quarta-feira, 13 de abril de 2011

O misterioso caso Laura Buxton


Em Junho de 2001, ocorre uma série notável de eventos, que vão muito para lá da improbabilidade estatística. A fascinante história de Laura Buxton e de Laura Buxton.

Ao que parece no 50º aniversário de casamento do avô de Laura Buxton de 10 anos de idade, este lhe sugeriu que colocasse uma etiqueta num dos balões utilizados no referido aniversário.
Num dos lados do papel foi escrito - "Please return to Laura Buxton", no outro colocou a morada e o telefone de casa. Esta Laura de Staffordshire - Inglaterra, lançou o balão para o ar.
Balão que foi cair a mais de duzentos quilómetros de distância, ao fim de dez dias, numa quinta em Milton Lilbourne, na qual o proprietário ao pegar no balão e ao ler a referida etiqueta apensa no balão, ficou um pouco baralhado.
A sua filha também se chamava Laura Buxton, os níveis de confusão elevaram-se.
Após perceber que esta era outra Laura, esta família Buxton, resolveu contactar a outra família Buxton. Nesta enorme coincidência "per si" e após os contactos entre as duas famílias, as coincidências iriam ser elevadas ao patamar do inacreditável.
Ambas as Lauras, tinham 10 anos, tinham a mesma cor de cabelo, o mesmo peso e cada uma tinha um Labrador preto de 3 anos de idade, um coelho e um porquinho da índia como animais de estimação. Os porquinhos da índia tinha as mesmas marcas laranjas.

Existem coisas do arco-da-velha, isso é um facto. Por outro lado há coisas que não sabemos, certos meandros de que como as coisas se desenrolam.
A família Buxton que recebeu o balão, era uma família com mais posses do que da outra Buxton que lançou o balão, mas vivia em tristeza pela doença da mãe e entendeu este balão como um sinal de esperança.
As duas famílias já se encontraram por várias vezes e as duas Lauras parecem quase gémeas.

Sem dúvida, que coisas de outros mundos, tiveram "alguma" influência neste evento, pois o cálculo infinitesimal, não calcula tudo.

2 comentários:

Diogo disse...

O acaso tem razões que a razão desconhece. Por outro lado, também pode ser uma coincidência fabricada.

Abraço

Zé Marreta disse...

E o mais incrível do cálculo infinitesimal é que o balão não rebentou.

Saudações!