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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Wikileaks


O Wikileaks é um site criado em Dezembro de 2006, que actualmente está sediado na Suécia, conta com cerca de meia dúzia de colaboradores a tempo inteiro; jornalistas, dissidentes políticos e informáticos, essencialmente.
O seu fundador, Julian Assange, australiano de nascimento, jornalista é a cara do projecto. Quando em Agosto de 2010, após a divulgação de documentos secretos do exército norte-americano sobre a guerra do Afeganistão, a justiça sueca - país no qual tinha a nacionalidade - emitiu sobre si dois mandatos de prisão, um por violação e outro por agressão. Actualmente, Assange é uma espécie de apátrida, não existe país de momento que lhe queira oferecer cidadania, quando ao mesmo tempo, um certo "staus quo" político o queira desacreditar em força.
O site vive de uma rede de bufos, delatores, dissidentes, funcionários "mal tratados" em posições chave, gente com coragem a suficiente para expor as incongruências políticas em que vivemos e à medida que o tempo vai passando, juntando à crescente mediatização do site, mais pessoas depositarão na "drop box" do site mais informação sensível. É uma autêntica bola-de-neve de informação potencial.
Pode ser também, um sítio propício para a mais pura contra-informação, ou não. Fica ao critério de cada um, a sua interpretação.
Ontem, 28 Nov. de 2010, deram mais um passo na divulgação de material classificado e secreto, com o título - Cable Gate. São informações recolhidas pelo corpo diplomático americano, desde 1966. É um forrobodó completo. A sua leitura é recomendada vivamente.
Quer sejam verdadeiras ou não, o facto que subsiste, é que vivemos um mundo muito estranho, ou se calhar, tudo isto é normal, depende do ponto de vista.

domingo, 30 de maio de 2010

A lei da oferta e da procura


É a lei que está implícita no planeta desde os primórdios da vida, a natureza. É a permanente gestão dos recursos. Animais extinguem-se, outros desenvolvem-se, outros adaptam a sua cor ao meio ambiente, tudo numa base comum, a sobrevivência.
Para exemplificar, vejamos uma comunidade de coelhos selvagens na Austrália, por o seu ciclo de vida ser curto num espaço temporal relativamente pequeno, pode-se observar a relação entre o número de coelhos e a quantidade de erva disponível. À medida que vai aumentando o número de coelhos, a erva vai aos poucos escasseando, chegando ao ponto em que o número de coelhos começa a diminuir por falta de comida, por outro lado, começa a aumentar a quantidade de relva. É este o equilíbrio da natureza. É o este ciclo interminável que sempre existiu.
Até que uma das espécies animais desenvolve a sua inteligência a tal ponto de atingir a supremacia deste planeta
Surge o Homo Sapiens Sapiens, o Homem. E é esta espécie que muda esta lei, desequilibrando a natureza.

Os BRIC, a crise do sub-prime e a crise da falta de liquidez
Este eixo é formado por quatro países; Brasil, Rússia, Índia e China. Representam cerca de 45% da população mundial, quase metade dos seres humanos vivos. Com mercados internos gigantes, fazem com que cresçam a ritmos elevados e daí consigam exportar em números abissais.
E isso nota-se na postura dos seus líderes, Lula da Silva é hoje um actor de peso na cena internacional e a sua voz é ouvida, a Rússia principalmente pelos recursos energéticos que tem no seu território e pelo armamento que têm impõem respeito.
A Índia e a China através da produção de bens de consumo, conseguem fazer economias de escala de tal maneira que arrebentam com as indústrias do ocidente. Não se conseguem combater os preços que fazem. Têm muita gente para trabalhar e que aceitam qualquer condição de trabalho e salário. A procura de trabalho é imensa logo a oferta adapta-se.
Principalmente a China, quando viu aprovada a sua entrada na OMC em Doha no Qatar a Novembro de 2001.
Todos este quatro países a par da brutal riqueza que criam, têm também colossais problemas sociais.
Desses gigantescos excedentes monetários que eram criados, principalmente indianos e chineses, eram aplicados em títulos de dívida pública norte-americana, não pelos lindos olhos, mas no actual sistema em que vivemos só a economia americana consegue dar valor a quantidades muito grandes de dinheiro. Já é assim com os países produtores de petróleo árabes à décadas.
Além dos títulos de dívida, os gestores de Wall Street, começaram a criar fundos de investimento e fundos de fundos, tal era a torrente de dinheiro. Criavam-se fundos relacionados com o financiamento a estudantes universitários, de risco, aquisições de capitais sociais, de imobiliário, ou seja, tudo o que desse dinheiro. Como criavam lucros fabulosos, todo lá metiam dinheiro, os europeus através de bancos, instituições de todo o tipo, até as que geriam reformas do sector público e privado.
A coisa começa a correr mal, quando os fundos que assentavam nos financiamentos imobiliários de risco partiam do pressuposto que os imóveis iriam se valorizar eternamente. E quando as pessoas deixam de pagar aos bancos, os bancos vão à falência. Ora à medida que o incumprimento do crédito à habitação de risco aumentava, o mercado imobiliário norte-americano foi inundado de imóveis que ninguém comprava, daí desvalorizaram. Logo o imóvel que o banco recuperava já não pagava a dívida contraída. Começaram a haver prejuízos e depois estas coisas são sempre em catadupa. Os fundos desvalorizam-se abruptamente e bancos faliram, sendo o Lehman Brothers o mais emblemático. Instala-se a desconfiança e o crédito retrai-se, a liquidez desaparece. A partir de agora todos desconfiam de todos.

