terça-feira, 12 de agosto de 2008

JFK

John Fitzgerald Kennedy, 35º Presidente dos Estados Unidos da América, acreditava num mundo mais livre e independente. Pagou com a vida esse assomo de consciência. Na minha opinião com dois momentos marcantes. O discurso dirigido às sociedades secretas e a finta à possível 3ª Guerra Mundial, na Crise dos Mísseis em 1962. Ele e o seu irmão nos jogos de bastidores poderão ter evitado à Humanidade um longo período de sofrimento (isto é especulação minha, mas, acredito que seja verdade).
De facto, não jogava na mesma equipa da máquina de guerra em que se transformara os USA. Foi-lhe fatal. Numa operação bem montada foi eliminado - uma espécie de black ops.
Numa época conturbada da história dos USA, um Presidente que, ouvia as minorias , enviava tropas para o sul para defender os direitos dos cidadãos negros, defendia uma aproximação à URSS. Era completamente contraprucedente a lóbis poderosíssimos que defendiam claramente o oposto.
O vídeo em baixo é o discurso sobre - o secreto, o qual puxei do blog Ai Portugal Portugal! do CRN.



O filme "JFK" realizado por Oliver Stone levantou a polémica sobre o assassinato. O vídeo em baixo é o Zapruder Film que tanta celeuma suscitou.

5 comentários:

CRN disse...

Ora bem Zorze!
Evitou a guerra eliminando as bases de treino secretas que preparavam um assalto a cuba, organizada por hoover e nas quais participava oswald.
Mas o grande problema foi afastar os 3 carolas.
Muito esclarecedor, este post.

Cumprimentos.

Ana Camarra disse...

Já vi no CRN agora complementa-se.
JFK mexeu num ninho de vespas, o resultado foi o que se viu.
Isto é uma seita diabólica.

beijos

mugabe disse...

Zorze excelente vídeo. Abraço!

poesianopopular disse...

Zorze
Como é que ainda existem pessoas que acreditam nestes americães, como lhes chama o Sensei , e quanto a mim muito bem!
Alguem tem dúvidas que estes assassinos são o nazi-fascismo do séculoXXI?
Abraço

Savonarola disse...

Uma excelente homenagem a um homem inconformista. Lincoln também foi assassinado, num país que tolera muito, muito mal as ideias arrojadas. Especialmente se vierem dos presidentes: lobbies a mais? Sem dúvida!

Um abraço anarquista