Mostrar mensagens com a etiqueta ps/psd. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta ps/psd. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

A crise


Nos dias de hoje existe um termo no qual toda e qualquer medida se esconde, a crise. Um anátema lançado no ar que justifica tudo o que seja para pauperizar. É a crise!
Apesar das matérias-primas, das pessoas que trabalham e do consumo que efectuam não se ter alterado substancialmente, a palavra de ordem - quase hipnótica - é de que é preciso reduzir.
Voltamos ao cerne da questão, na última década assistimos à transferência geográfica da produção, com base nos seus custos, bem como, na oferta de mão-de-obra. Daí os estados mega-populosos com a liberalização dos mercados, fazem com que o mundo económico, social e político tenha vindo a mudar a uma velocidade elevada. A evolução tecnológica hoje permite, organizar sob um mesmo fio condutor empresarial; uma fábrica na China, financiada por um banco italiano, com a sua logística a ser dirigida no Kuwait, colocar os lucros em países com sistemas fiscais favoráveis - offshores - e alocar custos na Suécia, isto com um escritório sede no Panamá.

Na crise portuguesa, derivada de um estado dirigido por dirigentes com fraca capacidade de visão estratégica e de gestão. Não mais do que meros umbigos de pés em bico, a viver o dia-a-dia, a pensarem no que lhes toca se seguirem o que mais vai agradar os interesses instalados que lá lhes colocaram por convite ou a hipótese de ficarem bem colocados. Os referidos interesses, por mais do que sabido, não são os mesmos da nação.
Foi curioso observar na semana passada a entrevista de Ricardo Espírito Santo Salgado, que não foi por acaso o porta-voz da banca lusa, das vezes em que se dirigiram à sede do PSD e ao Conselho de Ministros. Um dia mais tarde, perceberá-se porquê ...?
Curioso foi sem dúvida, ao passar pela história do séc. XX português, a sua resposta à pergunta colocada pela jornalista, de o BES ser o banco que se dava com todos os regimes. Deu-se com a monarquia, depois com a primeira república, com a ditadura de Salazar, após o 25 de Abril com as nacionalizações tiveram que emigrar e mais tarde com as privatizações foram convidados a regressar. Nesta resposta está a história sintética de Portugal.
Os lucros de milhões que obtém, não são mais do que retirados à economia, todos os dias. Foi até confrangedor, ver um certo pseudo-desespero pelo capital estrangeiro, porque Portugal precisa de facto de dinheiro fresco, pois nunca soube, aliás nem foi pensado para isso, para capitalizar a sério as suas valências, ou se por outras palavras, os seus traços fortes.
Sem esse desesperado capital estrangeiro, não terão acesso aos grandes negócios de financiamento do Estado; o TGV, o novo aeroporto, a nova ponte sobre o Tejo e porventura mais auto-estradas para depois o Estado ficar com os seus custos de manutenção.

Com um povo que mal distingue as manchetes do Jornal a Bola das tiras de primeira página do Correio da Manhã da verdadeira realidade, ou da revista Caras à Lux, passando pela saudosa revista Maria, fica fácil, muito fácil, anestesiar...
Só lá para Fevereiro/Março de 2011 é que a massa populacional portuguesa começará a sentir a sério, fruto da sua endémica bonomia, quando constatar nos seus recibos de vencimento que o rendimento diminuiu. E sem parar, ao mesmo tempo, vai-se vencendo a dívida soberana, a números estonteantes, efectuada pela coligação PS/PSD, os funcionários dos que mandam realmente neste país.

Foi curioso, ver a filinha indiana dos nossos banqueiros perante Hu Jintao - presidente da República Popular da China.
A ciência económica já tem pouco para inventar, é a intersecção da oferta e da procura, o resto é conversa.

Bom senso, ética, responsabilidade e respeito - Miss you...
Uhh, uhhhhh, uhh, uhhhhh, uhh, uhhhhh, uhh, uhhhhh...



Publicado em simultâneo no Cheira-me a Revolução!

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Irreal, mas real


Surpreendentemente, ou não, somos confrontados com uma notícia que num contexto temporal, por aí algures, antes de 25 de Abril de 1974, era uma norma comportamental de um estado fascista vigorativo, como norma social imposta.
Hoje já em pleno Séc. XXI, parece que neste País ainda existem resquícios de pessoas inconscientes que se julgam capazes, de determinarem pensamentos ou formas de expressão. Não é por acaso que Portugal como nação, civilizacionalmente "ainda" é um dos mais atrasados, como em variados indicadores de desenvolvimento humano.
Esta segunda-feira de manhã, o nosso colega e camarada Sensei, foi confrontado com um mandado de busca e apreensão de material informático por parte da Polícia Judiciária em seu domicílio, devido a um post publicado no seu blog no verão de 2008 relativo à governadora civil de Setúbal - Eurídice Maria de Sousa Pereira. Militante do PS - Partido Socialista, partido responsável por vários governos entremeados com o PSD, nos últimos 30 e poucos anos.

