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segunda-feira, 26 de julho de 2010

Santo Agostinho - Anjo da guarda


A morte não é nada
Apenas passei ao outro Mundo
Eu sou Eu, Tu és Tu
O que fomos um para o outro, ainda somos.
Dá-me o nome que sempre deste
Fala-me como sempre me falaste.
Não mudes o tom a um triste ou solene
Continua rindo com aquilo que nos fazia rir juntos.
Reza, sorri, pensa em mim, reza comigo.
Que o meu nome se pronuncie em casa
Como sempre se pronunciou.
Sem nenhuma ênfase, sem rosto de sombra.
A vida continua significando o que significou:
Continua sendo o que era.
O cordão da união não se quebrou
porque eu estaria fora dos teus pensamentos,
Apenas porque estou fora da tua vida?
Não estou longe
Somente estou do outro lado do caminho,
Já verás, tudo está bem
Redescobrirás o meu coração
E nele redescobriste a ternura mais pura
Seca as tuas lágrimas e se me amas.
Não chores mais.