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sábado, 3 de março de 2012

A moda dos "Vampires"


De mil em mil anos surgem modas deste tipo, ao mesmo tempo que as pessoas se afligem, como se fosse, algo de importante.
A questão que se coloca aos vampiros, é a seguinte ...?
Porque é que não lambem as coninhas, ou passarinhas de milhões e milhões de mulheres que se menstruam mensalmente, neste planeta ?

Somando a este facto inolvidável, com as constantes guerras que se perpetuam no tempo e com, tanto sangue derramado ao acaso, não existem razões de queixa!
Vejam o anormal do chupa-cabras, algures no México, psicopata desiquilibrado a sugar sangue em animais de pasto, e depois são os extra-terrestres!

Os vampiros existem, não aqueles que se vêem nas séries TV, com enredos românticos e lobisomens à mistura... Por exemplo, o parvalhão do Miguel Relvas, com evidentes desíquilibrios mental-somáticos.
Um dia a verdade vem ao de cima. Tal como a história nos ensina.

Com todo o fervor de uma autoridade moral possuída, pelo ser, ao mesmo tempo que armazenamos bocados de cadáveres para comer mais tarde.
Enquanto defendemos espécies em extinção, grelhamos e cozemos outras que nos garantem a vida.
Esta é a nossa condição primitiva, desde o bairro das barracas até ao condomínio de luxo.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Vampiros


Recentemente a agência de rating Moody's baixou a notação financeira da dívida portuguesa para o nível de lixo. Algo que desmultiplicou de imediato uma série de reacções, como habitual, a maior parte sem sentido, apenas reflectindo estados de alma.
O que na realidade a agência transpareceu, foi a realidade. Portugal não vai conseguir pagar, nem como a Grécia, nem como a Irlanda e outros, pelo simples facto, de que estas dívidas estão desenhadas para não serem pagas.

As três agências de rating norte-americanas que hoje dominam o mercado, demoraram décadas a ganhar a confiança do mercado. E o que é que é, o mercado? São conglomerados e consórcios que têm dinheiro e esperam quem lhes dê valor por ele. E donde vem esse dinheiro? Vem de tudo o que consumimos, via petróleo, matéria-prima fundamental para a indústria que fabrica os produtos, as putas que os clientes ocidentais consomem, via directa dos países corruptos que há muito, entregaram a soberania dos seus países, em troca directa, por vidas boas e luxuosas, das armas que alimentam conflitos ad-eternum. Veja-se o recente exemplo da criação do novo país designado por Sudão do Sul, poderiam-se ter poupado 2 milhões de vidas, ante um desfecho lógico. As drogas, também são, um grande factor económico do planeta, lucra-se pela sua comercialização, distribuição, prevenção e pela sua apreensão.

A Alemanha, o denominado, motor da economia europeia, que "ajuda" quem lhe compre os seus produtos. Como a Grécia com medo do gigante turco ali ao lado, gasta somas exorbitantes na defesa, por acaso, as suas fragatas, helicópteros e submarinos tenham sido fabricados na Alemanha, tal como, os dois submarinos portugueses para caçar piratas, tenham sido construídos na Alemanha. Dos subornos e corrupções derivadas, só resultaram, nada...
Isto de ajudas tem muito que se lhe diga!

A somar às "ajudas" do FMI, que na pratica, asseguram o reembolso por parte dos credores o investimento realizado, o que na verdade acontece, é uma diminuição da esperança média de vida nos países onde o FMI interviu. Agora coloca-se a questão, mas governa-se para as pessoas ou para um conjunto de investidores que pretendem adquirir valor ao seu capital? Capital esse, oriundo do suor e do trabalho de imensas massas que todos os dias se levantam da cama para garantir o pão dos seus filhos.
Vejam-se os actuais dirigentes políticos europeus, quais baratinhas tontas, perante quem espalha o caos e a desordem, a baralhação. Não tem sequer a visão de conjunto, atiram para o ar emoções, navegam à vista em tremendas contradições do que é o mercado. Será que se esqueceram, de que nos anos 80, George Soros pós o Banco Central Inglês de joelhos num espectacular ataque especulativo da moeda britânica?

Perante tudo isto e todos os pacotes de austeridade que ainda hão-de vir, porque isto não termina. Será que as pessoas não vêem que existe uma mão inteligente por de trás de tudo isto?
Assuma-se a seguinte simples fórmula...









Percebeu?
Quanto mais as manchetes dos "News of the World" que circulam por aí... Ou como os complexos fundos de derivados e futuros, na crença de que magistrados irão analisar a justeza dos mesmos, que se escondem em fórmulas matemáticas cada vez mais complexas.
Isto foi como sempre foi, da idade das trevas até à idade média, a lei sempre foi o descabelado artifício de legalizar o roubo, a violação, a imoralidade e tudo o mais... A lei não mais é do que uma questão ideológica de momentum, uma das formas de manipular, existem mais ...



Publicado em simultâneo no Cheira-me a Revolução!

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

A Robotização Existencial

A maior parte das pessoas morre aos trinta e só é enterrada aos setenta “. Frase proferida por um filósofo sueco.

Silêncio...

Vivemos cada vez mais numa sociedade desumanizada e alimentada por todos nós.

À pergunta – Então está tudo bem?

Respondemos automatica(mente) – Está tudo bem. E contigo?

Sem olharmos para a cara do nosso interlocutor.

Passados cinco minutos nem nos lembramos da Pessoa com quem interagimos.

Vivemos sob uma dominação mundial promovida por grupos que neuro/psicologicamente nos manipula e condiciona os passos que fazemos dia-a-dia.

São eles: Grupo Bilderberg, Maçonaria, Opus Dei, Vaticano, Comissão Trilateral, CFR, Illuminati entre muitos outros. Que lutam entre si e se toleram. Como por exemplo o Vaticano tolera a Opus Dei, por esta, ter um braço financeiro muito longo.