Governos esses rodízios da desgraça nacional lusa. Conseguiram paulatinamente, o feito de deixar o País sempre na cauda da Europa, nos vários índices de desenvolvimento. Mesmo com a entrada de países mais pobres na UE, facilmente somos ultrapassados em toda a linha.
Portugal, o País em grande destaque na corrupção, só deixando o primeiro lugar à clássica Itália.
O País com as maiores desigualdades na distribuição de riqueza, permitida passivamente, por um povo amorfo, hipnotizado, iliterato e semi-analfabeto. Um povo que corre atrás das migalhas que lhes são atiradas sob forma de subsídios de qualquer espécie.
Por outro lado, as empresas, com gestores de vistas curtas e pouca capacidade organizativa e de gestão de senso-comum, vivem da mama do Estado e da exploração do trabalhador aflito por um salário que lhe ponha o pão na mesa da cozinha. Fora das nossas fronteiras, as nossas pouco talentosas empresas são cilindradas por todo um mundo que não pára.
Endividaram a República roçando a ética criminosa, deixando-nos um futuro à beira da falência financeira. As agências de rating avaliam-nos friamente.

A crise é geral, ou global como é moda chamar-lhe, mas em Portugal, sempre vivemos em crise.
A nossa classe política não presta, é um facto consumado. Ainda por cima tenta calar quem lhe contesta.
Tenho que lembrar, que ninguém está acima da critica. E quem tente subverter esta lei, um dia, mais cedo ou mais tarde, sofrerá as consequências.

Existem outros altos patrocínios...



Publicado em simultâneo no Cheira-me a Revolução!

sábado, 31 de outubro de 2009

Corrupção Total


Nesta semana que finda e após o ciclo eleitoral que terminou, frenético diga-se, vem a lume uma monstruosa rede de influências que por cá já pairava, desde à algum tempo. Saltou à vista os intervenientes mais mediáticos, que pelos lugares que ocupavam, deveriam ser os mais responsáveis; Armando Vara e José Penedos & Filho, sem esquecer o "epicentral" típico self made-man, o empresário da sucata, Manuel Godinho.
Correm, já correram e irão correr rios de tinta sobre este caso, bem como a sua contra-informação. Por isso basta consultar a informação já existente.

Como é que isto é possível? Porque se pode.

Logo atrás da Itália, país das associações mafiosas familiares, na europa ocidental, somos o 2º país mais corrupto.
A corrupção, é um crime, difícil de comprovar na barra do tribunal. Não é por acaso, que Armando Vara, pediu € 10.000 em cash e urgente. Não ficam vestígios, nem rasto. Não há prova.

Não importante esquecer, que na 1ª fase, Polícia Judiciária e Ministério Público, melhorarem a sua eficácia na investigação. Tanto em documentação, como material de prova palpável, digno desse nome. Com a experiência se aprende.
Na minha opinião, falível, como qualquer outra, será na 2ª fase, nos tribunais e nos juízes, que toda esta matéria se diluirá. Terão que obedecer a uma legislação coxa e feita propositadamente para salvaguardar, com muitos subterfúgios, este tipo de situações.
Logo, tudo ficará como dantes.

É a velha mentalidade portuguesa, da cunha, da esperteza saloia de enganar o fisco, da vigarice.
Os pequenos, dizem até com alguma razão - Porque é que eu vou ser honesto, se os de lá de cima roubam à grande?

E assim, os que pagam e "não podem fugir", contribuem e pagam dois países ou mais. Apesar dos discursos dos restringimentos e das dificuldades, certo é que há muito dinheiro, mais do que se imagina. A grande questão é que ele circula em circuitos paralelos.
Nos idos anos 80, num país ainda com grande influência militar, dizia-se que o ministério da defesa tinha um saco azul equivalente ao orçamento de estado. Não tenho provas documentais é certo. Mas alguém as terá.
Esses circuitos paralelos mudaram apenas de mãos. Passou-se de umas rubricas contabilísticas para outras.
A somar os muitos profissionais liberais que não pagam impostos, porque, lá está, o sistema o permite.

É um forrobodó total!

Sem poupar na linguagem, por exemplo, o caso dos vários administradores do BPN que, literalmente foi sacar dinheiro às pázadas.

Dos carris dourados à face oculta, o que haverá ainda por descobrir?
Nunca como hoje, em Portugal, as máquinas trituradoras de papel tiveram tanto uso.
Vou apostar em Jorge Coelho - Mota Engil.
Vamos ser racionais e lógicos. Alguém se acredita que por ali se passa tudo numa transparência sacro-santa?
Esperanço e congratularia-me se a figura em questão tivesse já a ser seguida, investigada e escutada.

