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sábado, 22 de janeiro de 2011

Estratégias de manipulação

Nunca tanto como agora, a manipulação individual das pessoas e colectiva das sociedades, fora tão intensa.
Hoje e cada vez mais, ela é perpetuada na confusão do dia-a-dia, na ditadura dos números, nas vidas dominadas pelo stress, pelos massivos meios de comunicação e pela globalização das comunicações.
No livro "Estratégias e técnicas para a manipulação da opinião pública e da sociedade" de Sylvain Timsit, são sintetizadas as principais.

A estratégia da diversão
Elemento primordial do controle social, a estratégia da diversão consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mutações decididas pelas elites políticas e económicas, graças a um dilúvio contínuo de distracções e informações insignificantes.
A estratégia da diversão é igualmente indispensável para impedir o público de se interessar pelos conhecimentos essenciais, nos domínios da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética.

Criar problemas, depois oferecer soluções
Este método também é denominado "problema-reacção-solução". Primeiro cria-se um problema, uma "situação" destinada a suscitar uma certa reacção do público, a fim de que seja ele próprio a exigir as medidas que se deseja fazê-lo aceitar.
Exemplo: deixar desenvolver-se a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público passe a reivindicar leis securitárias em detrimento da liberdade.
Ou ainda: criar uma crise económica para fazer como um mal necessário o recuo dos direitos sociais e desmantelamento dos serviços públicos.
Ou ainda: após a 1ª guerra mundial (1914/1918) o poder mundial ficou mais concentrado, após a 2ª guerra mundial (1939/1945) o poder em menos mãos ficou. Depois deste último evento surgiram as Nações Unidas, os acordos de Bretton Woods, o FMI e o World Bank, ou seja, problema-reacção-solução.

A estratégia do esbatimento
Para fazer aceitar uma medida inaceitável, basta aplica-la progressivamente, de forma gradual, ao longo de 10 anos. Foi deste modo que condições sócio-económicas radicalmente novas foram impostas durante os anos 1980 e 1990. Desemprego maciço, precariedade, flexibilidade, deslocalizações, salários que já não asseguram um rendimento decente, tantas mudanças que teriam provocado uma revolução se houvessem sido aplicadas brutalmente.

A estratégia do diferimento
Outro modo de fazer aceitar uma decisão impopular é apresenta-la como "dolorosa mas necessária", obtendo o acordo do público no presente para uma aplicação no futuro. É sempre mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro porque a dor não será sofrida de repente. A seguir, porque o público tem sempre a tendência de esperar ingenuamente que "tudo irá melhor amanhã" e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Finalmente, porque isto dá tempo ao público para se habituar à ideia da mudança e aceita-la com resignação quando chegar o momento.

Dirigir-se ao público como se fossem crianças pequenas
A maior parte das publicidades destinadas ao grande público utilizam um discurso, argumentos, personagens e um tom particularmente infantilizadores, muitas vezes próximos do debilitante, como se o espectador fosse uma criança pequena ou um débil mental.
"Se se dirige a uma pessoa como ela tivesse 12 anos de idade, então, devido à sugestibilidade, ela terá, com uma certa probabilidade, uma resposta ou uma reacção tão destituída de sentido crítico como aquela de uma pessoa de 12 anos". ("Armas silenciosas para guerras tranquilas", do mesmo autor).

Apelar antes ao emocional do que à reflexão
Apelar ao emocional é uma técnica clássica para curto-circuitar a análise racional e, portanto, o sentido crítico dos indivíduos. Além disso, a utilização do registo emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para ali implantar ideias, desejos, medos, pulsões ou comportamentos...

Manter o público an ignorância e no disparate
Actuar de modo a que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para o seu controle e a sua escravidão.
"A qualidade da educação dada às classes inferiores deve ser da espécie mais pobre, de tal modo que o fosso da ignorância que isola as classes inferiores das classes superiores seja e permaneça incompreensível pelas classes inferiores". ("Armas silenciosas para guerra tranquilas", do mesmo autor).

Encorajar o público a comprazer-se na mediocridade
Encorajar o público a considerar "fixe" o facto de ser idiota, vulgar e inculto…

Substituir a revolta pela culpabilidade
Fazer crer ao indivíduo que ele é o único responsável pela sua infelicidade, devido à insuficiência da sua inteligência, das suas capacidades ou dos seus esforços. Assim, ao invés de se revoltar contra o sistema económico, o indivíduo se auto-desvaloriza e auto-culpabiliza, o que engendra um estado depressivo que tem como um dos efeitos a inibição da acção. E sem acção, não há revolução!...

Conhecer os indivíduos melhor do que eles se conhecem a si próprios
No decurso dos últimos 50 anos, os progressos fulgurantes da ciência cavaram um fosso crescente entre os conhecimentos do público e aqueles possuídos e utilizados pelas elites dirigentes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o "sistema" chegou a um conhecimento avançado do ser humano, tanto física como psicologicamente. O sistema chegou a conhecer melhor o indivíduo médio do que este se conhece a si próprio. Isto significa que na maioria dos casos o sistema detém um maior controle e um maior poder sobre os indivíduos do que os próprios indivíduos.

O sistema actual de poder, ou o nome que se queira chamar, conhece-o melhor do que você próprio se conhece; eles sabem do que você gosta, do que o motiva, do que o entristece, do que o torna depressivo, do que se revolta, do que o torce e até certo ponto, o click necessário que o leva ao suicídio. Dessa forma eles cada vez mais o controlam, com a souplesse sub-liminar de você não perceber. É o efeito Coca-Cola vs. Pepsi. O conceito é igual, mas basicamente, é oferecida a hipótese de escolha, retirando o stress da opção única, levando o sujeito a ter a ilusão, de que tem a decisão.