Escondem-se por detrás de seitas satânicas e compram tudo o que “Money can buy”.

Políticos, jornalistas, gestores, psicólogos, sociólogos, matemáticos, médicos etc...

São os grandes accionistas das grandes multinacionais que operam a uma escala global.

São os donos do mundo. Alguns excertos de pensamentos desses senhores:

Excerto de uma carta escrita por Rothschild Brothers de Londres a uma firma de banqueiros de Nova York em 25 de junho de 1863:

"As poucas pessoas que podem entender o sistema (dinheiro em cheques e créditos) vão estar tão interessados nos seus benefícios ou vão ser tão dependentes dele, que não farão a menor oposição. Por outro lado, a maioria das pessoas mentalmente incapaz de compreender a enorme vantagem que o capital extrai do sistema, carregará a sua carga sem se queixar e talvez sem suspeitar que o sistema é hostil (inimigo) aos seus interesses".

Sr. Phillip A. Benson, presidente da Associação dos Banqueiros Americanos, em 8 de junho de 1939:

"Não há maneira mais directa de se obter o controle de uma nação do que através do seu sistema de crédito (dinheiro) ".

Em Junho de 2005, o « The Financial Times » publicou um artigo, em que o antigo secretário de Estado Henry Kissinger, muito ligado aos negócios do petróleo, declarava:

« A procura e a competição pelo acesso à energia podem passar a ser fonte de vida ou de morte para muitas sociedades »

e acrescentava:

« Quando as armas nucleares estiverem disseminadas entre trinta ou quarenta países e cada um agir segundo os seus próprios cálculos , com menos experiência e a partir de sistemas de valores diferentes, teremos um mundo permanentemente ameaçado por catástrofes iminentes »

( Caroline Daniel “ Kissinger Warns of Energy Conflict “—The Financial Times , 1 de Junho de 2005).

Revista do banqueiro dos EUA, de 25 de agosto de 1924:

"O capital deve proteger-se a si mesmo de todas as maneiras possíveis, por combinação e legislação. As dívidas, os bónus e hipotecas devem ser cobrados o mais rápido possível. Quando pelos processos da lei, as pessoas perderem os seus lares, elas tornar-se-ão mais dóceis e governar-se-à mais facilmente sob a influência do braço forte do governo, aplicado por uma potência monetária central sob o controle dos principais financistas.

Esta verdade é bem conhecida entre os nossos principais homens agora empenhados em formar um império financeiro para governar o mundo.

Dividindo os votantes através do sistema político partidário, podemos fazer com que percam a sua energia na luta por questões sem importância real. Assim, por meio de acções discretas podemos assegurar para nós o que tem sido tão bem planeado e executado com tanto sucesso".

É evidente o desprezo e a arrogância.

Diz-se que o Estado, ficcionando a sociedade em classes separadas de privilegiados e carenciados, criou a Pobreza.

Há hoje 0,5% da população que detém 70% da riqueza, deixando os outros 99,5% da população competindo violentamente pelo restante.

Grupos que controlam as áreas fundamentais da vida das pessoas.

- Indústria Farmacêutica, Alimentar, Militar, Banca e Média.

Quando se dominava pela força e a injustiça era evidente – como 2+2 – hoje cria-se uma falsa aparência de decisão democrática. Em todo o mundo ocidental se criou uma espécie de binómio de direita/esquerda light que vai alternando numa suposta legitimidade democrática. Quando os políticos já estão “comprados” por estas forças superiores e transnacionais. A política essencial já está traçada noutros círculos.

Quem saia desta bitola de pensamento dominante logo é apelidado de extremista, irresponsável e por fim – a técnica preferida – a desacreditação. Em suma, marginalizado.

Por isso creio que realisticamente não poderá haver um País sozinho que corte radicalmente com este jogo de forças. Seria o mesmo que um Homem sozinho parasse com a sua força de braços um comboio em alta velocidade. Acabaria esmagado.

Tal é a complexidade financeira que a maior parte não entende os custos da contaminação. O dinheiro é a doença. E vale por quem lhe dê valor. A gigantesca economia norte-americana assente no seu desmesurado consumo é que acaba por dar valor ao dinheiro. Por exemplo os enormes excedentes monetários chineses e indianos aplicados em títulos do tesouro americano ficam valorizados em termos quantitativos. O dinheiro vindo do Arábia Saudita e afins de nada valeria sem o brutal consumismo americano. Isto das finanças e do valor que se dá ao dinheiro tem muito que se lhe diga.

Por exemplo eu, se tivesse 100 mil milhões de euros (o que seria muito bom) não o poderia aplicar em Portugal, porque, o nosso sistema financeiro não teria capacidade de absorver esse capital..

O sistema estremeceu e percebeu que se as pessoas não “puderem” pagar e não “poderem” comprar, o sistema entra em colapso.

Como proposta exequível, nos tempos que correm, será pela informação e desmontagem de assumpção em bases mentais sólidas e realistas, através do esclarecimento. Como alguns colegas Revolucionários dizem e muito bem – A Revolução são todos os dias.

Esta crise não está resolvida, mas sim, adiada na manipulação do Homo Sapiens Endividatus. O robotizado, por parte, da incomensurável crescente oferta da mão-de-obra que lhe retira A Capacidade de Decisão.

Não se curou as causas da droga, mas, os sintomas.





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Post publicado por mim (tarde e a más horas) no Blog "Cheira-me a Revolução!". Blog colectivo de autores inconformados, de muito mais qualidade que eu, que, não se resignam ao estado a que isto chegou.
Para quem tiver alternativas, também pode visitar o "Blog Alternativas".