domingo, 31 de janeiro de 2010

Martin Luther King

Martin Luther King Jr. foi um dos principais activistas norte-americanos sobre a questão dos direitos civis. Formado em sociologia e pastor da Igreja Batista, foi aí nas igrejas protestantes do sul onde aprimorou a sua técnica discursiva, muito característica, dos pastores evangélicos do sul.
Em 1963, na grande marcha de Washington, faz o discurso que iria perdurar no tempo - I Have a Dream.



Na década de 60, nos E.U.A., onde a lei e os costumes sociais impunham a segregação racial, começaram a levantar-se inúmeros movimentos com o intuito de abolir o racismo institucional, no sul do País. Esses movimentos tinham as religiões como patrocinadoras, desde as protestantes às islâmicas. Era o modo de unir os negros em campanhas de contestação mais organizadas e assertivas.
Nessa luta pela igualdade de direitos cívicos, destacou-se, Martin Luther King. Ganha o prémio Nobel da Paz em 1964.
É o mais eloquente no discurso, era o que mais "feria" o sistema, o que chegava mais longe. Discursava de cabeça erguida, por vezes, cantando as palavras, e sempre com uma força tremenda.

No discurso em baixo, que na minha opinião, entra no campo do transcendental, onde fala, do cimo da montanha e da terra prometida, criando imagens mentais de cariz emocional nos seus ouvintes. Também torna pública a tomada de consciência de que viveria os seus últimos dias e que não tinha medo de nada, nem temia nenhum homem.
Já não tinha nada a perder, e para um sistema dominante isso seria o mais perigoso, logo teria que ser silenciado. Quis a história que fora nesse mesmo discurso, o dia do seu assassinato.
Porém as suas palavras ficaram no éter e inspiradoras não só nos Estados Unidos, como no mundo. Que se quer livre e justo.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

A arte não tem limites


A arte proporcionalmente acompanhada pela estupidez humana não tem limites. Desde soprado com ares ascendentes, aos descendentes.
Com uma margem enorme.
Do fundo à arriba.
Do menos infinito até ao mais infinito.
Por palavras consegue-se estabelecer limites, mesmo, que empíricos. Nos gestos e atitudes, é de uma vastidão incompleta, porque se reinventa e mais do que isso, se inventa todos os dias, todas as horas... A todo o tempo.

A informação está aí, mesmo que desinformada.
2+2=4 saltam por todos os buracos.
Pergunta-se, porque é que, a este ponto evolutivo ainda será possível visões facciosas?
Que providos de dois olhos e dois ouvidos, ainda se veja, só com olho e só com um ouvido?
Será que questionar-se do que se passa à sua volta foi liquidado do ADN de Ser, de Existir e de interagir?
Será que esta gente, ao menos, sabe ao que veio? Pelos menos ...?
Para nos convencermos uns aos outros de vidas terceiras, concerteza de que não foi.
Será que esta gente não sabe o que é balance?
Corre tudo, e freneticamente, atrás da lebre.
Quando se acusa, acusa-se a si próprio, nem que seja pelo gesto de apontar o dedo, aponta-se três dedos ao ego.

Toda a gente sofre, na sua dimensão de entendimento de sofrimento.

Aliás, tudo isto, tem uma probabilidade, de ser tudo mentira.
Como o futuro é arbitrário, apesar de legiões de boa vontade e até de profetas arriscando a sorte.
Podemos caminhar por uma estrada sinuosa, pois ninguém sabe, o para lá, só caminhando, percorremos caminho, sem saber bem o quê que caminhamos. E aí também se pode ser livre. Pode se caminhar para os lados, para trás e para a frente, até para cima e para baixo.

Tudo é impossível...

Ahh, e claro somos muito espertos!
De uma ou outra forma fazemos xixi, e aí estamos interligados, na necessidade de beber água, e de a expeli-la.

Vivemos tempos fascinantes!

Num sonho onírico, um alfaiate, media costas, milimétricamente, media a fita escrupulosamente, calçava chinelos 54 e tinha no alto da bochecha uma saliência de relevo contumaz, fazia fatos verdes aos quadradinhos e a preços muito em conta. E era corcunda.



