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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Jet-Lag


Depois de umas curte-lengas férias, o Jet-Lag.
Apesar da banalidade, colegas do melhor que pode haver. Nas empresas vivem-se ditaduras, mas rir, rir só com colegas de qualidade.
O dia foi banalíssimo, com arrancar cabelos, até nem tanto, porque somos bons, correu naturalmente, tudo controlado, não fossemos nós profissionais treinados.
Ao final da tarde, um monumental engarrafamento na A2 sentido Almada-Lisboa. Estava porreiríssimo, pois seguia em sentido contrário, sensação de alívio. Com toda a solidariedade para com os meus colegas auto-imobilizados, também já sofri desses karmas, e não foram poucos.

Outra questão.
Se entre-vidas nós escolhemos o sexo com que nascemos, porquê baralhation? E achar isso inteléctuel?
Alô?
Poderei fazer tudo o que uma Mulher faz a outra e mais, nem que seja, por fisicalidades inatas...

Dos monólogos da vagina... O que eu gosto é de gajas! Pronto, bien tout.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Copacabana

Na quinta-feira passada quando ia para o trabalho deparei-me com um engarrafamento monumental. Dos piores que já apanhei. Na A2 estava fila desde a saída para o Seixal/Amora.
Pára arranca e arranca e pára. Entendi no momento que o Universo não depende, nem daquele momento, nem do minúsculo ponto presencial por mim vivido.
O tempo estava cinzento e chuvoso, daquele que se cola ao estado de alma.
Nisto e num momento mágico toca na M80, a canção "Copacabana" de Barry Manilow. Consegue transportar o meu pensamento para bem longe de ali. Para algo com cor, música, praia, céu azul. Depois voltei para a realidade do momento. Naqueles minutinhos estive a milhares de kilómetros, deu oxigénio mental para continuar.

Quantas vezes chegamos ao local de trabalho, no mesmo trajecto rotineiro, e pensamos, o que aconteceu de casa até ao trabalho? Nem demos conta, pois a cabeça esteve longe.
As rotinas alianiam a mente e muitas vezes nem nos apercebemos do que se passou à nossa volta. Por isso é sempre bom descobrir caminhos novos, tal como um exercicio que obriga a mente estar atenta ao que está ao nosso redor.