Publicado em simultâneo no Cheira-me a Revolução!

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Acima dos governos

Nem sei por onde começar, confesso. Tal a monstruosidade em que vivemos.

No mundo em que vivemos e acima dos governos nacionais, uns eleitos, outros não e mais alguns forjados. Importante é que a grande maior parte são uma tremenda mentira. Mentira em que você acredita, e pior, defende como verdade. Como uma espécie de normalidade, e que não há alternativa, perante realidades normais. Como o espectro que abarca o pensamento, assume-se como verdade. Sair deste pensamento padronizado é uma aventura no desconhecido e o passar as fronteiras do establishment.

Até...

Perder o emprego que dava como garantido, a execução de uma hipoteca imobiliária, o simplesmente não conseguir pagar a dívida do cartão de crédito ou a morte de um familiar.

Hoje em dia , para pensar, friso Pensar, a consciência quase que precisa de um arresto mental impactante de forma a abrir os "olhos". Seja o Terceiro Olho (chakra) ou o Olho Grande (cadomblé, makumba). A maior parte continua a abrir o Olho do Cú.
A verdade está aí. Ridicularizada e caída no descrédito geral. Aponte como demagogia, às vezes pode ser, teorias do tipo banda-desenhada ou na medida em que lhe enche as medidas pensénicas. Acredite no que você quiser e refute, refute até fazer sangue com as cabeçadas que der na parede, são modos de aprendizagem relevantes.

O governo real do mundo, nos dias de hoje, é efectuado por empresários e industriais que se organizaram em grupos e organizações. Fazem e desfazem guerras, promovem e despromovem governos, brincam com a saúde física e mental de populações carentes de remédio.
Após a Guerra Fria, deixou de haver contra-ponto na balança relacional. A partir daí agudizou-se o torcionismo encantado. Agora é à vontade.
Constata-se que o sistema financeiro mundial, esteve entregue aos gatunos. Gatunagem da pior espécie. Não embarque em lágrimas de crocodilo. O ladrão quando é apanhado é o maior profissional a fazer-se de vítima. É transversal a toda a cadeia alimentar. Veja-se os casos nacionais; João Rendeiro, Vale e Azevedo, Paulo Pedroso, Carlos Cruz, Jardim Gonçalves e muitos outros. A lista quase que tende para o infinito na variante de estudo de Cálculo Infinitesimal. Disciplina que passei com distinção dispensando o exame final. Só que não acabei o curso.
Estas organizações trans-nacionais que já dominam grande parte do planeta e auguram o domínio total, têm nomes. Os orquestradores têm nomes, como se de uma família global pertence-se-mos.
Clube Bildenberg, Maçonarias em geral, Opus Dei, Máfias piramidais e outras secretices doentias. Apanágios de infâncias mal-crescidas que degeneraram em insanidades labiais disformes e rectus cagalis em forma Abre-te Sesámo.
Estes seres tais como; Henry Kissinger (secretário-geral), Sua Majestade a Rainha Beatrix (Rainha da Holanda), Franco Bernabé (Vice-Presidente, Rothschild Europe), Anders Borg (Ministro das Finanças - Suécia), Oscar Bronner (Der Standard, editor - Áustria), Juan Luis Cebrián (administrador executivo - Grupo Prisa media group, Espanha), Etienne Davignon (Vice-Presidente Suez-Tractebel), George A. David (Presidente Coca-Cola HBC SA), Francisco Pinto Balsemão (real herdeiro do trono luso, Impresa SGPS), Paul A. Gigot (editor da página editorial, Wall Street Journal), Jordan Vernon (financista da camarilha), Jessica T. Mathews (Presidente Carnegie Endowment for Internacional Peace), Zorze (Portuga, que auspicia o desenvolvimento da espécie) e tantos outros. Outros que não sabem o que andavam ali a fazer, tais como; José Sócrates, Durão Barroso, António Guterres, Rui Rio, António Costa e Santana Lopes. Estes últimos como veados que davam os olhos, como presas.
O mundo és do Diablo, dizem. Se calhar até é, digo eu inocentemente.

Não estamos muito longe da vivência da selva, apesar da tecnologia que ilude o desenvolvimento da Humanidade, nos princípios, estamos iguais. Bem sei, que já não trepamos árvores nem saltamos de galho em galho. Mas a Lei do mais forte continua a imperar. A inteligência que alcançá-mos ainda não é suficiente para quebrar instintos primários, como; egoísmo, altruísmo e doenças mentais altamente patológicas. A evolução é uma luta. Nascemos para isso. Verdade insofismável do jeitosinho do 5º Direito.

Existem aventureiros ridicularizados, por esta máquina holo-pensénica, centrífuga, que cerca e seca tudo à volta.
- Rui Mateus (Contos Proibidos - Memórias de um PS «seita diabólica» desconhecido) clique aqui para download.
- Kevin Trudeau (Curas Naturais - Que "eles" não querem que você saiba).
- Daniel Estulin (Toda a Verdade sobre - O Clube Bilderberg) ed. Europa-América.

Haveria muito mais para dizer, fica para outras expertizes deviónicas.
Não acredite em nada no que lê, tenha as suas experiências. A melhor técnica de desinformação é na tonelagem de informação oferecida para si. Os extra-terrestres existem, o status-quo esconde algo, por achar que você não é inteligente o suficiente para perceber.



Publicado em simultâneo no Cheira-me a Revolução!