Publicado em simultâneo no Cheira-me a Revolução!

domingo, 24 de janeiro de 2010

A Noite

À noite descem os espíritos sequiosos de sexo, hidromel e música. São forças misteriosas muito poderosas e não vistas pela maioria das alminhas que pululam por aí.
Às vezes não sei se sou eu que pego na noite, ou se é ela, que pega em mim. Apesar de tantas, ainda se mantém o benefício da dúvida.

Ontem à noite, passaram por mim vários, entre guias cegos, puro assédio extrafísico e o portentissímo Berbigão, capaz de coisas do arco-da-velha.
Compreendendo o fenómeno, dou ligeira abertura, é uma troca recíproca, através do meu corpo, fato-macaco existencial, sentem o que eu sinto. Já não sou habituée.
Mas, ontem, voltei a virar monstro, não propriamente, das bolachas, convenhamos.
Nestas alturas, hidratado com o elixir dos deuses, atinge-se a chamada super-consciência, vejo tudo em ângulo 360º, ouço o bater das asas de borboletas no outro lado do mundo, são super-poderes incríveis. Obviamente que uma boa hidratação em hidromel, predispõe os veículos de manifestação acesos a tantas solicitações energéticas existenciais.
Mais do que um gostinho, é uma chama...

Depois há o dia seguinte, sempre o dia seguinte. A espaços e bem espaçados, a memória física, não a holo-memória, pois assim ficava fácil, vai apanhando flashes da noite. Epá fiz aquilo, disse aquilo... Ehh pá! São os confusionismos da questão.

E saber que os espíritos me querem em Ibiza no próximo verão... Vamos lá a ver.
Sabem onde mora muita energia para exteriorizar.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Parábola


Parábola podem ser os intervenientes a esgrimir e gritar que são os que mais ajudam, os mais certos no argumento, ou até, os candidatos a possuidores da razão e do conhecimento, no que seja, o seu significado que aprouve onde melhor calhar.

Onde matematicamente (ciência fria), a parábola pode ser:

(x - h)^2 = 4p(y - k) \,
ou,
(y - k) = \frac{1}{4p}(x-h)^2 \,

Decerto ganharam um bilhete, num concurso de visão ponto-por-ponto com a ideia de que tinham a visão periférica, pelo menos assim lhes foi vendido e eles acreditaram.
O bilhete é portador incrustado de uma chave, a quem descobrir o segredo - mais bem guardado - abrirá a fechadura, do todo, em que o nada desempenha papel fulcral.
Mas, o nada não existe, basta nadar, seja em águas turvas ou límpidas, logo ele nada e dessa forma o nada existe.
Tal como o céu e a terra. O céu poderá não existir, pois quando algo cai do céu, apenas se deslocou de outro sítio para se estatelar na terra, que porventura, também, tinha céu, ou não, deambulava no vácuo, do espaço frio e longe, das estrelas, esquartilhadas pelos telescópios, uma parte apenas.
Repartidas do todo, a divisão nunca calha em partes iguais, daí as triolhentas histórias que se cruzam entre si, rimando com grilhetas. Não mais que pedaços de aço conjugados para reter ideias, essencialmente, nem que, para tal se detenha o corpete, revestido de carnete.

As ideias podem vir do fundo das vísceras e ser como um espelho. Como 1 e -1, 2 e -2 ..., reflectindo, de forma despida com defesas emocionais, protegidas por costas largas, mais ou menos chicoteadas, o mesmo, para onde se aponta o dedo inquisidor e arauto da verdade em que se acredita ou que foi muito bem vendida, a ideia.
Quando se reflecte esta verdade, ela incomoda, encadeia e por aí se enviuza... Para que se perpetue aquela ideia, bem impregnada, se não como programação, para não ganhar um carácter redutor, o ter de ser feliz...
Quando a felicidade é um conceito não explicável, mas que, quando muito bem vendido, o é!
Gananciosamente comprado, muito mais desdenhado...

