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terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Follow the leader


Inserido num programa global, sem rosto, sem marca clara e dentro de um semi-construído pensamento dominante de robotização geral das massas, existe toda uma indústria que dissemina nas formas mais subtis, a ideia de seguir um líder, de que existe uma hierarquia que toma conta de nós, enquanto dormimos o sono retemperador. Protegem-nos dos maus que nos querem fazer mal.
A música "Follow the leader" é a mais clara amostra dessa espécie de evangelização que ocorre há já algumas décadas. Tem várias versões e estilos, passa um pouco por todo o mundo e tem o ritmo necessário para agarrar as várias gerações que passam por ela, distraídas pelos confusos egos adolescentes .
É repetitiva; tem a linguagem universal, o inglês; funciona como mantra; enaltece os termos, follow, leader e left and right. Inculca nas mentes mais jovens - ainda esponjas de conhecimento - a ordeira marcha militar com a mensagem principal/sub-liminar de seguir o líder, implicitamente a obediência... sem questiona-la.

Nesta linha, salienta-se a questão Wikileaks, que porventura, não será o mote ideal para restringir a verdadeira expressão de liberdade? O pretexto ideal?
Sobre este aspecto, abordava Pacheco Pereira no seu artigo de opinião, no sábado passado no jornal "O Público" relativamente, aos integrados e os apocalípticos. Só que nesta tentativa de tudo classificar, falta a explosão exponencial da evolução da sociedade nesta orgástica selva tecnológica e sem retrocesso. Por exemplo, pode haver integrados e apocalípticos e vice-versa e mais outras dezenas de variantes.

E tudo isso, assusta o status quo vigente...