Europa
Na europa não havia o problema de financiamentos imobiliários de risco, excepto a Espanha. Mas por outro lado os bancos europeus que viviam de financiamentos e re-financiamentos, de participações massivas em fundos, foram os primeiros a agonizar. Em Portugal; o BPP e o BPN, este último é um caso de polícia.
Com a escassez de crédito, esta contracção passa para a economia, com todas as consequências que daí advêm.
Como ao resto do mundo o euro é uma moeda que não interessa que cresça em demasia, pois nos U.S. dollars está aplicado muito dinheiro, o euro, o projecto europeu está a ser atacado em força. E começaram pelas economias mais frágeis, a Grécia e Portugal, dessa forma alastrando aos outros.
Com a falta de liquidez nos mercados e as agências de rating norte-americanos a baixarem os ratings dos países do sul da europa, agonizam já não só os bancos, mas os próprios estados soberanos.
O drama, é que a nível financeiro o mercado europeu neste momento não existe. Quando as linhas da procura e da oferta se cruzam é estabelecido o preço. Ora o que acontece no presente é que essas duas linhas estão paralelas uma à outra, não se cruzam. É esse o drama, é esse o pânico disfarçado.
No início de maio deste ano os países da União Europeu criaram um fundo de 750 mil milhões de euros, para acorrer a eventuais necessidades de financiamento. Só que na prática esse dinheiro não existe. A ser utilizado será imprimido nas "tipografias" do BCE e outra parte serão movimentos informáticos de débito e crédito em rubricas contabilísticas.
Mas isso poderá não ser suficiente, enquanto a europa se defende com mil milhões é atacada de fora por grandes especuladores internacionais com triliões e estes por sua vez regem-se pelas notações das agências de rating. Muitas dessas ordens são feitas pela internet e da cidade que a Alicia Keys canta no vídeo em baixo.
Muito dificilmente a Grécia conseguirá pagar a sua dívida e os outros países do sul também vão pelo o mesmo caminho, os denominados PIIGS; Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e Espanha.
Seguem a mesma política de fuga para a frente, ou seja, mais crédito, mais dívida.

O caso português
A dívida portuguesa não é do volume da grega, mas poderá ser mais perigosa, pela sua configuração. Além de ser do Estado, o privado também está brutalmente endividado, particulares e empresas.
Quando o governo deveria criar todas as condições para as empresas crescerem, asfixia-as com mais impostos, levando a mais desemprego.
Como vai ser possível crescimento económico? Perguntam as agências de rating.
Portugal tem outro problema crónico anti-crescimento, os partidos que rodam entre si no poder, o PSD e PS.
Estima-se que neste país haja à volta de 1500 pessoas muito ricas, desses através das suas empresas e participações de capital, onde colocam os seus gestores, administradores e familiares, fazendo com que esse número suba para alguns milhares. São estes que rodam ciclicamente entre cargos ministeriais, cargos de deputados, administrações de empresas, institutos e por aí fora. Orientam as leis para os seus interesses, privatizam empresas que eram do Estado, ou seja, de todos nós, para mãos privadas, que muitas vezes nem conhecemos o rosto de quem é o accionista, escondido atrás de fundos e sub-fundos.
É esta pequena minoria que absorve grande parte da riqueza do país, fazendo com que Portugal seja o 3º país mais desigual do mundo, no plano da distribuição da riqueza, logo atrás dos E.U.A. e da Singapura.
Por exemplo a PT, já tem 70% do seu capital no estrangeiro e corre agora o risco de ser comprada pela espanhola Telefónica.
A EDP que não tem concorrência em Portugal, faz com que os portugueses paguem das electricidades mais caras da europa e por outro lado não tem pejo nenhum em pagar bónus de mihões aos seus gestores enquanto o país agoniza.
Portanto em Portugal, apesar da crise, o mercado para as jóias, os carros de luxo e mansões, está salvaguardado.

