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terça-feira, 18 de janeiro de 2011

O Pateta Alegre e o Prof. Acabado Silva


São os dois candidatos do mainstream à Presidência da República Portuguesa, um e outro, representam segundo as sondagens à volta de 90% do eleitorado.
Com o "the money can buy" e suas máquinas de retaguarda, um dos dois irá ser o próximo Presidente de Portugal, é a continuação da mesma lenga-lenga, que paulatinamente vai afundando o País para a desgraça completa e total.

O Pateta Alegre, que fala tanto de pátria e aconselhado, pela ala mais raivosa do PS insistiu no tema BPN, que Acabado Silva tinha de esclarecer e tudo o mais. Engasgou-se na primeira esquina.
Devolveu ou não devolveu o cheque do BPP? Era publicidade ou um mero texto literário com fins publicitários? Certo, é que meteu os pés pelas mãos.
Outra patetice monumental e logo corrigida pela enorme estupidez latente, foi o pedido a Acabado Silva de ir sensibilizar alguns chefes de estado em relação às taxas de juro que os mercados financeiros cobram à dívida soberana, a somar aos discursos inflamados contra os mercados, os lobos maus, enquanto o seu maior apoiante institucional, o primeiro-ministro andava numa ufa-ufa a "vender" obrigações do tesouro português, a quem, sabe-se lá a quem!
A candidatura de Pateta Alegre é um tremendo erro de casting, apoiado por um lado pelo Bloco de Esquerda, os mais excitados e ferozes na crítica ao partido de governo e por outro lado pelo PS, o partido mascarado de esquerda que (des)governa o país a uma velocidade alarmante.
Pateta Alegre, que defende o estado social num país em que o salário mínimo não chega aos 500 euros, com uma larga percentagem de idosos com reformas de duzentos e poucos euros, é um dos campeões de recebedores de reformas , uma delas de uma rádio em que lá esteve poucos meses. Falar assim, em tom poético e de voz grave, é fácil!
Sem lembrar outro lado, a rádio "Voz da Liberdade" sediada em Argel, e que confusão foi aquilo!
Entre o Gen. Humberto Delgado e o livro "O Bando de Argel" de Patrícia McGowan Pinheiro e informações emanadas de lá, morreram portugueses em emboscadas na Guiné, pois o inimigo também ouvia rádio.
Pateta Alegre, resumindo e concluindo, é um desertor e traidor da pátria, de forma efectiva e consciente.
Prestou serviço no Regime de Infantaria nº 12 em Coimbra, mobilizado para Angola, quando foi informado que ia para a frente de combate, fugiu. Eis o patriota!

O Prof. Acabado Silva, não se sabe, se professor por extenso ou por sigla, nem como foi efectuado o curso por terras de Queen Elizabeth.
Foi primeiro-ministro, durante as torrentes de fundos da C.E.E., que mal geridas hierarquicamente, foram parar aos bolsos de oportunistas espertalhões.
Possui um rol de amigos, que nem ao diabo lembra. Lucro resultante de acções que não estavam cotadas na bolsa e efectivadas por despacho de um seu ex-secretário de estado, um tal de Oliveira e Costa, nos dias de hoje a viver "maritalmente" com uma pulseira electrónica. A casa de férias no "Allgarve", mera coincidência, quase germinada, por um ex-administrador BPN, e os terrenos serem propriedades de off-shores do "freak-show" grupo SLN.
Acabado Silva que tanto discursa, a unidade nacional, foi o mesmo, que no verão passado, questionava em tom muito dramático - Será que andam a ler os meus e-mails?
A ficha de inscrição da PIDE, que corre pela net, percebe-se que na época era um meio de "subir na vida". Enquanto a comunicação social mansa, como a descreve, não é capaz de o questionar acerca das três reformas que recebe, ao mesmo tempo, que se agarra à mulher a dizer que a pobre coitada tem um ordenado de 800 euros!
Figura de personalidade asquerosa em 1985, quando ganha a liderança do PSD, no dia seguinte até o contínuo cumprimentava, pois... Nem podia ver a Teodora Cardoso assessora portuguesa do FMI em 83/84, que devolvia relatórios em catadupa por estarem mal elaborados ao então director de estatística do Banco de Portugal. Ainda hoje, nem se podem ver!

Temos aqui, o que infelizmente, cerca de 90% do eleitorado português vai votar, contando com a abstenção...
Toda a manipulação que o dinheiro possa comprar!
Porquê?
Porque aqui é fácil e já não há vergonha na cara!

segunda-feira, 10 de março de 2008

Rei ou Presidente da República ?

Bastou dez minutos de Prós e Contras de hoje para entender a discussão que lá se fazia. Podem dizer que é uma discussão muito intelectual, muito importante para o País, qual o regime que deveria vingar. Para muitos é uma discussão muito importante, para mim são Peanuts.
O que é preciso são pessoas com sentido ético para governar outros escolhidos por todos.
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Claro que isto é pura ficção, pois, a natureza humana, é contrária a esse aspecto. No jornal Público de hoje vem uma frase de Oscar Wilde que se encaixa na perfeição:
- Os bons acabarão por ser felizes e os maus a serem infelizes, por isso, é que existe a ficção.
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Não havia mais nada para discutir, hoje, arranjaram este tema, porquê? Cheira a manobra de distracção.
Ter de um lado Republicanos e do outro Monárquicos, sabemos, que é uma discussão que tende para o infinito. Ou seja, não sai nada de concreto.
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Foi engraçado de ver Paulo Teixeira Pinto antigo Presidente do BCP (já se pode dizer assim) representante da Causa Real- de qual é Presidente - a falar assim. Um dos mais recentes pensionistas deste Reino. O qual já tive o prazer de me cruzar intrafísicamente num almoço à alguns anos ali para os lados dos Restauradores, era na altura um ambicioso Secretário de Estado de não sei o quê. Tem a capacidade incrível de falar sem quase mexer os músculos da face. Para mim ainda é um jovem. Para mim é um representante júnior de clube (como eu chamo a entidades, grupos, organizações de poderes). A seu lado o Arq. Ribeiro Telles, que por ele não haveria - e está certo - Fogueteiros e Corroios ou Barcarenas e Tercenas. Do outro lado António Reis da Loja do Grande Oriente Lusitano, outro clube. E Medeiros Ferreira com seu olhar característico - um olho a ver e outro a estudar.
Os Monárquicos davam os exemplos das Monarquias de países desenvolvidos do norte da Europa e as Repúblicas ditatoriais sub-desenvolvidas. Por outro lado os Repúblicanos davam os exemplos das Monarquias absolutistas e doentias de países do Médio-Oriente e África e mostravam países desenvolvidos Repúblicanos. Portanto, tal como disse, é uma discussão que tende para o infinito.
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Como dizia Pacheco Pereira - Essa não é a questão essencial.
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Tanto na Monarquia como na República o nosso Portugal sempre foi miserável. Portanto não é uma questão de regime, mas, sim da mentalidade dominante do nosso País. Não é o regime, são as pessoas, o tal sentido ético que - infelizmente - ainda é contrário à natureza humana, no patamar evolutivo em que nos encontramos.
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Por isso uso a expressão da tal amiga do norte, com todo o respeito, é claro.
- Ide-vos Foder. Fodei-vos.