Figura que dificilmente era posta em causa, devido aos "grandes" conhecimentos teóricos da finança internacional, vem agora cândidamente dizer - que errou, que não fazia ideia da dimensão da crise que poderia daí advir.
Às seguintes perguntas, como será que este ser na sua intimidade responderá?
- Não lhe pesará a consciência quando se deita para dormir?
Não teve a sorte de alguém lhe explicar cabalmente, de que a vida intrafísica, é efémera e quando se morre só se leva apenas a consciência, tudo o resto fica.
- O que pensa quando se olha ao espelho ?
- O que pensa quando lê relatórios de organizações humanitárias de que existem pessoas que morrem de fome?
- O que pensa quando lê relatórios económicos de que uma grande percentagem da população humana vive com pouco mais do que 1(um) dólar? Quando o próprio assinou diversas vezes a emissão (fabrico) de milhões e milhões de dólares.
Não teve a sorte de alguém lhe explicar cabalmente, de que a vida intrafísica, é efémera e quando se morre só se leva apenas a consciência, tudo o resto fica.
Peão-mor de organizações secretas, que pretendem o domínio mundial, a onda de desemprego que aí vem, já estava planeada por estes especialistas.A qualquer um de nós, poderão, apontar o dedo e dizer - Estão lá fora 100 (nº que provavelmente será muito superior) pessoas que aceitam fazer o que tu fazes por mais horas, e por menos dinheiro.
O aumento alarmante de oferta de mão-de-obra a isso levará. A ESCRAVIDÃO.
Num sistema que à algumas décadas deixou de ter suporte proporcional em reservas de ouro aquando da emissão de papel-moeda. Emitindo títulos de dívida pública. A economia norte-americana assim se desenvolveu, contaminando o resto do mundo, na assumpção de "quanto maior for a dívida externa americana, melhor", apoiada no desmesurado consumo das famílias norte-americanas. Aliás este sistema é que dava valor aos excedentes monetários gigantescos das economias emergentes.
Com a desregulação dos mercados, alguns bancos americanos criaram fundos de investimento mágicos e de grande rentabilidade. Estados investiram neles, gestores públicos em todo o mundo até fundos de pensões arriscaram nessa espécie de voodoo financeiro.
A culpa é de todos, e em todo o mundo. Para quem gosta da palavra Global, digo que a irresponsabilidade é Global.
Mas, o pior ainda está para vir, não sendo um pessimista (mas sendo), hoje aparecem analistas que já prevêem o impensável. O que tem alguma lógica com base nos dados actuais que as recentes injecções de capital já se derretaram e é preciso mais. Talvez (esperemos que isso não aconteça) em meados do ano 2009, o Estado norte-americano, poderá, não conseguir pagar os seus títulos de dívida pública, tornando-se insolvente. Aí inicia-se o colapso, um efeito dominó mundial, de tal forma devastadora, que a espécie humana actual nunca viu.
( Sem legendagem em português, mas, num inglês gritante o pujé numa comissão de inquérito a 23 de Outubro de 2008, a dar o braço a torcer parcialmente).
Publicado no blog "Cheira-me a Revolução!".