
Segundo as últimas notícias, no último ano e meio, suicidaram-se 22 trabalhadores, noutra linguagem, colaboradores, pois na semântica encerram-se várias caracterizações ideológicas.
Na realidade, a escravatura e as grilhetas, estão e sempre estiveram presentes na (des)organização do trabalho. No que outrora era chicote no lombo e nas panturrilhas, hoje é substituído, por técnicas psicológicas, fruto de desenvolvimento de um conhecimento, que deveria ser para benefício da humanidade, como quaisquer outros.
A empresa em causa, a France Telecom, e para que não se esqueça, é um todo um conjunto de pessoas, que todos os dias dedicam grande parte de suas vidas, alguns, há muitos anos. Mas tendências das últimas décadas, as administrações, quadros dirigentes e intermédios, vêm bebendo uma cultura dominante de alcance de objectivos a qualquer custo.
A forma como são formados os objectivos não são questionados. Recordo que a ambição da carreira profissional e o dinheiro, não são tudo na vida, longe disso.
Por isso tem de haver opções, na forma comportamental do dia-a-dia.
Não é colocar um funcionário numa sala com uma mesa e cadeira sem nada para fazer, colocar funcionários a tirar agrafos em pilhas de papel, colocar funcionários a organizar por letra alfabética arquivo morto, mudar constantemente o local de trabalho, mudar constantemente os produtos que vende, destruir laços entre colegas, em suma, o velho "dividir para reinar".
Estas empresas existem por aí, infelizmente, em grande número. Com a benção dos Estados que também praticam as mesmas técnicas na sua administração.
No caso da France Telecom, a administração perante a gravidade da situação, mais pela exposição, reconheceu alguns erros e tomou algumas medidas para inverter esta política assassina.
Sem contar as muitas centenas, senão milhares, de trabalhadores que poderão estar à beira do limite.
De salientar, que se houver cada vez mais pessoas informadas, ou seja, consumidores atentos, estas empresas deixarão de ter viabilidade, pois os seus produtos não serão adquiridos.
Aos consumidores, pede-se apenas, que quando comprarem vejam se o funcionário está a sangrar.
Na realidade, a escravatura e as grilhetas, estão e sempre estiveram presentes na (des)organização do trabalho. No que outrora era chicote no lombo e nas panturrilhas, hoje é substituído, por técnicas psicológicas, fruto de desenvolvimento de um conhecimento, que deveria ser para benefício da humanidade, como quaisquer outros.
A empresa em causa, a France Telecom, e para que não se esqueça, é um todo um conjunto de pessoas, que todos os dias dedicam grande parte de suas vidas, alguns, há muitos anos. Mas tendências das últimas décadas, as administrações, quadros dirigentes e intermédios, vêm bebendo uma cultura dominante de alcance de objectivos a qualquer custo.
A forma como são formados os objectivos não são questionados. Recordo que a ambição da carreira profissional e o dinheiro, não são tudo na vida, longe disso.
Por isso tem de haver opções, na forma comportamental do dia-a-dia.
Não é colocar um funcionário numa sala com uma mesa e cadeira sem nada para fazer, colocar funcionários a tirar agrafos em pilhas de papel, colocar funcionários a organizar por letra alfabética arquivo morto, mudar constantemente o local de trabalho, mudar constantemente os produtos que vende, destruir laços entre colegas, em suma, o velho "dividir para reinar".
Estas empresas existem por aí, infelizmente, em grande número. Com a benção dos Estados que também praticam as mesmas técnicas na sua administração.
No caso da France Telecom, a administração perante a gravidade da situação, mais pela exposição, reconheceu alguns erros e tomou algumas medidas para inverter esta política assassina.
Sem contar as muitas centenas, senão milhares, de trabalhadores que poderão estar à beira do limite.
De salientar, que se houver cada vez mais pessoas informadas, ou seja, consumidores atentos, estas empresas deixarão de ter viabilidade, pois os seus produtos não serão adquiridos.
Aos consumidores, pede-se apenas, que quando comprarem vejam se o funcionário está a sangrar.