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terça-feira, 24 de novembro de 2009

Reminescências, de outras vidas...


Horas e horas de ouço. Faz horas quietas e temerosas.
O tempo espera, pausadamente.
Noutras horas apressa-nos. Chegar a horas é chegar tarde. Cedo é antecipar, o antes. Não é previsão, porque, a visão, às vezes trai, engana-nos.
Aquele momento certo, pode ser incerto, como vento, visto de dentro de um edifício. Não sentido, mas percebido.
Dessa forma não haverá cabelos soltos, mas resguardados, do vento. Pirata que esvoaça segredos para bem longe, areias soltas. Ondas cíclicas, que carregam sonhos, que fechados, aguardam a chave certa para a solta.
De escumbalho, trambolhiálo e coisas inventadas, a realidade é um grande saco, onde qualquer um põe lá o que quiser. Errar é permitido, falhar é à vontade.
Patamar na qual a consciência atinge uma espécie de douto carrega burro, já não é avaliável, está tranquila e serena, olha não como iguais, mas entende profundamente a diferença. Ganha a competência de ser capaz. Capaz de entender...

Actualmente, caminhamos juntos, todos. Nesta vida, apesar das diferenças...
Apesar aliás, de sentimentos de apertar o garganete ao outro, ou de love...
Somos mais simples do que se julga, a base é mais ou menos a mesma.