quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Todo o amor que houver nessa vida

O Amor, verdadeira força incontrolável do Universo.
O tempo é relativo, um segundo e já passou, noutra dimensão podem ser anos. De facto, o tempo pode ser relativo. Depende, fundamentalmente, da percepção.
Pode ser sorte, pode ser azar, tal e qual, uma mesa de roleta mostra. Mostra friamente nas suas estatísticas.
Pode ser também, a sorte do azar, como escola da vida, de vidas enviuzadas e de gerações trocadas.
Das avenidas do prazer, de um vício ou três, importa são os caminhos desbravados.
Ida, já foi, mas a volta é garantida? Quem sabe...

Quem sabe...

O génio Cazuza em Todo o Amor que Houver nessa Vida. O abstracto roçado por uma pessoa, com beleza e consciência.

Haja consciência!

4 comentários:

casadegentedoida disse...

Sem Amor não há vida, sem Amor não há esperança. O Amor pela Vida é Fantástico. Cultivem o Amor e talvez possamos fazer deste Mundo um lugar melhor.

mugabe disse...

Nada como descer o nível para subir o interesse ! Mangas preciso falar contigo urgentemente....um projecto para apresentar a Regininha...heheheheh, pois.!!!!

O Gente doida é maluco ahahahahahahahahahahahahahhah

Diogo disse...

O amor e a amizade pelos outros pode ter muita força. O suficiente para quebrar a espinha aos parasitas que sugam o sangue de quase todos. Haja coragem, vontade e amor.

bicho domato disse...

Soube que há uma petição online para proibir que Maitê venha a Portugal no futuro( demasiado radical). A verdade é que o povo e a cultura de Portugal foram arrastados pelo chiqueiro, sem qualquer motivo aparente. Esta senhora foi de um muito baixo nível! Aguente-se se puder.