domingo, 17 de janeiro de 2010

Haiti


Em 1804, o Haiti torna-se na primeira colónia de escravos a rebelar-se contra a força dominante, e daí, formarem um Estado independente. Os então ex-escravos tomavam para si a organização de um território que foi cedido em 1697 por Espanha à França.
Ilha que foi visitada por Cristóvão Colombo em 1492 e baptizada por Isla Hispaniola.
No Séc. XIX, por ser um território de escravos independente, foi votada ao abandono. Conquistada e re-conquistada inúmeras vezes, a sua história é feita de mortos e de escravidão.
No Séc. XX após 1915/34 de domínio norte-americano e duas administrações falhadas é eleito em 1957, François Duvalier, também conhecido por Papa Doc. Com uma ditadura feroz, protegida por um terror policial dos tontons macoutes (bichos papões) e na exploração do vodoo, torna em 1964 a sua presidência vitalícia. Exterminou a oposição e perseguiu a igreja católica.
Morre em 1971 e substituído monásticamente pelo seu filho Jean-Claude Duvalier, o Baby Doc.
Sucedem-se várias governâncias, entremeadas de caos na sociedade, confusão, para-militares até à chegada de um padre esquerdista, apoiado sub-repticiamente pela a administração norte-americana, Jean-Bertrand Aristide.
De golpadas em golpadas, enquanto o País vivia mergulhado e em sentido descendente numa pobreza cada vez mais atroz, em 2004 o Conselho de Segurança das Nações Unidas cria o MINUSTAH - Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti, no qual foi designado para seu comandante militar o general Augusto Helena Ribeiro Pereira, do exército brasileiro.
Pode-se ver aqui, a história, a política e a geografia do Haiti.

A 12 de Janeiro, o Haiti é assolado por uma onda de choque sísmica na escala 7.0 de Richter, que trespassa um território habitado por um povo extremamente carente de tudo, vergastando de alto a baixo o que em segundos se tornou em ruínas, em pó e morte, descontado as feridas e cicatrizes que só o "longo tempo" irão cicatrizar.
Apesar da enorme corrupção que grassa na ONU, organização onde cada um trabalha para si e per si, ainda é a única que no terreno, tem as valências capazes para coordenar infra-estruturas logísticas.
Por outro lado, ainda mais negro, a criminalidade organizada já tomara o País, que geo-politicamente, encaixada no delta do Mississipi, rota de contrabando e de tráficos múltiplos.
É um estado tomado pelo narco-tráfico, tal como, a Guiné-Bissau.
A denominação Restavek, também é oriunda do Haiti. São crianças filhas de gente muito pobre, que nada têm para oferecer, e antes de que vendidas, são dadas, a famílias menos pobres. São criados para todo o serviço, as meninas engravidam dos serviços a que são obrigadas.
Logo de pequenitos, o seu mundo é o chicote e a inocência destruída que lhes trespassa o corpo ainda frágil e pouco vitaminado.

Não deixa de ser sintomático, um País paupérrimo, fotografia de um Planeta compartilhado por todos os viventes.
Além dos vivos, hoje sobreviventes, há que cuidar dos mortos. Tanta energia de mortandade, de desgraça e de desespero, exala para os céus energias muito densas. Energias essas aproveitadas por grandes assediadores extrafísicos para usarem noutras ocasiões futuras e de consequências não determinadas. Não será de admirar, o incremento de fenómenos poltergeist.
Consciencialmente me tendo voluntarizado para o encaixe de recém-chegados a novas dimensões e sua distribuição em comunidades etéreas, ao que parece, esse espaço é de difícil achego.
Derivado de karmas muitos intensos, de sociedades escravizadas e mais recentemente das crenças de bruxarias e vodoos, nas quais aprimoram consciências extra-físicas que dominam o território suportados por bruxos e bruxas que linkam a essas dimensões, sem perceberem bem o que mexem.

