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sábado, 24 de abril de 2010
sábado, 7 de novembro de 2009
O tempo escasseia

Que grande mentira!
Talvez o ritmo do tempo não seja compatível com o que queremos.
Talvez para o tempo, o nosso querer, não seja para aqui chamado.
Se calhar, ainda não o consiga-mos entender, interpretar.
Dele reclamam 25 horas por dia. Não é negociável! São 24 e fim da história, ponto.
Tal como faz chuva e sol, frio ou calor. Inundações devastadoras, secas mortíferas. O tempo lá sabe!
Ainda bem que não está na mão do Homem, fechados nas suas razões. Como todos, nas conversas de elevador. Amanhã dá chuva, para a semana vai estar bonzinho, ontem esteve farrusco. O que será, será.
O gelo queima, no extremo, amputa, membros, por vezes segura manchas de sangue. O sol pode inspirar visões frias da vida, do tudo.
O mar, a água, bem precioso da vida, noutras horas, afoga e mata, engole barcaças.
No cemitério, ele não escasseia, abunda. Uma vez entrei num cemitério pequenito, as campas muito bem arranjadinhas, o tempo estava cinzento, mas de repente fez um solzinho que aqueceu, naquele momento, aquele calorzinho que faz sentir bem, no cemitério.
Há muitos moinhos que parecem monstros, com olhos de ver, é do que se vê mais.
Ele não escasseia, engana... Logo somos patinhos que não sabemos nadar.
If... Then... GoTo... e há a hipótese de não ser assim!
Talvez o ritmo do tempo não seja compatível com o que queremos.
Talvez para o tempo, o nosso querer, não seja para aqui chamado.
Se calhar, ainda não o consiga-mos entender, interpretar.
Dele reclamam 25 horas por dia. Não é negociável! São 24 e fim da história, ponto.
Tal como faz chuva e sol, frio ou calor. Inundações devastadoras, secas mortíferas. O tempo lá sabe!
Ainda bem que não está na mão do Homem, fechados nas suas razões. Como todos, nas conversas de elevador. Amanhã dá chuva, para a semana vai estar bonzinho, ontem esteve farrusco. O que será, será.
O gelo queima, no extremo, amputa, membros, por vezes segura manchas de sangue. O sol pode inspirar visões frias da vida, do tudo.
O mar, a água, bem precioso da vida, noutras horas, afoga e mata, engole barcaças.
No cemitério, ele não escasseia, abunda. Uma vez entrei num cemitério pequenito, as campas muito bem arranjadinhas, o tempo estava cinzento, mas de repente fez um solzinho que aqueceu, naquele momento, aquele calorzinho que faz sentir bem, no cemitério.
Há muitos moinhos que parecem monstros, com olhos de ver, é do que se vê mais.
Ele não escasseia, engana... Logo somos patinhos que não sabemos nadar.
If... Then... GoTo... e há a hipótese de não ser assim!
terça-feira, 11 de agosto de 2009
sábado, 4 de abril de 2009
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Novo visual
Este espaço virtual sofreu nova mudança de visual, agora mais gourmet de estilo vintage. O autor continua a ser o mesmo, para mal dos seus pecados.
Virtualmente o blog foi levado até às águas do rio Jordão e ficou assim. É o que dá fins-de-semana prolongados.
Faltam limar algumas arestas, mas faço isso mais logo. Agora vou almoçar.
Fiquem com um bom chill-out.
Virtualmente o blog foi levado até às águas do rio Jordão e ficou assim. É o que dá fins-de-semana prolongados.
Faltam limar algumas arestas, mas faço isso mais logo. Agora vou almoçar.
Fiquem com um bom chill-out.
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Constelação de Sonhos
Sonhar não é proibido e expande os horizontes mental-somáticos.
Paul Hardcastle - Constellation of Dreams
Paul Hardcastle - Constellation of Dreams
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