos para a perpetuação hierárquica.
Têm processos rituais semelhantes a inocentes criancinhas de bibe, onde na creche entoam cânticos complexos, tais como, giroflé-flé-flá e batem palminhas, muitas palminhas. Carregam semblantes tipo 007 e ar muito inteligente como se entendem-se as verdades fundamentais do Universo.
Não há volta a dar, desestruturando o topo, a mudança grassará e será efectiva. Pois são eles que mandam e dirigem.

E desenham crises. Como a que supostamente real que vivemos. As verdadeiras vítimas as pequenas e médias empresas, completamente asfixiadas. Para mais tarde serem absorvidas pelos gigantes consórcios ou ficarem totalmente dependentes deles.
Esta crise estava a ser preparada há alguns anos, bloqueando a torneira do crédito e cosequentemente o comércio externo, dando lugar e de tapete vermelho à aglutinação concentrado o poder de decisão

Logo, meu (nosso) caro leitor, você é importante, para os relatórios estatísticos da rapinagem. Não embarque atrás de Dons Quixotes e Sanchos Panças.
Pense, questione e coloque tudo em dúvida. Pois existe toda uma máquina gigantesca para o fazer pensar que é feliz.


Publicado em simultâneo no Cheira-me a Revolução!