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terça-feira, 26 de maio de 2009

BPN intermezzo SLN


Oliveira e Costa foi hoje à comissão de inquérito parlamentar sobre um caso mediático do tempo presente, explicar factos passados.
Conheço, e de não somenos, revelar duas pessoas que conheço e que estimo que trabalharam com ele. Um mais, até chefe de divisão no Banco de Portugal, foi.
Eles não podiam crer, nas notícias que em catadupa orgasmizavam-se, nos nossos reconhecidos media, pululavam opiniões, que a meu crer, e parece, que não sabiam o que diziam. Nem irão saber.
De facto, Oliveira e Costa é um homem inteligentíssimo, apanhado numa ratoeira tremenda. Dizia quem trabalhou de perto com ele que lhe custava a acreditar nas notícias que apareciam.
O poder corrompe, e absolutamente...
A questão do Banco Insular é demasiadamente complexa para espartilhar presentemente.
As ímparidades, carecem de explicações técnicas, para se ser 100% justo. De tão ímpares que são.

O passado assobia, e diz-me que quando Oliveira e Costa quando fazia parte da distrital do PSD Aveiro lixou - é o termo técnico - e até a vida pessoal de alguns sociais-democratas na sua ânsia de ambição a algo. Chegou a Secretário de Estado.
Na prisão preventiva leu algumas dezenas de livros, espero, que alguns filosóficos. Poderia ler outros aconselhados por mim.
Independentemente de uma espécie de redenção, por falta de solidariedade de comparsas, o lugar no céu, não está garantido na forma perceptível dos intervenientes.
Há coisas que eu sei que vocêmeces não sabem.
É pior do que vem nos livros. Escusado será dizer que o suicídio é um atalho.

Descontando a gravidade, estas coisas até metem alguma graça, de certa forma, alguma risada.
Dias Loureiro, um dos arautos do Cavaquismo não poderia de deixar de ser lembrando, tal como, Oliveira e Costa fez.
Não esquecendo aquando do tabú do Bolo-Rei, e Fernando Nogueira (poucos se lembram) num comício apresentava Cavaco Silva como candidato presidencial, Cavaco com a sua personalidade da mais javarda e porca desmentiu categoricamente tal candidatura. Desconsiderando Fernando Nogueira, seu braço-direito decano e fiel. Passadas umas semanas apareceu candidato contra Sampaio. Daqui se vê a porca política visão de Cavaco e seu carácter político, solidário e pessoal.

Voltando ao BPN e sua comissão de inquérito, constata-se que não existe capacidade técnica para contrapor a podridão que grassa, qual erva daninha, neste Allgarve Luso.
Quando Hugo Velosa - PSD - (não era a cabeça dele que pensava) questiona e percebendo-se que Oliveira e Costa - mesmo debilitado fisicamente - com relativa facilidade respondia e contrapunha a SIC Notícias cortou o pio da emissão.

Bilderberg? Talvez, ...

Dias Loureiro, que se apresentava como Conselheiro de Estado em Luanda representando uma série de empresas lusas, tipo bar de alterne, quando há meses que o Extrafísico vem denunciando, junte-se o comendador Joaquim Coimbra e outros. Os outros gostam-se de esconder na sombra.

A questão das ATM's e segurança. Outra falácia.
O Ministério Público mordido pela mosca Tsé-tsé que investigue a Papelaco, a Wincor-Nisdorf e a Diebold. Porto-Rico são peanuts.
Os sistemas de segurança caríssimos que só.
Nos anos 80 houve quem negociou sistemas de alarme israelitas que custavam à volta de 70 euros. Era o quadro completo, iluminação, água e intrusão.
Hoje as empresas gastam milhões em coisas que custavam algumas dezenas de euros.

A corja que anda por aí é tremenda. Logo "Irmãos Verdade" e uma enrabadela.
A campanha é negra e o cão também...



Publicado em simultâneo no Alternativas.

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Serviço Público

Hoje, e só hoje, vou ser voluntário. De uma causa perdida, vou ser, imagine-se Funcionário Público da República Portuguesa, sem esperar moedas de ouro. Assim, tal e qual. Sou um gajo porreiro, pá!
Vou propor a contratação para o Ministério Público (ou púbico, tal a brocharia que grassa por lá entre quatro e de quatro paredes) de um juíz que dê pelo nome de Abre a Pestana. Verdadeira estrela polar que alumia qualquer canto sombrio de luvas mal pagas.

Por exemplo, Manuel Dias Loureiro, um caso amnésico, verdadeiro case-study de comprimidos para cagar.
Meu menino o que tu disseste na entrevista da Judite, para mim seria o suficiente para te deter.
Mas como o nosso sistema judicial deriva de estudantes testadores de colchões Colunex, existe, uma casualidade stricto senso. Eu adoro dormir, e quando jovem, por vezes a gente precipita-se, e se soubesse, da área académica do dormir, não teria escolhido a arte suada do trabalho. Mas, sim a do tacho reluzente, faltou-me o inglês técnico. Malditas borgas universitárias!

Se fosse Medicina, aos comprimidos para dormir receitava os comprimidos para acordar, talvez tenha faltado às aulas de ética comportamental.

Neste serviço Pro Bono, trago uma peça musical (que deve ser ouvida até ao fim) do maior rapper da diáspora lusa, Valete.