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terça-feira, 26 de janeiro de 2010

A arte não tem limites


A arte proporcionalmente acompanhada pela estupidez humana não tem limites. Desde soprado com ares ascendentes, aos descendentes.
Com uma margem enorme.
Do fundo à arriba.
Do menos infinito até ao mais infinito.
Por palavras consegue-se estabelecer limites, mesmo, que empíricos. Nos gestos e atitudes, é de uma vastidão incompleta, porque se reinventa e mais do que isso, se inventa todos os dias, todas as horas... A todo o tempo.

A informação está aí, mesmo que desinformada.
2+2=4 saltam por todos os buracos.
Pergunta-se, porque é que, a este ponto evolutivo ainda será possível visões facciosas?
Que providos de dois olhos e dois ouvidos, ainda se veja, só com olho e só com um ouvido?
Será que questionar-se do que se passa à sua volta foi liquidado do ADN de Ser, de Existir e de interagir?
Será que esta gente, ao menos, sabe ao que veio? Pelos menos ...?
Para nos convencermos uns aos outros de vidas terceiras, concerteza de que não foi.
Será que esta gente não sabe o que é balance?
Corre tudo, e freneticamente, atrás da lebre.
Quando se acusa, acusa-se a si próprio, nem que seja pelo gesto de apontar o dedo, aponta-se três dedos ao ego.

Toda a gente sofre, na sua dimensão de entendimento de sofrimento.

Aliás, tudo isto, tem uma probabilidade, de ser tudo mentira.
Como o futuro é arbitrário, apesar de legiões de boa vontade e até de profetas arriscando a sorte.
Podemos caminhar por uma estrada sinuosa, pois ninguém sabe, o para lá, só caminhando, percorremos caminho, sem saber bem o quê que caminhamos. E aí também se pode ser livre. Pode se caminhar para os lados, para trás e para a frente, até para cima e para baixo.

Tudo é impossível...

Ahh, e claro somos muito espertos!
De uma ou outra forma fazemos xixi, e aí estamos interligados, na necessidade de beber água, e de a expeli-la.

Vivemos tempos fascinantes!

Num sonho onírico, um alfaiate, media costas, milimétricamente, media a fita escrupulosamente, calçava chinelos 54 e tinha no alto da bochecha uma saliência de relevo contumaz, fazia fatos verdes aos quadradinhos e a preços muito em conta. E era corcunda.



Publicado em simultâneo no Cheira-me a Revolução!