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terça-feira, 19 de maio de 2009

portugal just

Pensei em deixar este post em branco para representar a just que existe em Portugal. Ou seja um vazio, a não-existência, como facto existencialista.

A recente alteração ao Código Penal Português, talvez tenha sido, o erro mais grave que este governo efectuou. Na ânsia de mexer, na ânsia de dinamismo reformador e na ânsia de mostrar serviço, provavelmente a elites que lhes ajudam a manter ou a garantir carreiras de sucesso.

Num singelo fim-de-semana, deitaram às ruas centenas de presidiários, assim, tal e qual, num repente.
Então e os programas de reinserção social? Em que é que ficamos?
Claro que alguns aproveitaram para fugir, outros reincidiram no que os mantinha lá dentro.
Especulou-se que a "mexida" era a jeito do caso Casa Pia. Para safar os pedófilos envolvidos, supostamente, claro está. Como por exemplo Paulo Pedroso, actual candidato PS ao concelho de Almada. Já que se legisla por tudo e por nada, que tal legislar acerca de falta de vergonha na cara.
Num sistema jurídico, conhecido pela a sua just, em tempo recorde saltou uma indemnização por ofensas ao bom nome em tempo record. Record um dos jornais diários mais lidos, daí a explicação de "Como é possível?".
Pilar fundamental de uma democracia é a justiça e a qualidade dos juízes que decidem. Esta última pode fazer toda a diferença.
O em cima-do-joelhismo também se aplica aos juristas. Dantes um juíz para ser Juíz passava largos anos como delegado do ministério público a ganhar tarimba. Hoje e por força das circunstâncias de um País parco em recursos, temos quase miúdos pinçados através de psico-técnicos que são juízes. Conhecem a vertente técnica, beberam a cultura corporativa - a sobrevivência, sempre -, mas, noção da realidade pouca, muito pouca. Quando a Lei tem margens justamente para deixar extensivamente, lugar a interpretações subjectivas.
Ou seja, decidir coisas importantes, como por exemplo vidas de pessoas.
Raras excepções, como o Juíz Rui Teixeira, que foi ao Parlamento agarrar um deputado. Talvez por isso e por viver em Portugal a sua carreira entrou num limbo ordenado por terceiros.

Lopes da Mota? Tanta celeuma, se ele sair outro ocupará o lugar imbuído da doutrina.
Quem se deveria demitir era o ministro Alberto Costa que com as suas visões palacianas e garantísticas do indivíduo no contexto da justiça. A justiça meta-física, voilá.
A realidade são os ciganos, os bairros sociais para enxotar a vergonha das barracas, as mulheres violadas, as crianças abusadas - qual carne fresca - por comparsas de anteriores governos PS/PSD, os criminosos de colarinho branco como Rendeiro e Dias Loureiro que neste País NUNCA VÃO PRESOS.

Porque é que Dias Loureiro não se demite do Conselho de Estado?
Talvez para se pavoniar em Luanda como administrador de cinquenta e tal empresas. Uma coisa é ter o cartão de visita como Conselheiro de Estado de um País just outra é como aldabrão.
De que tem medo Cavaco? Talvez, quiçá, de certas coisas.

Portugal, Portugal... Estás entregue à bicharada, e pior, estás entregue à escumalhada da mais ordinária.

Quid juris?



Publicado em simultâneo no Blog Cheira-me a Revolução!

