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segunda-feira, 8 de junho de 2009

Eleições, eventualmente europeias

Após mais um período eleitoral, a que foi consignada a preocupante falta de consciência política das populações europeias através da abstenção.
Deixando campo aberto e tal como previam os grupos que vão dominando as sociedades robotizadas, que quais, robozinhos vão arranhando queixinhas, sem saberem a quem se queixarem e porque que se queixam.
Em Portugal, e com soberba satisfação congratula-mo-nos que o Partido Socialista perdeu em toda a linha e TODA a oposição cresceu.
A partir de hoje, e em termos políticos, passaremos a ter um governo de gestão corrente, aliás, a realidade dos últimos tempos. Talvez agora, sem a agência de comunicação que suportava a exteriorização do marketing ideológico.
Apesar de tudo, para os grandes grupos, ainda não foi altura para grandes sustos, apenas algumas mudanças nas agulhas que em Bruxelas e Estrasburgo gritarão serenamente os recém-eleitos. Nada do que já não previsto.
A hecatombe, já tem data marcada, não existem contingências capazes de a segurar.
Europa manta de retalhos, Europa ninho de víboras. Assim é há séculos.
Porquê agora? Que estamos à beira de uma viragem histórica para a Humanidade?
A questão europeia, são peanuts...

Em congruência total com o Universo, fica a belíssima Rita Lee com Milton Nascimento em - Mania de Você.
São fruto de para-cidades europeias antigas reubarnizadas no Novo Mundo.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Projecção Extrafísica: Para-Cidade

ºTive esta Projecção Extrafísica em Outubro de 2007. Antes do despertador tocar às 7H30 estava na fase do acorda, não acorda. Reparei no relógio que eram já quase 7H e que dali a pouco iria me levantar. Já era dia mas ainda tentei dormir mais um pouquinho e às tantas vejo-me numa sala, tipo recepção de Hotel. Fazendo algumas perguntas mentais a mim próprio (técnica que nos ajuda a aumentar a lucidez e a percepção de que estamos no Extrafísico e não a sonhar), com isso, aumento o meu nível de consciência. Percebo que são quase 7H da manhã, que o meu corpo físico está em casa deitado na cama e que estou ali em estado projectivo.
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Vejo um homem aparentando cerca de 50 anos ao pé do elevador. Estava meio atrapalhado e sem perceber bem o que estava ali a fazer, não falava nem olhava para mim apesar de sentir a minha presença. Mentalmente percebi que aquele senhor tinha falecido há pouco.
Entramos os dois no elevador. Sinto o elevador a subir.
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Quando chegamos cá a cima, o meu espanto foi tão grande, que nunca mais me lembrei do senhor. Lá em baixo era a cidade onde vivo. Via as pessoas na fila do autocarro, os carros a circularem nas ruas o movimento normal àquela hora. Vi logo que estava na Para-cidade de minha cidade. Não era como eu imaginava, era como se fosse uma pala ligeiramente inclinada para dentro como alguns estádios de futebol, mas, muito larga, uma espécie de anel irregular que era paralela às fronteiras da cidade.
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O chão, pelo menos na zona onde eu estava era muito colorido. Uma mistura de Alice no País das Maravilhas com o Mágico de Oz. Havia edifícios relativamente simples e àquela hora havia um grande fluxo de consciências extrafísicas. Via eles a atirarem-se para a cidade, tipo avatares no Second Life. Uns para assediarem, outros para ajudarem as pessoas nas suas vidas Intrafísicas.
Fiquei algo supreso por a minha cidade já ter uma Para-cidade, ainda, que algo simples, pois é, uma cidade relativamente recente. Como serão as Para-cidades de cidades muito antigas ?
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Dou por mim a abrir os olhos já no Intrafísico e vejo que já são quase 7H20. Já não esperei pelo despertador. Fui fumar um cigarrito à janela e fiquei a olhar para o céu. Estava uma linda manhã de Sol e pensei - A grande actividade que está a acontecer na dimensão Extrafísica neste momento e a gente não vê nada.
Com as feições da cara do tal senhor que me acompanhou no elevador pensei em ir visitar os cemitérios da minha cidade para comprovar. Mas lembrei-me que demoram alguns dias, às vezes, semanas para a familia do ente querido que partiu para colocarem na campa os mármores, as dedicatórias (com grande energia de saudade) e a fotografia. Como eu sou uma consciência intrafísica muito preguiçosa fui deixando passar e agora já não me lembro bem da face do tal senhor.