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segunda-feira, 27 de abril de 2009

Verdes Anos



O quase infinito pode caber nesta música.
Variando os contextos, da susceptibilidade de quem ouve, principalmente de quem está fora de si, procurando incessantemente o seu centro, o seu posicionamento no Universo, que anda perdido.
Talvez a maior parte.
Se certezas houvesse, num qualquer momento passado, não as teve e nas dúvidas se embrenhou, para daí renascer novamente, apalpando o desconhecido, mais certo na convicção das experiências que passou. São os ciclos da natureza, que também é humana. Fazemos todos parte de um todo, cada um na sua individualidade, suspirando um alcançar não definido.
Talvez a magia da vida possa ser isso, o incerto.
Vivemos tempos fascinantes, dizemos isto repetidamente em várias épocas.
Vivemos os verdes anos da Humanidade.
Nesses campos verdes, a Humildade, é a semente mais importante a plantar e com a força do Amor a regaremos. Seus frutos serão uma partilha de vida entre todos, moldada geneticamente por respeito da diferença, constatando que afinal somos mais iguais do que pensávamos.
Com a energia que trazemos quando nascemos e que vai sendo destruída paulatinamente por toda a envolvência social, económica e psíquica. Muitas vezes até uma questão de sorte se trata. Do lugar natal ou do berço familiar. Daí se faz a mesologia de um indivíduo e sua interpretação do mundo.

Uma nova abordagem de aprendizagem será aprender a libertar-se de novo, de desamarrar nós, partir grilhetas e arrebentar com amarras.
Não são blibios que vos libertam, histórias contadas por uns para muitos, heil's, amen's, alá's, livros sagrados e avés.
Nas nossas essências já somos livres, mesmo que alguns de vós tenham baixado os braços, mesmo alguns que já vergados e vergastados pela insanidade de outros, mas que, ainda pingam laivos de vida.
Ergam-se e não tenham medo.
As cicatrizes saram.
Sonhar é permitido.
Questionar tudo é um direito.
Sendo um dever, ensinar outros.
Quanto mais consciências acordadas, melhor será o mundo que partilhamos por momentos.
Ouse e sem medo, pois é, com os erros que aprendemos.



Publicado em simultâneo no Cheira-me a Revolução!