O Extrafísico, está com os vivos e com os mortos. Está ainda com os que ainda proximamente irão morrer num futuro muito breve. Está com os que irão ficar com marcas bem inculcadas na psique. Está também com os animais.
Está com a vida e com um olho na morte, tudo é importante...
Mesmo nos rituais de chamamentos, considerando que é uma área de difícil entrada, aliás todo o Caribe dos finais do Séc. XX e inícios do Séc. XXI, apesar de haver gates ténues, existe sempre, quem esteja trabalhando...

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Hipnosys


Na nossa actividade psíquica, a nossa personalidade , ou o nosso "Eu", do dia-a-dia, é importante referir que passamos vários estados de consciência, todos os dias, sem excepção.
Entre a consciência e a sub-consciência.

Na parte consciente, distinguidas por duas partes: a voluntária e a automática.
A parte voluntária é a consciência, o discernimento, o juízo e a razão. O ser humano tem consciência de si mesmo, das pessoas e das coisas.
A parte automática funciona sem que o ser se dê conta; os sentimentos, as impressões, a memória, a fantasia, o abrir e fechar dos olhos, a respiração, as erecções, etc., etc. ...
A proporção a favor do inconsciente relativamente à parte consciente é de 1 para 1000, portanto o subconsciente dirige a maior parte da nossa vida.
Desse modo, poderá se dizer que na poesia encontramos esse nosso sentir não compreendido de imediato. Tal qual como as crianças, na idade dos porquês? Quando adultos, mais porquês, com a diferença de uma pretensa inteligência resolutiva capaz. Estará mais perdido, nesta fase o indivíduo do que um rato de laboratório num labirinto, só que, com a sobranceira pseuda-naif-certeza de que tudo compreende.

Explorando o que existe abaixo da superfície, no inconsciente, temos:
- o inconsciente primeiro: é o nosso super-inconsciente e a nossa clarividência, durante o sono, comunica à nossa consciência parte das informações que esta não recolheu. A característica deste primeiro nível é de aceitar como verdadeira tudo aquilo que, uma vez superado o exame da nossa parte consciente, chegou até ela. É aqui que entram as primeiras defesas do nível consciente.
- o inconsciente segundo: é o colectivo, aquele que nos permite entrar em contacto com os outros, aqui começa-se a relacionar com a magia.
- o inconsciente terceiro: é o mais elevado, ou o mais profundo, no nosso labiríntico e parcialmente desconhecido cérebro. Vai para além do tempo. Este estado de inconsciência é muito controverso. Aqui e defendido por alguns, congemina-se que, se poderá entrar em contacto com as experiências do passado, bem como, predizer o futuro.

O que é que é real e o que é "quase-irreal"?
A realidade refere-se ao sujeito que observa, mas como, existem diversos pontos de vista, existem diferentes pessoas, trata-se da realidade subjectiva, a única realidade certa para cada observador. Neste ponto interpretativo, se a realidade fosse objectiva, seríamos todos iguais, pensaríamos do mesmo modo, teríamos os mesmos gostos.
A realidade será sempre subjectiva, visto que, não existe uma realidade objectiva e daí não exista a ficção da realidade. Pois existirá, sempre, uma realidade certa, no ponto de vista de cada pessoa que, vivenciou, realidades que só ele experimentou.

No hipnotismo, existem as técnicas subliminares, a sugestão telepática, magnética e verbal. A voz também é muito importante, no ritmo, no prolongamento dos ditongos e no ênfase e energia que se coloca na sugestão sugerida.
A hipnose e a capacidade de causar impressão noutro(s) sujeito, terá que ter uma forte componente ética derivado da sua capacidade de controle de outrém. Não existem dons, existem pessoas que noutras vidas trabalharam esta temática abundantemente e reflectiu-se nalguns espontâneamente nesta vida. O que não deixa de ser uma técnica altamente assediadora.

O vídeo em baixo, mostra um hipnotizador de grande capacidade, a efectuar uma hipnose colectiva, na qual sugere, aos passivos que façam da sua cadeira, a sua amante. Desprovidos de suas defesas conscientes os sugestionados esmeram-se por ser os melhores amantes.

