O rating da República Portuguesa desceu para A1+, derivado da análise da Standard & Poor's entidade altamente credível, que tem uns miúdos muito bem vestidos e com o dedo no queixo com ar muito pensativo em frente de monitores cheios de gráficos Microsoft Excel (ahh, os saudosos Lotus e Quattro) e outros preparados para tal. Analisam subjectividades de países, tal qual, a econometria universitária lhes ensinou, mas, que as crianças não têm experiência factual para entender realidades reais. Analisar relatórios e gráficos, qualquer um faz. Nem é preciso fazer ar de inteligente, como se tudo entende-se. A Vida nas suas múltiplas dimensões, o Universo e a sua relação com o indivíduo e no conjunto organizacional.Um bom teste, seria pegar nestes apinocados e mete-los num tasco matarruano, a comer um chouricinho, um queijinho daqueles, uma caldeirada de peixe ou uma vitelinha no ponto. Junte-se o dono do estaminé - bruto como tudo - a almoçar na mesma mesa, a enviar caralhadas para todo o lado e argumentar acerca da crise financeira mundial. Num almoço só, estes meninos completariam o mestrado. Aguardentes com lagartos dentro da garrafa, seria a cereja no topo da imundície que foram ensinados a viver.
Para o portuga em geral, o que isto significa? Significa que lhe vão mais ao bolso. Mas de forma artística, sem bem perceber, o como!
Na práctica, o crédito para a banca nacional vai ficar mais caro nos mercados internacionais. Que reflectindo na usura local a fazem passar por toda a cadeia alimentar, ou seja, se já está endividado, vai pagar mais, se se quer endividar e conseguir financiamento vai pagar os olhos da cara.
Preocupante, é o efeito nas empresas, que em Portugal, a maior parte tremendamente mal geridas por macacos vestidos de fato e gravata, e que, por conseguirem comer à mesa de um restaurante com garfo e colher, ganham a ilusão de que são gente civilizada. E que por essa via, de má gestão e estratégias Bilderberg, que para estes meninos são banda desenhada, bebem a mentalidade dominante sem se questionarem, por a receberem de quatro e de costas, com sabor a chicote fortemente vergastado no lombo. Sem investigar o porquê, da dor de costas e do olho do cú.
Com tanta incompetência, ver-se destruir postos de trabalho, vidas que sobrevivem devido a estes criminosos, alguns, tal a velocidade a que isto anda, não perceberam que estão a cavar a sua própria sepultura.
Só lhes desejo, que o amparo do outro lado, seja forte. Porque o sofrimento existe, de uma forma, que parece-me, que eles julgam impossível.