quinta-feira, 26 de março de 2009

E porque hoje é Terça-Feira

Hoje a Terça-Feira desperta-me, magnânima. Pergunta-me - Que merda é essa de andarem a escrever nos blogs; Porque hoje é Sábado, Sexta-Feira e cenas dessas? E eu a Terça-Feira também sou dia, caraças!
Meio adorminhado, meio acordado e para não ferir susceptibilidades (sem saber a que dia estava) - Vi logo que hoje é Terça-Feira. Disparei repentinamente.
Olhando para o outro lado da cama pergunto - A Cláudia Schiffer já saiu?
A Terça-Feira responde - À bué. E despacha-te que tens de apanhar o Polar Express!
De imediato digo - Ahh! Pois é! E olha amiga, o Carmo e a Trindade já deixaram SMS's.
- Devem-te ter mandado para aquele sítio
. A Terça-Feira não perdoa.
Adelante...Subo para o Polar Express ainda com o Nesquik na mão e constato afinal que não estava assim tão atrasado.
Acomodo-me com aquele sentimento pernicioso e ligeiramente diabólico, afinal haviam outros(as) que estavam mais "atrasados" do que eu.
Nisto olho para o lado e estava sentado o Gilberto Madaíl, à frente Bruno Paixão. O primeiro deu três anos de vida e o segundo defendeu no tribunal.
Digo - Óhh Gilberto não és assim tão importante!
Gilberto retorque - Sou, sou!
- És um chulo! Não fazes nenhum e recebes o guito! Contraponho.
Gilberto tenta agredir-me e eu num golpe de Krav Maga na pescoçária do bicho deixo-o a respirar a tempos ofegantemente.
- Não te stresses, fazes um buraco no pescoço e com uma caneta BIC sem recheio deixas entrar o ar. It's so simple (penso eu de que), esta gente entra logo em pânico.
Bruno Paixão mostra-me o cartão amarelo.
Percebendo que o ambiente não estava para grandes modas levantei-me e fui percorrendo as outras carruagens, sempre numa lógica de fazer novas amizades.
De repente salta-me o mágico da Walt Disney.
Controlando a taquicárdia, após o susto, digo-lhe - Fizeste escola! Agora não querem outra coisa. É o clube de amigos do Bilderberg, são as criancices maçónicas e os que se acham muito inteligentes da Opus Dei.
Mágico da Walt Disney - Zorze, sabes que essas coisas são uma tremenda cabala. Nada tem a ver com nada e tudo é trivial dentro de uma lógica do "Delicadinho do 5º direito". Nisto e num gesto de puro ilusionismo, capaz de trocar os olhos ao mais puro estrábico, estende-me as três cartas essenciais da vida e o envelope 9.
Com muita calma e sentido de estado, digo-lhe - Olha não vás ao médico não! E procura o Padre Frederico para te guiar espiritualmente.
Neste corre-corre dá me a vontade de fazer pipi. Pergunto ao pica onde é o WC mais próximo.
Diz-me que é já ali - o malandro a enganar-me! - explica-me que se bater na porta três vezes aparecem gajas boas que fazem blós blós.
Eu que acredito na boa-fé das pessoas lá fui. Bato três vezes com muita fé no que me disse o pica e já a afiar a moca. A porta abre-se e...
Manuela Ferreira Leite - a Bruxa Má - a linguajar fortemente e a dizer - Fofo, baby, levo-te ao céu!
Corri que corri, fugi que fugi.
Nem sei a que carruagem a que fui parar. Parei, faço uma avaliação de momentum e reparo lá ao fundo Carlos Cruz e Paulo Pedroso a cochicharem. Apercebendo-se da minha presença ( olhei em redor a ver se alguma criança fugia em pânico), num ápice desaparecem, devia estar com cara de Juíz Rui Teixeira, numa espécie de veri-semelhança.
Pára a carruagem, um apeadeiro, talvez. De uma carrinha celular ouve-se notoriamente uma voz sussurrando - The Voice.
- O BPN é que me deve dinheiro! O BPN é que me deve dinheiro!
Por artes estrambólicas estava ali um médico que me diz - É o síndrome Vale & Azevedo. - Isso é grave? - pergunto eu.
- Neste tipo de síndrome "o doente" não se apercebe da gravidade, acha-se acima da lei, considerando tais ocorrências como normais. Por vezes chegam-se a tomar como justiceiros. Depósitos a prazo a 8%, esta gente acredita em tudo! - desabafava o médico com o Pai Natal ao lado a fazer com a mão o sinal de O.K..
Solavanco brusco e o Polar Express retoma a sua marcha.
Atravesso mais uma carruagem matutando cá para mim - Este Quimbóio não tem fim! Passando de carruagem em carruagem, quando preferiria de sobremaneira estar sentadinho numa esplanada à beira-mar algures no Pacífico com uma babe.
Num canto escuro estava Dias Loureiro a folhear um jornal, espreito e leio nas gordas da 1ª página "Maria José Morgado - Há políticos pobres que ao fim de uns anos estão milionários". Como és possible, tal descoberta? Não posso crer? Como ela conseguiu descobrir? Será do rímel? A Bellady têm um sexto sentido apuradíssimo. Ela à pessoas que sabem mistérios do arco-da-velha. Também pode ser de exposição prolongada ao Sol.
Com a solavancada do comboio entro noutra carruagem e reparo nos rooters posicionados estrategicamente no vagão. Equipado com potentes computadores Magalhães aproveito para pesquisar na net concursos públicos adjudicados directamente e designados como desígnios nacionais, como concorrente único. Só apereciam sites PS/D. Apanho um choque tecnológico.
Ainda meio atordoado e continuando neste comboio, qual misto de casinha dos horrores/supresas e de carruagens temáticas, entro numa que tinha uma grande tabuleta pendurada com os seguintes dizeres - As Boas Prácticas na Gestão Autárquica para Gestores Suecos, Noruegueses e Dinarmaqueses. Oradores; Isaltino Morais, Avelino Ferreira Torres e Fátima Felgueiras.
Estranhei os lugares vazios. Figurando apenas os empregados de catering contratados por uma empresa de trabalho temporário. Nos babetes a tira-colo tinham a fotografia de Mário Soares.
Isaltino dizia-me: Com este sistema judicial, estou tranquilo. Eles é que me compreendem.
- Sejam sérios! Exultava Avelino.
Com tanta seriedade, parecendo eu ao pé destas figuras um real gatuno e lembrando as palavras de outro exemplo de seriedade - A situação do BPP está a evoluir de forma positiva. O arauto da finança local transbordava honestidade e credibilidade. Os seus inteligentíssimos investimentos tiveram brutais crescimentos negativos. As pessoas são tão más. Afinal cresceram e já estão a crucificar, O Talento. O que importa é que teve resultados na ordem dos quaiquer % no sentido da bancarrota.
De repente passam uns homens vestidos de preto com óculos escuros com ares de suspeitos. Fico intrigado - Donde vieram?
O coelhinho da Páscoa, sempre atento - São do SIS, os temíveis serviços secretos portugueses.
Logo de seguida, à minha frente batendo com relativa força uma porta passa por mim a Fada-Madrinha fazendo-me gestos obscenos. Relevei, pois quando a vejo de costas vislumbro uma rabiola daquelas. Curioso decido entrar nessa carruagem. Era a cabine do maquinista, até que enfim! Afinal não tinha andado em círculo vicioso.
Ouvia-se a música de Modjo e lá vejo, um velho homem grande e gordo, de barbas brancas e vestido de preto (não sabia que a CP tinha mudado as fardas?!), escarrapachado numa pequenita cadeira e com as mãos na virilha, dizia repetidamente - Ahhh, soube-me tão bem! Fada maravilhosa!
Após virar-se na cadeira que além de pequenita, também era rotativa, vejo sua placa identificativa no bolso da camisa "Adozindo Meireles". Sinto que há aqui qualquer coisa que não bate certo. Olho em redor e numa das paredes da cabine reparo num cabide com um enorme Kispo preto.
- Já sei, tu és o Feiticeiro de OZ a fingir de maquinista. Disse.
- E eu aqui a fingir de Tom Hanks em desenho animado. Descobriste-me a careca. Num tom pouco surpreso e como se estivesse à minha espera.
Reparando nos seus pés, digo-lhe - Óh Feiticeiro, tu deves ter um ácido úrico muito elevado, até sinto daqui a energia formigueira.
- Desde que a Fada-Madrinha continue a cumprir, estou-me a marimbar, aliás eu sou uma personagem fictícia, por isso tanto me dá. Retorquiu.
- Desse ponto de vista, o teu argumento é brilhante. Respondo-lhe fazendo jogo macaco.
O Feiticeiro de Oz desprezando o que lhe digo e em palavras sábias diz-me - O teu País é do caralho. Vocês gostam da bolinha vermelha.
- Do quê? Dos filmes pornográficos? E epá não digas asneiras caralho, as minhas amigas não gostam dessas merdas! - Censuro-o veementemente.
- Não Zorze, refiro-me à bolinha vermelha que usam no nariz. Ainda por cima gostam e orgulham-se de tal artefacto "inspirador". De tão habituados já não sentem, ao menos os Bilderberg's poupam na vaselina. Até estão no Guiness como o pOVO que se deixou por mais tempo dominar por um regime facista.
- Feiticeiro não te estiques, vai com calma. Fazendo da esquiva, defesa.
- Zorze também tu estás incluido nos Censos da bolinha vermelha. Tivesses estudado como deve de ser quando andaste na Universidade e não nas borgas, nos copos e a farejar grelo, estarias agora a presidir a assembleias gerais da Brisa a € 5.000 por reunião. Se tivesses estudado em Universidades reconhecidas internacionalmente como a Independente. Onde se formaram primeiros-ministros, administradores e banqueiros. Terias uma conta bancária mais preenchida e falarias num Inglês Técnico de fazer inveja a estivadores de Southampton. - Feiticeiro a ensinar-me a história da carochinha.
- Então vou-me matricular. Concordando.
- Agora chapéu! A Universidade já fechou. Não aproveitaste as Novas Tecnologias! O Feiticeiro zombando.
A conversa distraiu-me. Voltando a posicionar-me, vejo com alegria na cabine, cada vez mais apertada, o Pai Natal, o coelhinho, O Peter Pan e a Sininho também o Perninha Marota.
De rompante entra a Quinta-Feira, com ar de quem vai pedir o livro de reclamações - Óhh Zorze, então mas que merda é esta?
- Qual delas? Enviuzo e já com a Sexta-Feira a olhar de soslaio.
- Tens um título qualquer coisa Terça-Feira e publicas no meu dia.
Quinta-Feira metralha à queima roupa.
- Era para ser na Terça, mas, foi na Quinta, calhou. Não tenho tido tempo. A sacana da bolinha vermelha é que me paga a casa, o carro e as jóias.
O Peter Pan aconselha-me a sair na próxima estação, não fosse aparecer a Quarta-Feira, também a mandar vir. Com uma técnica SIS/MAI, saio sem ser visto. Daquelas que toda a gente vê.



Quietinho no galho de uma árvore estava o Mocho a piscar o olho, avisando que já vivemos à demasiado tempo dias de nojo.

P.S.: - Zorze além dos 150.000 empregos também prometo fazer voar este comboio! Melga o feiticeiro.
Respondo-lhe convicto - Tu és xuxa! És, és! Aquela história da Fada-Madrinha está mal contada. Quiçá um disfarce. Na realidade seria uma beautifull Lady-Boy Tailandês bem ao gosto dos xuxialistas. Que fazem "listas". De espera. Seus gulosos!
Lá longe, no Olimpo, conferenciavam os Senhores, analisando - Estas lady-boys PS/D são do piorzinho que há. Nem ao Diabo lembram!

Por estas e por outras num destes dias vou a Fátima. Pela salvação das alminhas...
E num esforçado chinês técnico (mandarim técnico) desejo-vos:
天会更好

sábado, 13 de dezembro de 2008

A suposta falta de produtividade

Que é real, assim ditam os números. Mas na verdade o que é a falta de produtividade portuguesa?Ela é induzida deliberadamente, às vezes até mesmo, sob forma criminosa. Junte-se também alguma incompetência ingénua.
Tem tudo a ver com as decisões da gestão com orientações políticas, mais ou menos, orientadas. Porque mesmo do alto da elite portuguesa e recordo que Portugal é uma filial de outros interesses, como amadores, cometem erros de palmatória. Não é por acaso que Portugal é referenciado no estrangeiro como um país de meia-dúzia de cagaréus que mal sabem ler e escrever. Não sou eu que o digo é a realidade, infelizmente.

Começando pelos serviços públicos, os quais, estão estigmatizados como lentos, incompetentes e excessivamente burocratizados. Isto é uma das maiores falácias que existem.
Foram tornados assim por quem gere, de maneira propositada.
Hoje cada vez mais famílias inscrevem os seus filhos em colégios privados. Na mesma rua o utente/cliente tem à sua disposição o centro de saúde e a clínica privada.
Degradou-se deliberadamente, e só como exemplo, a Escola Pública e o Serviço Nacional de Saúde. Empurrando os clientes para determinada matriz.
Se estes tipos de negócio são rentáveis é porque o Estado se imiscuiu da sua tarefa. Se estas novas empresas nascem como cogumelos, é porque o negócio é rentável, só assim sobreviveriam. Quando o Estado, que somos todos nós, cobra coercivamente e antecipadamente o lucro numa lógica de que mais pode mais paga. Porque é que para o Estado não é rentável? É só prejuízo? Porque quem gere estas áreas, não está de boa fé. Mais do que incompetência, são negócios oferecidos.

Existem em todo o lado calões, é um facto. Mas com um sistema de gestão organizado e eficiente, todo o trabalhador pode produzir e contribuir. Por exemplo, outra falácia, o português não gosta de trabalhar. Pergunto quem gosta de trabalhar? Ninguém. As pessoas trabalham porque têm necessidades, está mais que estudado pela sociologia e pela psicologia do trabalho. Se juntarmos o factor de motivação, em que, a riqueza gerada seja distribuida por todos os elementos, as pessoas trabalharão mais e melhor. Isto é uma verdade de clareza meridiana.
O português (pessoalmente abomino estas coisas de nacionalidades) inserido em países com sistemas organizativos mais desenvolvidos é tão eficiente como o local de lá. É tudo uma questão de boa gestão.

Nas empresas em geral, sobe-se não pelo mérito, mas sim, pela sabujice e pelo engraxismo. Ao que já está instalado e que não sabe trabalhar, tem que se rodear de pessoas amén. Com o tempo perde a noção de realidade e emana teorias e principios de actuação sem qualquer aplicabilidade práctica. Quem lhes rodeia e sem coragem de dizer não aceitam e evangelizam os restantes. Como não têm capacidade de decisão refugiam-se em intermináveis reuniões. Adquirindo o pretexto que têm uma vida altamente stressante e cheia de desafios. São a mulher moderna que bebe Actimel e tem uma vida super-ocupada. Coitada, nem sabe o que é a sua essência!

Outro exemplo de produtividade do nosso (des)governo que é benevolente e amigo para alguns sectores económicos foi no início deste ano quando sub-reptíciamente baixou (já sabendo da crise que aí viria) a taxa dos certificados de aforro, em contra-ciclo pois os juros estavam a subir, e logo de seguida os bancos criaram produtos que tinham a senha mágica - Aforro. Foram e continuam a ser milhões e milhões de Euros que saíram do Estado direitinhos para a banca. E foram os portugueses, manipulados por estes seres pensantes, que fizeram o transporte do dinheiro, resgatando as suas parcas poupanças aos balcões dos correios e as entregaram aos bancos.

Mas de que padece este povo? Até parece que está embruxado. Teima em acordar. Mas como acordar, se ele foi feito zombie. Será a molécula do peixe?
Não ele deixou-se, apenas, porque simplesmente não sabe e nem se esforça por saber...



Publicado em simultâneo no blog Cheira-me a Revolução!