Não esquecer de que além da hipnose, existe a manipulação e a ilusão. Os métodos são diferentes, sendo a base de partida a mesma.
A capacidade de cada um ser sugerido...

video

sábado, 9 de janeiro de 2010

Portugal, a Casinha dos Horrores


Portugal é um País bonito, tem um clima agradável e cheio de gente interessante, positiva e empreendedora.
Tem escritores de eleição, no mundo desportivo os nossos atletas estão ao nível dos melhores dos melhores em várias áreas, temos portugueses nos variadíssimos sectores de actividade económica e artística que são verdadeiros exemplos de profissionalismo.
Temos emigrantes de sucesso que muito honram o País.
Acredito que se cada indivíduo der o seu melhor; no trabalho, na família e no seu círculo social, o mundo andará sempre para a frente, no sentido, em que cada um contribuirá para a contínua evolução da Humanidade. Apenas, fazendo bem as coisas certas.

Agora, o horror, a tragédia, que o nosso País vive, advém de uma classe política que detém o poder, alternando entre si a ocupação das cadeiras. Fique-mo-nos pela história muito recente dos últimos trinta anos.
Mais do que governar a coisa pública e aplicação de boas práticas de gestão de uma nação, tivemos, não por azar, mas com o consentimento de uma nação impávida e serena, moldada e trabalhada para ser assim. A responsabilidade é de todos nós, nem que seja pelo o silêncio.
Ao estado a que deixamos isto chegar?

Enquanto uns gerem a coisa pública, favorecendo-se para si próprios vantagens financeiras e não acautelando o melhor para o Estado, pois o Estado somos todos nós. Os que contribuem efectivamente com o esforço do seu trabalho e os que efectivamente se esforçam para não contribuir. Destes últimos, é de salientar que as transferências para offshores em 2008 representou cerca de 1,5 % de toda a riqueza produzida em Portugal. Ou seja, receita não tributada.
Empresas do Estado que têm o monopólio da actividade e apresentam prejuízos de milhões. Temos agora a anterior administração dos CTT a ser investigada pelo Ministério Público por gestão danosa. Não precisando de ser um grande adivinho, adivinho no que irá resultar esse processo. É um resultado recorrente em TODOS os processos que figurem agentes políticos dos partidos do poder - em águas de bacalhau.

Sintomático é o processo Casa Pia que tanto envergonha este País. Caso central que põe a nú toda uma forma de funcionar judicialmente esta nação.
Totalmente politizado, logo a justiça é politizada.
Afastaram um Juíz, que apenas, tentou aplicar o normativo vigente na República. Por mais que se esgrimam argumentos técnicos e procedimentais, o facto, é que foi afastado.
Por causa deste processo, o sistema político alterou o Código do Processo Penal.
Se uma criança for violada sistematicamente pelo mesmo pedófilo, poderá ser considerado crime continuado. Se um pedófilo violar 20,30 ou 40 crianças será acusado, só por um crime.
Mas quem foram os legisladores que discutiram e debateram estas sanções? Serão malucos? Ou que interesses pretendem servir?
Mas quem foram as aberrações humanas que aprovaram isto?
Temos uma elite política disfuncional tanto sexualmente como mental-somática.
Concordo cada vez mais com a frase de Medina Carreira - Esta gente (agentes políticos dos partidos do poder) não presta, com esta gente não vamos a lado nenhum!
Para um País tão pequeno, são rombos a mais...

Uma sugestão: não haverá a possibilidade de alugar autocarros ao INATEL para em excursão levar esta gente até à Ponta de Sagres e aí atirá-los aos mar?




Publicado em simultâneo no Cheira-me a Revolução!

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Prémio - Relíquia Internet

Este blog foi agraciado com o Prémio Relíquia Internet pelo blog Aldeia Olímpica, pelo que se agradece a distinção.
Como a blogosfera também se faz destas coisas e tal como ditam as regras terei de escolher mais cinco blogues que mereçam tal honra.
Os contemplados ( blogs de elevada qualidade ) deverão também escolher mais cinco blogs. Poderão ver as regras aqui.
Assim e por ordem alfabética, os distinguidos pela a equipa do Extrafísico: