Publicado em simultâneo no Cheira-me a Revolução!
quinta-feira, 22 de março de 2012
As crises do capitalismo
Publicado em simultâneo no Cheira-me a Revolução!
sábado, 23 de abril de 2011
Pontos de equilíbrio

se para todo
.
Analogamente na teoria dos sistema dinâmicos um ponto é dito de equilíbrio se uma vez que o sistema se encontrar em tal ponto, nele permanecerá. Ou seja:
Essa definição é valida seja no caso contínuo, seja no caso discreto.
(in wikipédia)
Por outro lado, o equilíbrio mental, que depende da vontade de cada um, torna-se de certa forma o mais complexo, seja por verificação, seja pela capacidade de avaliação de um indivíduo sobre o outro.
Num dia só, um mesmo indivíduo, pode passar de estados de elevada euforia, a condições de profundíssima depressão, às vezes numa tarde ou numa noite, até na mesma hora, pode ir aos píncaros, e depois, até às profundezas dos pensamentos obsessivos fechados em circuito interno, onde se consome vorazmente.
Tomando a via evolutiva como objectivo comum, encontrar os pontos de equilíbrio da mente pode ser o nosso Santo Graal. Quanto mais tempo existirmos em serenidade vivificada, controlando todos os factores externos que possam influenciar reacções precipitadas e por essa via gerir o nosso próprio controle. O domínio não está fora de nós, mas dentro de nós.
"Fugir da morte pode-se tornar num modo de fugir à vida". José Saramago
O vídeo em baixo é uma simbiose de tudo isto representado num exercício de pura gestão de força, harmonia, equilíbrio e de muito treino. Sublime...
sábado, 24 de julho de 2010
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
O rating da república
O rating da República Portuguesa desceu para A1+, derivado da análise da Standard & Poor's entidade altamente credível, que tem uns miúdos muito bem vestidos e com o dedo no queixo com ar muito pensativo em frente de monitores cheios de gráficos Microsoft Excel (ahh, os saudosos Lotus e Quattro) e outros preparados para tal. Analisam subjectividades de países, tal qual, a econometria universitária lhes ensinou, mas, que as crianças não têm experiência factual para entender realidades reais. Analisar relatórios e gráficos, qualquer um faz. Nem é preciso fazer ar de inteligente, como se tudo entende-se. A Vida nas suas múltiplas dimensões, o Universo e a sua relação com o indivíduo e no conjunto organizacional.Um bom teste, seria pegar nestes apinocados e mete-los num tasco matarruano, a comer um chouricinho, um queijinho daqueles, uma caldeirada de peixe ou uma vitelinha no ponto. Junte-se o dono do estaminé - bruto como tudo - a almoçar na mesma mesa, a enviar caralhadas para todo o lado e argumentar acerca da crise financeira mundial. Num almoço só, estes meninos completariam o mestrado. Aguardentes com lagartos dentro da garrafa, seria a cereja no topo da imundície que foram ensinados a viver.
Para o portuga em geral, o que isto significa? Significa que lhe vão mais ao bolso. Mas de forma artística, sem bem perceber, o como!
Na práctica, o crédito para a banca nacional vai ficar mais caro nos mercados internacionais. Que reflectindo na usura local a fazem passar por toda a cadeia alimentar, ou seja, se já está endividado, vai pagar mais, se se quer endividar e conseguir financiamento vai pagar os olhos da cara.
Preocupante, é o efeito nas empresas, que em Portugal, a maior parte tremendamente mal geridas por macacos vestidos de fato e gravata, e que, por conseguirem comer à mesa de um restaurante com garfo e colher, ganham a ilusão de que são gente civilizada. E que por essa via, de má gestão e estratégias Bilderberg, que para estes meninos são banda desenhada, bebem a mentalidade dominante sem se questionarem, por a receberem de quatro e de costas, com sabor a chicote fortemente vergastado no lombo. Sem investigar o porquê, da dor de costas e do olho do cú.
Com tanta incompetência, ver-se destruir postos de trabalho, vidas que sobrevivem devido a estes criminosos, alguns, tal a velocidade a que isto anda, não perceberam que estão a cavar a sua própria sepultura.
Só lhes desejo, que o amparo do outro lado, seja forte. Porque o sofrimento existe, de uma forma, que parece-me, que eles julgam impossível.