Falta a este País de gente conformada, o esmiúçamento do tenebroso lóbi de Macau do Partido Socialista com veias maçónicas pelo meio.
Tivemos um vislumbre através do livro de Rui Mateus (um desiludido) - Contos proibidos: Memórias de um PS desconhecido.

Esta vida já não conta, na outra vão arder no Inferno, no sentido metafórico da expressão.
Diz a Bíblia que a vida começa depois da morte.

terça-feira, 19 de maio de 2009

portugal just

Pensei em deixar este post em branco para representar a just que existe em Portugal. Ou seja um vazio, a não-existência, como facto existencialista.

A recente alteração ao Código Penal Português, talvez tenha sido, o erro mais grave que este governo efectuou. Na ânsia de mexer, na ânsia de dinamismo reformador e na ânsia de mostrar serviço, provavelmente a elites que lhes ajudam a manter ou a garantir carreiras de sucesso.

Num singelo fim-de-semana, deitaram às ruas centenas de presidiários, assim, tal e qual, num repente.
Então e os programas de reinserção social? Em que é que ficamos?
Claro que alguns aproveitaram para fugir, outros reincidiram no que os mantinha lá dentro.
Especulou-se que a "mexida" era a jeito do caso Casa Pia. Para safar os pedófilos envolvidos, supostamente, claro está. Como por exemplo Paulo Pedroso, actual candidato PS ao concelho de Almada. Já que se legisla por tudo e por nada, que tal legislar acerca de falta de vergonha na cara.
Num sistema jurídico, conhecido pela a sua just, em tempo recorde saltou uma indemnização por ofensas ao bom nome em tempo record. Record um dos jornais diários mais lidos, daí a explicação de "Como é possível?".
Pilar fundamental de uma democracia é a justiça e a qualidade dos juízes que decidem. Esta última pode fazer toda a diferença.
O em cima-do-joelhismo também se aplica aos juristas. Dantes um juíz para ser Juíz passava largos anos como delegado do ministério público a ganhar tarimba. Hoje e por força das circunstâncias de um País parco em recursos, temos quase miúdos pinçados através de psico-técnicos que são juízes. Conhecem a vertente técnica, beberam a cultura corporativa - a sobrevivência, sempre -, mas, noção da realidade pouca, muito pouca. Quando a Lei tem margens justamente para deixar extensivamente, lugar a interpretações subjectivas.
Ou seja, decidir coisas importantes, como por exemplo vidas de pessoas.
Raras excepções, como o Juíz Rui Teixeira, que foi ao Parlamento agarrar um deputado. Talvez por isso e por viver em Portugal a sua carreira entrou num limbo ordenado por terceiros.

Lopes da Mota? Tanta celeuma, se ele sair outro ocupará o lugar imbuído da doutrina.
Quem se deveria demitir era o ministro Alberto Costa que com as suas visões palacianas e garantísticas do indivíduo no contexto da justiça. A justiça meta-física, voilá.
A realidade são os ciganos, os bairros sociais para enxotar a vergonha das barracas, as mulheres violadas, as crianças abusadas - qual carne fresca - por comparsas de anteriores governos PS/PSD, os criminosos de colarinho branco como Rendeiro e Dias Loureiro que neste País NUNCA VÃO PRESOS.

Porque é que Dias Loureiro não se demite do Conselho de Estado?
Talvez para se pavoniar em Luanda como administrador de cinquenta e tal empresas. Uma coisa é ter o cartão de visita como Conselheiro de Estado de um País just outra é como aldabrão.
De que tem medo Cavaco? Talvez, quiçá, de certas coisas.

Portugal, Portugal... Estás entregue à bicharada, e pior, estás entregue à escumalhada da mais ordinária.

Quid juris?



Publicado em simultâneo no Blog Cheira-me a Revolução!

terça-feira, 21 de abril de 2009

Tribunal de Contas, afinal para que serve?

Todos os anos deparamo-nos e várias vezes ao ano com os vestutos relatórios do Tribunal de Contas. Ou são partidos políticos que ultrapassaram em muito seus orçamentos legalmente estipulados por leis da república, são obras estatais que derraparam seu custo final em mais do dobro orçamentado ou como o mais recente aviso, gestores públicos que escangalham recursos financeiros do Estado como bem lhes apetece. Não são só as multas, as contra-ordenações e as jantaradas em restaurantes de luxo. São também os serviços de prostituição, os nigerian que lhes aconchegam le rabiosque e nos quais gastam rios de dinheiro em chamadas para Tóquio. É o meu caro leitor que paga esses devaneios de quem lhe (des)governa há várias décadas. E quando a coisa não deriva para crianças. Normalmente as mais desprotegidas, as que habitam instituições de cariz social, as que não têm mãe nem pai que as reclame. Filhos do pior que as sociedades produzem.

