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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

A guerra que você não vê


Há poucos dias atrás celebrou-se o décimo aniversário do atentado terrorista de 11 de Setembro de 2001, donde o facto mais relevante foi a queda das torres gémeas designadas por World Trade Center em NY, o 9/11 que mudou o mundo, para pior, diga-se de passagem.
O atentado foi terrorista e dele morreram milhares de pessoas, a grande dúvida subsiste; quem o ordenou, quem o planeou e quem o executou? Dúvida que permanece ainda no ar, perante todas as incongruências dos factos e das investigações semi-boicotadas, muitas delas efectuadas para baralhar e orientar a opinião pública para meias-verdades.

O documentário que segue em baixo, foi puxado do blog de Daniel Simões - Naturologia, realizado pela cadeia de televisão britânica ITV (???), mas a reportagem é extremamente incisiva, focando principalmente, os jornalistas de topo dos maiores grupos de média norte-americanos e britânicos, no relativo ao tema da enorme campanha de propaganda levada a cabo pelos líderes de então, a dupla famigerada, senão diabólica, Bush-Blair, para a invasão do Afeganistão e do Iraque.
Alguns jornalistas, reconheceram que deveriam ter sido mais assertivos, outros torcem-se mais para admitir que não estavam tão errados mediante a informação de que dispunham à época.
Mostra a parte que os povos da chamada comunidade internacional não viram.
As imagens das crianças mortas, soterradas, ameaçadas e das que ficaram sem pai nem mãe.
Ao que parece, as bombas amigas também matam... As imagens que passaram nos media, principalmente, são as de árabes maluquinhos da tola aos gritos e a dar tiros de metralhadora para o ar.
Todos consumiram, uma gigantesca operação de propaganda de contornos complexos, para dirigir a opinião dominante num determinado sentido.

Na realidade, não existe lado bom nestas questões. A triste verdade é que na guerra, disputam-se recursos naturais, poder geo-político e status-quo.
Ou seja, é tudo merda, onde crescem mentalidades do "nós contra eles" em ambos os lados, em que sempre, se elaboram argumentários; apaixonado/românticos, intelectuais, políticos e religiosos.
Factualmente, é que cada um dos lados, envia os filhos dos seus povos, para a queima, são a carne para canhão.
Se os soldados, de todas as guerras, soubessem a verdade dos verdadeiros interesses das suas hierarquias, muito provavelmente, não haveriam guerras.


segunda-feira, 2 de maio de 2011

Osama Bin Laden


Na semana passada, Barack Obama, presidente dos Estados Unidos da América, oficializa uma mudança no seu governo. Sai Robert Gates da pasta da defesa norte-americana e entra Leon Panetta, actual director geral da CIA. Percurso semelhante ao hoje, ex-secretário da defesa, Robert Gates que esteve à frente da CIA quando na defesa americana liderava Donald Rumsfeld.
Coincidência ou não, passados alguns dias Bin Laden, aparece morto.
Que directórios políticos estiveram verdadeiramente nesta mudança?

Barack Obama, faz uma declaração ao mundo, informando que o maligno e a mãe de todos os males do mundo - curioso ser logo a seguir ao dia da mãe - que após uma intervenção dos navy seals, conseguiram matar e apoderar-se do corpo de Bin Laden.
Automaticamente, os medias internacionais lançam-se em notícias repetidas ciclicamente com imagens de arquivo do indivíduo que personificava todo o mal do mundo.
Logo a seguir surgiam imagens de jovens norte-americanos em Washington aos pulos a gritar - USA, USA!
Mais tarde surge a única imagem do suposto cadáver do líder dos maus. Até podia ser um gajo qualquer a quem puseram umas barbas e lhe pisaram os olhos.
Mais coisas estranhas surgiram, a fortaleza onde vivia a cerca de 800 metros de uma academia militar paquistanesa.
Numa cidade pequena e num país com infra-estruturas frágeis, nunca ninguém se questionou quem habitaria numa fortaleza com muros de 3 metros de altura e nalguns pontos chegava a 5 metros?
Tendo os serviços secretos paquistaneses muitos agentes bem infiltrados em variados grupos radicais islâmicos e sabendo-se que alguns deles recrutados pela CIA fazendo jogo duplo, custa a crer que de um ano esta parte - na versão oficial - que Bin Laden estava no Paquistão e logo tão perto da capital Islamabad.

