
No XVII congresso do Partido Socialista do passado fim-de-semana, houve um militante desse partido, apenas um, que teve a clarividência de discursar imbuído da percepção da realidade actual, falamos do congressista Rómulo Machado.
Num congresso, que mais do que um comício, era sem dúvida uma orquestração de mau gosto, de discursos vazios de sentido e preenchidos pelo marketing.
Não houve debate de ideias, um zero total, foi um conjunto de sofisticadas técnicas de marketing, muito bem treinadas para aumentar a eficácia, passar mensagens bordão descontextualizadas juntadas como peças de puzzle, para parecerem verdades sérias e credíveis.
Foi todo um misto de fantasia, alucinação colectiva e tudo programado em torno do "Querido Líder", ou seja, uma nulidade completa, para o que o país efectivamente precisa, o de ser governado com competência, ética e visão de futuro.
Era, tal e qual, uma seita e das perigosas!
Num congresso, que mais do que um comício, era sem dúvida uma orquestração de mau gosto, de discursos vazios de sentido e preenchidos pelo marketing.
Não houve debate de ideias, um zero total, foi um conjunto de sofisticadas técnicas de marketing, muito bem treinadas para aumentar a eficácia, passar mensagens bordão descontextualizadas juntadas como peças de puzzle, para parecerem verdades sérias e credíveis.
Foi todo um misto de fantasia, alucinação colectiva e tudo programado em torno do "Querido Líder", ou seja, uma nulidade completa, para o que o país efectivamente precisa, o de ser governado com competência, ética e visão de futuro.
Era, tal e qual, uma seita e das perigosas!