Neste País com genética fortemente submissa inculcada por quem domina e de fraca inteligência reaccional, salvo honrosas excepções, a cura põe-se num patamar quase inatingível.
Nos dias de hoje, existem centenas de concelhos em que a Câmara Municipal é o maior empregador local. De geração em geração passa-se uma mentalidade podre. É o jardineiro, filho, pai, primo e cunhado. É a secretária, o motorista e o porteiro. Perde-se a noção da correcção e cultiva-se a ciência do compadrio.
Seguem os exemplos de Fátima Felgueiras, Isaltino Morais, Valentim Loureiro e Avelino Ferreira Torres entre outros.
Argumentam - Eles fazem obra!
Respondo - Obras de merda...
Um primeiro-ministro que com inúmeras ginásticas linguísticas prova que é licenciado e agora no caso Freeport, lateraliza.
Surge agora um inglês que afirma às autoridades do seu País que corrompeu o ministro do ambiente e como processou os pagamentos. De duas uma, alguém está a mentir.

Assuma-se de uma vez por todas, que o Tribunal de Contas, não é Tribunal, apenas uma entidade estatal que emana relatórios da actividade comercial do Estado e actos de gestão dos passageiros de lugares públicos.
Em tempos idos, o meu professor de Finanças Públicas, assessor do então presidente desse colectivo, Sousa Franco. Ensinava-nos nas aulas como se desenrolava o tráfico de droga na Europa Comunitária. As praias de desembarque, os camiões TIR que a transportavam, os navios que passavam por baixo da ponte Sobre-o-Tejo carregadínhos de droga, alguns até com mulheres, como era feita a contabilização por via de empresas fantasmas e por aí adiante.
Eles sabem, a polícia sabe, o ministério público sabe e o exército sabe. Num País pequeno tudo se sabe, os meios e as leis é que os manietam.


quinta-feira, 3 de julho de 2008

Bis

Bis pode ser bisexual, pode ser bi-partidarismo, pode ser bilateral, pode ser bilingue, aplauso para continuação de algo ou pode ser mais do mesmo.
Em Portugal após a revolução democrática de um regime ditatorial de 48 anos, houve uma época de esperança, de alguma baralhação. Quem era quem ? Esquerda ou extrema esquerda ? Ou outras ...
Passados poucos anos tudo se reposicionou e voltou ao que era dantes, sob, uma máscara de democracia (cracia=casa, demo=demónio), voltou-se ao Partido Único. Desta feita o partido PSD/PS. Partido com várias facções dentro da família, com alternância temporal. Ora uma facção está no poder e outra na oposição e vice-versa. São a face da mesma moeda. As mesma políticas, mudando apenas os rostos. Uma espécie de Anjo Serafim com faces rotacionais sendo o corpo o mesmo.
Em cerca de três décadas sob, governo de Partido Único mascarado de demo.cracia este País continua a sua ascensão meteórica para o 1º dos últimos. Políticas erradas sobre políticas erradas, aqui o - com - não dá +, para nosso triste fado. Sem estratégias pensadas o nosso Portugalito inclinou-se para o litoral, formando as duas grandes áreas urbanas: Lisboa e Porto. Deixando o interior desertificado e abandonado.
º
Azo para o crescimento da corrupção autárquica. Cidades completamente desequilibradas, construção e mais construção. Dinheiro, molto dinaro que foi parar a bolsos individuais, desviando-se investimentos produtivos. Quem hoje não conheçe na sua cidade, um qualquer mamaracho predial ? A nível local a alternância não precisa de ser tão implementada. Ainda hoje existem feudos municipais com mais de 20 ou 30 anos, na mão do mesmo senhor. E não são assim tão poucos.
º
Presentemente com a crise (diga-se por estas bandas, endémica) que nos assola o nosso (des)governo podia fazer melhor. Toda esta febril onda de novos projectos de cerca de 40 mil milhões de euros, não poderia ser canalizada para outros fins ? Todos nós sabemos que este dinheiro não vem todo do Estado. Vem de fundos comunitários, financiamentos privados, mas tanto empenhamento para a construção ? Não se vê o mesmo empenhamento para o social. Porquê ?
A culpa não é só dos políticos, é a genética carneirista de muitos anos de Partido Único, por isso enchemos centros comerciais franchizados e praias sobre-lotadas com água cheia de mijo. O portuga gosta de coisas a abarrotar. É um certo sub-consciente social que tem medo e só com muita gente à volta se sente protegido.
Em País de carneiros diz-se MÉ. Ousa dizer: MI.
Ao contrário da música que nos têm dado a ouvir, devíamos ter ouvida a que se segue há alguns anos.