Por isso, ganham cada vez mais força as várias profecias que desembocam em 21-12-2012, neste processo descendente contínuo de 5 anos que começou em 2007.
Este século ainda vai a tempo, de ser o início da Era da Consciência.



Publicado em simultâneo no Cheira-me a Revolução.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

O mago das finanças

Este senhor foi um dos principais responsáveis pela crise que vivemos actualmente, Alan Greenspan. O mago, o arauto do neo-liberalismo, do capitalismo selvagem e sem regras. Foi o presidente da Reserva Federal norte-americana desde 11 de Agosto de 1987 até 31 de Janeiro de 2006. Atravessou quatro administrações; Ronald Reagan, George Bush (Pai), Bill Clinton e George W. Bush (júnior). Em 1999, em plena administração Clinton, consumou a plenitude do seu (e de outros) pensamento, a completa desregulação dos mercados, na fé de que os mercados se auto-regulariam por si só.
Figura que dificilmente era posta em causa, devido aos "grandes" conhecimentos teóricos da finança internacional, vem agora cândidamente dizer - que errou, que não fazia ideia da dimensão da crise que poderia daí advir.

Às seguintes perguntas, como será que este ser na sua intimidade responderá?

- Não lhe pesará a consciência quando se deita para dormir?
- O que pensa quando se olha ao espelho ?
- O que pensa quando lê relatórios de organizações humanitárias de que existem pessoas que morrem de fome?
- O que pensa quando lê relatórios económicos de que uma grande percentagem da população humana vive com pouco mais do que 1(um) dólar? Quando o próprio assinou diversas vezes a emissão (fabrico) de milhões e milhões de dólares.

Não teve a sorte de alguém lhe explicar cabalmente, de que a vida intrafísica, é efémera e quando se morre só se leva apenas a consciência, tudo o resto fica.

Peão-mor de organizações secretas, que pretendem o domínio mundial, a onda de desemprego que aí vem, já estava planeada por estes especialistas.
A qualquer um de nós, poderão, apontar o dedo e dizer - Estão lá fora 100 (nº que provavelmente será muito superior) pessoas que aceitam fazer o que tu fazes por mais horas, e por menos dinheiro.
O aumento alarmante de oferta de mão-de-obra a isso levará. A ESCRAVIDÃO.

Num sistema que à algumas décadas deixou de ter suporte proporcional em reservas de ouro aquando da emissão de papel-moeda. Emitindo títulos de dívida pública. A economia norte-americana assim se desenvolveu, contaminando o resto do mundo, na assumpção de "quanto maior for a dívida externa americana, melhor", apoiada no desmesurado consumo das famílias norte-americanas. Aliás este sistema é que dava valor aos excedentes monetários gigantescos das economias emergentes.
Com a desregulação dos mercados, alguns bancos americanos criaram fundos de investimento mágicos e de grande rentabilidade. Estados investiram neles, gestores públicos em todo o mundo até fundos de pensões arriscaram nessa espécie de voodoo financeiro.
A culpa é de todos, e em todo o mundo. Para quem gosta da palavra Global, digo que a irresponsabilidade é Global.

Mas, o pior ainda está para vir, não sendo um pessimista (mas sendo), hoje aparecem analistas que já prevêem o impensável. O que tem alguma lógica com base nos dados actuais que as recentes injecções de capital já se derretaram e é preciso mais. Talvez (esperemos que isso não aconteça) em meados do ano 2009, o Estado norte-americano, poderá, não conseguir pagar os seus títulos de dívida pública, tornando-se insolvente. Aí inicia-se o colapso, um efeito dominó mundial, de tal forma devastadora, que a espécie humana actual nunca viu.



( Sem legendagem em português, mas, num inglês gritante o pujé numa comissão de inquérito a 23 de Outubro de 2008, a dar o braço a torcer parcialmente).

Publicado no blog "Cheira-me a Revolução!".

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Primárias nos EUA

Hoje venceu Barak Obama as primeiras eleições primárias nos EUA para President of all Americans.
Ganha esperança muita gente que é agora que vai haver uma mudança efectiva no País mais poderoso do Planeta.
Não é minha opinião que é para aqui chamada, mas, sim a realidade.
Desenganem-se, pois, uma eleição que começa no estado do Iowa na capital chamada Des moines. Mas será que ninguém vê; Des Moines, Demoine, Demónio, ou estará tudo a dormir. Demónios, Planeta ésss do Diablo, Demoníaco. Por aqui se vê e não é nenhuma coincidência que o destino do Planeta poderá estar nas mãos erradas. Veremos.
Os bonecos mudam mas o controlo do teatrinho faz-de-conta lá no Extrafísico continuam a ser os mesmos.
E já agora. Acham que as cúpulas de poder no País mais complexo do mundo iriam deixar um preteco ser Presidente. Por agora ainda não. Mas atenção, o Pai Natal existe.