Imagine-se que tão importantes informações se poderiam recolher, se se capturasse um líder de um grupo terrorista?
Mas, numa linha do velho "far-west", do "dead or alive", enfiaram-lhe uma bala bem no meio dos olhos, levaram o corpo e no próprio porta-aviões que serviu de base para esta espécie de black op, lhe lavaram o corpo, enrolaram-no numa toalha, fizeram uma celebração fúnebre islâmica e logo o atiraram ao mar, mas depois de comprovarem com testes de ADN, que era mesmo o gajo.
De certa maneira, uma certa pressa até transparece, sei lá...
Ou já Bin Laden, talvez tenha morrido há alguns anos e só agora foi encenada a sua morte ao mundo?
Logo por coincidência na mudança de pastas super-sensíveis no governo norte-americano e quando, por coincidência também, se aproximam as eleições para o next president?

O 9/11 de 2001 - por curiosidade, o número de emergência nacional dos estados unidos - é o facto histórico que impulsiona todo este frenesim. Por coincidência também, a investigação posterior a esse horrível atentado, efectuado por cidadãos norte-americanos, veio trazer muitos indícios de que talvez, afinal, tenha sido um "inside job"...

Humm, hummm... Se calhar é melhor chamar o detective Correia!
Por outro lado, podiam ter posto o fulano em gelo e leva-lo para outro sítio onde podiam fazer análises com mais condições e mais calma.

E por que não uma verdadeira operação black op aos verdadeiros terroristas planetários de Wall Street, que estragam a vida, no verdadeiro sentido da palavra, a biliões de pessoas?
Era uma questão a colocar ao President of the United States.

Um bocadinho de gelo e era escusado atira-lo ao mar, assim meio à pressa...



Vannila Ice - Ice Ice Baby

domingo, 23 de março de 2008

Zeitgeist, o Filme

Zeitgeist é um termo alemão, que se traduz como espírito do tempo, também podendo se utilizar do termo em português para denominá-lo. O Zeitgeist significa, em suma, o nível de avanço intelectual e cultural do mundo, em uma época (in Wikipédia).

Este vídeo foi me enviado pelo meu amigo Engenheiro Bruno (este é Engenheiro a sério), vídeo que é muito interessante. Tem cerca de 2 horas. Portanto veja só quando conseguir um tempo para o ver como deve de ser. Advirto, como sempre, que não se deve sacralizar tudo o que se vê e ouve. O nosso espírito crítico tem que estar sempre presente. E devemos sempre duvidar de tudo o que nos é apresentado. É um filme-documentário para nós reflectirmos. Em baixo o texto que recebi via email.

" Espírito do tempo não foi premiado pela Academia, mas tem invadido o planeta como uma onda gigante. Zeitgeist unirá, espectadores de todo o mundo numa atitude crítica em relação a verdades, até agora (quase) inquestionáveis

O
filme foi escrito, realizado e produzido por Peter Joseph (pseudónimo) da GMP LLC e, em duas horas, apresenta, numa trilogia, o Cristianismo, o Terrorismo e a Banca como alguns dos maiores mitos da Humanidade. A fé da maior parte das pessoas, ao longo da história, em Jesus histórico, no inimigo estrangeiro terrorista e nos banqueiros internacionais é questionada. «Será que alguém ainda Acredita que não é escravo da Religião, do Terror e do Dinheiro?»,

Realizado sem fins lucrativos, a película defende a tese de que "Somos todos UM» e que a crença de que estamos separados uns dos outros tem sido uma das principais causas para a ignorância, passividade e alienação da massa, "rebanho" controlado pela elite (religiosa, política e comercial), cuja exploração o filme denuncia.
Elogiado sob o ponto de vista técnico e artístico, o documentário disponibiliza, no seu site, a bibliografia inundando o planeta: foi visto, até Novembro de 2007, por cerca de oito milhões de espectadores. "