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terça-feira, 1 de junho de 2010

Cidinha Campos - Deputada Estadual


Cidinha Campos deputada federal pelo PDT - Partido Democrático Trabalhista, um dos que apoiou Lula da Silva à presidência do Brasil.
No vídeo em baixo, ela mostra toda a sua indignação no parlamento brasileiro sobre o lançamento da candidatura a conselheiro do Tribunal de Contas brasileiro por parte de José Nader Jr. do PTB - Partido Trabalhista Brasileiro, filho de José Nader.

"Em 2008, José Nader foi um dos alvos da Operação Passárgada da Polícia Federal, juntamente com os conselheiros José Gomes Graciosa e Jonas Lopes de Carvalho. Os três foram indiciados por corrupção passiva, formação de quadrilha, peculato e advocacia administrativa.
Seu filho, José Nader Júnior, foi deputado estadual entre 2002/2006 e reeleito para o período 2007/2011."
fonte wikipédia

No final da sua intervenção, alarga a sua indignação a todo o plenário onde impera a corrupção total. Denunciando o que toda a gente já sabe. Brasília é um ninho de víboras e antro de todo o tipo de corrupção, aliás como em todos os parlamentos do mundo.
Deveria haver mais deputados assim, em todos os parlamentos do mundo, com coragem para denunciar na hora, os esquemas, os compadrios, os roubos descarados, efectuados e permitidos por via legislativa, as nomeações para cargos públicos, as concessões de licenças, os concursos públicos, uma lista sem fim... E que depois houvessem investigações isentas que resultassem em consequências.

Dá-lhes Cidinha! Dá-lhes!

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Verdes Anos



O quase infinito pode caber nesta música.
Variando os contextos, da susceptibilidade de quem ouve, principalmente de quem está fora de si, procurando incessantemente o seu centro, o seu posicionamento no Universo, que anda perdido.
Talvez a maior parte.
Se certezas houvesse, num qualquer momento passado, não as teve e nas dúvidas se embrenhou, para daí renascer novamente, apalpando o desconhecido, mais certo na convicção das experiências que passou. São os ciclos da natureza, que também é humana. Fazemos todos parte de um todo, cada um na sua individualidade, suspirando um alcançar não definido.
Talvez a magia da vida possa ser isso, o incerto.
Vivemos tempos fascinantes, dizemos isto repetidamente em várias épocas.
Vivemos os verdes anos da Humanidade.
Nesses campos verdes, a Humildade, é a semente mais importante a plantar e com a força do Amor a regaremos. Seus frutos serão uma partilha de vida entre todos, moldada geneticamente por respeito da diferença, constatando que afinal somos mais iguais do que pensávamos.
Com a energia que trazemos quando nascemos e que vai sendo destruída paulatinamente por toda a envolvência social, económica e psíquica. Muitas vezes até uma questão de sorte se trata. Do lugar natal ou do berço familiar. Daí se faz a mesologia de um indivíduo e sua interpretação do mundo.

Uma nova abordagem de aprendizagem será aprender a libertar-se de novo, de desamarrar nós, partir grilhetas e arrebentar com amarras.
Não são blibios que vos libertam, histórias contadas por uns para muitos, heil's, amen's, alá's, livros sagrados e avés.
Nas nossas essências já somos livres, mesmo que alguns de vós tenham baixado os braços, mesmo alguns que já vergados e vergastados pela insanidade de outros, mas que, ainda pingam laivos de vida.
Ergam-se e não tenham medo.
As cicatrizes saram.
Sonhar é permitido.
Questionar tudo é um direito.
Sendo um dever, ensinar outros.
Quanto mais consciências acordadas, melhor será o mundo que partilhamos por momentos.
Ouse e sem medo, pois é, com os erros que aprendemos.



Publicado em simultâneo no Cheira-me a Revolução!